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02.10.17
ED. 5716

Rondando as salas de aula

O norte-americano HIG Capital ronda as salas da aula da Somos Educação, leia-se Tarpon Investimentos.

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31.03.17
ED. 5590

Um pé fora da bolsa

A Somos Educação deverá trancar sua matrícula em bolsa. A Tarpon, controladora da empresa, prepara uma oferta para comprar os 5,4% de ações ordinárias da antiga Abril Educação que ainda estão no mercado. Em tempo: não por acaso, os papéis subiram quase 8% nos últimos dois pregões.

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01.12.16
ED. 5507

Somos Educação

O GIC, fundo soberano de Cingapura, vai beliscar mais um pedaço da Somos Educação. Com 18,5%, o grupo asiático é o segundo maior acionista da empresa. À frente, só a Tarpon (76%), de onde viria o novo naco de ações.

• As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Somos Educação.

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15.01.16
ED. 5288

Somos Educação tranca sua matrícula na Bolsa

 A Tarpon Investimentos, dona de 75,9% da Somos Educação, prepara o fechamento de capital da companhia. A operação passa pela recompra dos poucos mais de 5,4% em mercado. Tomando-se como base apenas o valor da ação no pregão de ontem (R$ 11,40) – portanto, sem embutir qualquer ágio sobre os títulos – essa fatia está avaliada em R$ 160 milhões. O GIC, fundo soberano de Cingapura, seguirá no capital da antiga Abril Educação, com 18,5%.  Aos olhos da Tarpon, não existe razão para manter em mercado uma empresa com um free float tão baixo e que gradativamente vem perdendo atratividade para os investidores. Além disso, há uma janela de oportunidade, uma vez que todas as ações de empresas da área de educação estão razoavelmente depreciadas. Não deixa de ser também uma medida preventiva para evitar uma cláusula de tag along e uma queda de braço com minoritários no caso de uma eventual venda do controle.  Na paralela, a Tarpon embala um agressivo plano de aquisições para a Somos. A companhia pretende chegar a 30 mil alunos até 2018 – um aumento de 40% em relação à base atual. A meta da Tarpon é dobrar o faturamento da Somos em até três anos, chegando à marca de R$ 3 bilhões.

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 A Tarpon prepara sua primeira grande investida desde que assumiu o controle da antiga Abril Educação, atual Somos. O grupo estaria em negociações para a compra da Universidade Veiga de Almeida, do Rio de Janeiro, que reúne cerca de 15 mil alunos. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Somos e Veiga de Almeida.

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12.11.15
ED. 5246

Três lições de investimento na área de ensino

1. A liderança mundial no segmento de educação privada da inglesa Cognita valeu apenas uma única aquisição no mercado brasileiro desde 2012. Perdeu para a Somos Educação – antiga Abril – a disputa para a compra das escolas Motiva e Sigma. O acanhado currículo vai mudar de figura. A Cognita parte para cima da GGE, que tem quatro colégios em Pernambuco. A companhia está ainda para fechar uma aquisição no Rio de Janeiro. O movimento é uma resposta à pressão da KKR, uma das maiores acionistas da Cognita. 2. Assumir a dianteira do mercado de educação superior é pouco para os planos mirabolantes da Kroton, que se fundiu com a Anhanguera. Rodrigo Galindo, presidente da companhia, está revirando os números da Somos Educação. O empresário já teve contatos com representantes da gestora Tarpon, dono da Somos. Se for bem-sucedida na investida, a Kroton se tornará um gigante na educação básica, com quase um milhão de alunos, três mil escolas associadas e uma receita de R$ 3 bilhões. 3. No andar de baixo, o grupo cearense Ari de Sá , com 110 mil alunos atendidos pelo seu sistema de ensino, está ganhando o auxílio luxuoso da General Atlantic, gestora de fundos de private equity norteamericana, com US$ 20 bilhões em ativos. A companhia, que tem um terço do capital do grupo nordestino, pretende não apenas aumentar a sua participa- ção no negócio como também injetar aproximadamente R$ 150 milhões na expansão da rede de ensino do Ari de Sá além das divisas do Nordeste. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Cognita e GGE.

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