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14.05.18
ED. 5866

O novo rumo da Tarpon

A Tarpon, que embolsou cerca de R$ 4,6 bilhões na venda da Somos Educação, elegeu suas próximas paradas: os setores de tecnologia e saúde. Já tem negócios engatilhados nas duas áreas.

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04.05.18
ED. 5860

Kroton usa Somos Educação como atalho para a Cruzeiro do Sul

O CEO da Kroton, Rodrigo Galindo, trata a aquisição da Somos Educação, anunciada na semana passada, como preâmbulo de um negócio ainda maior: a associação com a Cruzeiro do Sul Educacional. A ponte entre as duas operações é o GIC, fundo soberano de Cingapura. A companhia de investimentos asiática é acionista tanto da Somos – com 18,5% –, quanto da Cruzeiro do Sul, da qual detém uma participação ainda mais expressiva (43,5%).

Galindo pretende se aproveitar dessa onipresença do GIC para costurar a negociação. Com o seu habitual estilo trator, nem esperou a compra da Somos esfriar. Segundo o RR apurou, Galindo mantém conversações com a direção do fundo asiático no Brasil – comandado por Wolfgang Schwerdtle –, em torno do projeto. Ao que tudo indica, as peças do tabuleiro já começaram a ser movimentadas nesta direção. Na última segunda-feira, a Cruzeiro do Sul entrou na CVM com o pedido de registro de companhia aberta. A oferta de ações seria a porta de entrada da Kroton no capital da companhia.

Procuradas pelo RR, as duas empresas não quiseram se pronunciar. As famílias Figueiredo e Padovesi, que, juntas, detêm 56,5% da Cruzeiro do Sul, sempre se mostraram arredias à ideia de abrir mão do controle do grupo. No entanto, as pressões para que isto ocorra vêm de fora e de dentro. Em fevereiro, a empresa comprou a Faculdade Serra Gaúcha e a Cesuca junto ao fundo norte-americano Advent. Em março, adquiriu a Veritas Educacional.

Ainda assim, no mercado há dúvidas quanto à musculatura financeira da companhia para acompanhar o ritmo de expansão de seus maiores concorrentes, como a própria Kroton, a Estácio e o Grupo SEB. Por sua vez, o GIC – diferentemente do fundo inglês Actis, de quem comprou a participação na Cruzeiro do Sul – tem uma participação ativa na gestão, além de uma postura mais agressiva em relação ao futuro do grupo. Os asiáticos foram voz determinante na decisão da Cruzeiro do Sul em abrir o capital. Agora, o trabalho é convencer os Figueiredo e os Padovesi dos ganhos decorrentes de uma eventual fusão com a Kroton. Se, de um lado, as duas famílias abririam mão do controle da empresa que fundaram há 50 anos, por outro, ainda que minoritários, passariam a ser sócios de um negócio ainda maior. Kroton e Cruzeiro do Sul teriam uma receita somada de mais de R$ 8,5 bilhões e um Ebitda combinado de quase R$ 3,5 bilhões, além de mais de um milhão de alunos matriculados.

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18.01.18
ED. 5789

Um prêmio de consolação para a Tarpon

A Tarpon Investimentos deverá partir para uma oferta de ações da Somos Educação em Bolsa. Por melhor que venha a ser o resultado da oferta, ela terá o gosto de uma confissão de fracasso. A operação funcionaria como uma válvula de escape à frustrada tentativa de venda de 30% da companhia. Nenhum candidato aceitou desembolsar algo em torno de R$ 700 milhões pelo quinhão, preço fixado pela gestora de recursos. Além de permitir à Tarpon reduzir a sua fatia acionária, de 74%, a oferta em bolsa serviria também como uma eventual porta de saída para o GIC, o fundo soberano de Cingapura, que tem 18% da Somos Educação. O senão é que provavelmente a gestora terá de engolir um valor mais baixo do que queria. Nas negociações para a venda de 30%, a Tarpon avaliou a Somos em quase R$ 20 a ação. Hoje, no mercado, o papel é negociado abaixo dos R$ 15.

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07.12.17
ED. 5761

Segunda época

A desistência da Tarpon em vender a Somos Educação deve durar só um verão. A gestora pretende retomar a negociação no primeiro semestre de 2018, na expectativa de que uma recuperação mais firme da economia valorize o ativo. Segundo o RR apurou, a melhor oferta recebida pela Tarpon teria ficado R$ 400 milhões abaixo da sua pedida.

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09.11.17
ED. 5742

Não é só pelos R$ 2

Há um pequeno grande hiato nas negociações para a venda da Somos Educação à Kroton. Com 74,8% do capital, a Tarpon está pedindo R$ 25 por ação. A Kroton parou nos R$ 23 – o papel está cotado no mercado a R$ 19. O que está em jogo é uma diferença de quase R$ 400 milhões.

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02.10.17
ED. 5716

Rondando as salas de aula

O norte-americano HIG Capital ronda as salas da aula da Somos Educação, leia-se Tarpon Investimentos.

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31.03.17
ED. 5590

Um pé fora da bolsa

A Somos Educação deverá trancar sua matrícula em bolsa. A Tarpon, controladora da empresa, prepara uma oferta para comprar os 5,4% de ações ordinárias da antiga Abril Educação que ainda estão no mercado. Em tempo: não por acaso, os papéis subiram quase 8% nos últimos dois pregões.

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01.12.16
ED. 5507

Somos Educação

O GIC, fundo soberano de Cingapura, vai beliscar mais um pedaço da Somos Educação. Com 18,5%, o grupo asiático é o segundo maior acionista da empresa. À frente, só a Tarpon (76%), de onde viria o novo naco de ações.

• As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Somos Educação.

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15.01.16
ED. 5288

Somos Educação tranca sua matrícula na Bolsa

 A Tarpon Investimentos, dona de 75,9% da Somos Educação, prepara o fechamento de capital da companhia. A operação passa pela recompra dos poucos mais de 5,4% em mercado. Tomando-se como base apenas o valor da ação no pregão de ontem (R$ 11,40) – portanto, sem embutir qualquer ágio sobre os títulos – essa fatia está avaliada em R$ 160 milhões. O GIC, fundo soberano de Cingapura, seguirá no capital da antiga Abril Educação, com 18,5%.  Aos olhos da Tarpon, não existe razão para manter em mercado uma empresa com um free float tão baixo e que gradativamente vem perdendo atratividade para os investidores. Além disso, há uma janela de oportunidade, uma vez que todas as ações de empresas da área de educação estão razoavelmente depreciadas. Não deixa de ser também uma medida preventiva para evitar uma cláusula de tag along e uma queda de braço com minoritários no caso de uma eventual venda do controle.  Na paralela, a Tarpon embala um agressivo plano de aquisições para a Somos. A companhia pretende chegar a 30 mil alunos até 2018 – um aumento de 40% em relação à base atual. A meta da Tarpon é dobrar o faturamento da Somos em até três anos, chegando à marca de R$ 3 bilhões.

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 A Tarpon prepara sua primeira grande investida desde que assumiu o controle da antiga Abril Educação, atual Somos. O grupo estaria em negociações para a compra da Universidade Veiga de Almeida, do Rio de Janeiro, que reúne cerca de 15 mil alunos. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Somos e Veiga de Almeida.

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12.11.15
ED. 5246

Três lições de investimento na área de ensino

1. A liderança mundial no segmento de educação privada da inglesa Cognita valeu apenas uma única aquisição no mercado brasileiro desde 2012. Perdeu para a Somos Educação – antiga Abril – a disputa para a compra das escolas Motiva e Sigma. O acanhado currículo vai mudar de figura. A Cognita parte para cima da GGE, que tem quatro colégios em Pernambuco. A companhia está ainda para fechar uma aquisição no Rio de Janeiro. O movimento é uma resposta à pressão da KKR, uma das maiores acionistas da Cognita. 2. Assumir a dianteira do mercado de educação superior é pouco para os planos mirabolantes da Kroton, que se fundiu com a Anhanguera. Rodrigo Galindo, presidente da companhia, está revirando os números da Somos Educação. O empresário já teve contatos com representantes da gestora Tarpon, dono da Somos. Se for bem-sucedida na investida, a Kroton se tornará um gigante na educação básica, com quase um milhão de alunos, três mil escolas associadas e uma receita de R$ 3 bilhões. 3. No andar de baixo, o grupo cearense Ari de Sá , com 110 mil alunos atendidos pelo seu sistema de ensino, está ganhando o auxílio luxuoso da General Atlantic, gestora de fundos de private equity norteamericana, com US$ 20 bilhões em ativos. A companhia, que tem um terço do capital do grupo nordestino, pretende não apenas aumentar a sua participa- ção no negócio como também injetar aproximadamente R$ 150 milhões na expansão da rede de ensino do Ari de Sá além das divisas do Nordeste. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Cognita e GGE.

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