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A julgar pela queda de braço com a Pentágono Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM), sua credora, vai ser difícil a Invepar escapar da recuperação judicial. Até agora, todas as tentativas de um acordo com a DTVM em torno da quitação de R$ 517 milhões em debêntures falharam. A Invepar teria apresentado uma proposta para o pagamento escalonado da dívida.
No entanto, a Pentágono segue irredutível. Há cerca de dez dias, a distribuidora de valores determinou o vencimento antecipado dos papéis alegando que a empresa de infraestrutura descumpriu obrigações financeiras acordadas na assembleia de debenturistas do último dia 30 de abril. Se a trégua com a Pentágono não sair, como tudo indica que não sairá, por ora a Invepar não trabalha com Plano B.
A empresa deverá entrar em recuperação judicial. Na semana passada, a Justiça do Rio concedeu à companhia uma medida cautelar que lhe permite ajuizar o pedido de RJ caso não consiga chegar a um acordo com os credores dentro de 30 dias. Procurada pelo RR, a Invepar afirmou que tanto ela quanto suas investidas “seguem em tratativas com seus credores com vistas à composição de seus interesses, mas, por razões estratégicas, não irão se manifestar sobre detalhes das negociações”.
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