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10.04.18
ED. 5843

Uma saída de emergência para a Mendes Junior

A Mendes Junior abriu negociações com o Ministério da Transparência (CGU) na tentativa de fechar um acordo de leniência. É a bala de prata do nonagenário empreiteiro Murillo Mendes. Hoje, como está, a companhia parece caminhar para o seu crepúsculo. Foi declarada inidônea pela CGU, proibida também pelo TCU de fechar contratos com o setor público e está no meio de um complexo processo de recuperação judicial.

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16.01.18
ED. 5787

Aridez financeira

Os credores da Mendes Junior estão preocupados com a capacidade da empreiteira de gerar caixa. Hoje, a construtora teria apenas cinco contratos em carteira e estaria suando para honrar seus compromissos, mesmo com a recuperação judicial e a suspensão do pagamento de dívidas.

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03.01.18
ED. 5778

Contagem regressiva

Os dirigentes e advogados da Mendes Junior viraram o ano debruçados sobre as “contra-contra-propostas” que terão de ser apresentadas aos credores da empreiteira até o dia 25 de janeiro. A tendência é que a companhia aceite parte das mudanças impostas para a aprovação do plano de recuperação judicial. A mais crucial delas é a redução do prazo de carência para o pagamento de R$ 46 milhões a fornecedores, que cairia de 15 anos para três anos.

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29.11.17
ED. 5755

Pressão sobre a Mendes Junior

A expectativa entre os credores da Mendes Junior é que a companhia aceitará, mesmo a fórceps, a contraproposta apresentada na semana passada para o pagamento do seu passivo. O ponto central é a anistia de três anos para o início da quitação das dívidas. Conforme o RR informou em 14 de novembro, os credores não aceitaram proposta original da empreiteira, que empurrava o desembolso para o longínquo horizonte de 15 anos.

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14.11.17
ED. 5745

Qual o tempo da Mendes Junior?

Há um ponto específico do plano de recuperação judicial apresentado pela Mendes Junior que os credores não vão deixar passar: o longo tempo de carência para o pagamento da dívida. A empreiteira propôs quitar seu passivo em parcela única a ser desembolsada somente daqui a 15 anos. A questão crucial para os bancos é: será que a Mendes Junior tem esse tempo? Seu fundador e decano da construção pesada, Murillo Mendes, é um homem de 91 anos. Seu sobrinho e sucessor natural, Sergio Cunha Mendes, ex-presidente da empreiteira, já foi condenado em segunda instância a 27 anos de prisão.

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01.11.17
ED. 5737

Um acordo para a Mendes Junior

A Mendes Junior abriu tratativas com o Ministério da Transparência/CGU e o MPF para firmar um acordo de leniência.

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11.09.17
ED. 5701

Arena pantanosa

O governo do Mato Grosso está entrando na Justiça para exigir a indisponibilidade de bens da Mendes Junior. O motivo é o descumprimento do contrato de construção da Arena Pantanal – três anos após a Copa do Mundo, as obras ainda não foram concluídas. Perto dos demais problemas da empreiteira – executivo condenado, inidoneidade, recuperação judicial – parece uma questão menor. Mas pode virar um bicho maior: em sua delação, o ex-governador Silval Barbosa já confessou o pagamento de propina à Mendes Junior.

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06.09.17
ED. 5699

Desespero

Condenado em segunda instância a 47 anos, Sergio Cunha Mendes, ex-vice-presidente da Mendes Junior, reabriu negociações com o MPF na tentativa de fechar um acordo de delação. Até agora, o que já ofereceu em troca não animou os procuradores.

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24.08.17
ED. 5690

Lava Jato em Madri

A Lava Jato pretende colher na Espanha o depoimento de Rodrigo Tacla Duran, acusado de operar 12 contas offshore com recursos desviados de contratos públicos. Má notícia para as já enlameadas Mendes Junior e UTC Engenharia, que fariam parte do esquema. Em julho, a Lava Jato tentou a extradição de Duran, negada pela Justiça espanhola – ele tem dupla nacionalidade.

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17.08.17
ED. 5685

Lenta agonia

Os credores da Mendes Junior têm criticado a morosidade do processo de recuperação judicial da empreiteira, sobretudo depois que o caso foi transferido de Minas Gerais para São Paulo. Um ano e três meses após a sua apresentação, o plano de recuperação sequer foi votado.

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16.06.17
ED. 5641

Memória longeva

O decano dos empreiteiros, o nonagenário Murillo Mendes, está disposto a pagar o preço pela declaração de idoneidade e a recuperação judicial da Mendes Junior. Nem que o preço seja a sua delação premiada.

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31.05.17
ED. 5630

Uma arena cada vez mais pantanosa

O governo do Mato Grosso entrou na Justiça contra a Mendes Junior. Três anos após a Copa do Mundo, cobra uma indenização de R$ 17 milhões da empreiteira, que entregou a Arena Pantanal com as obras inconclusas. Não uma, mas duas vezes. No ano passado, por decisão judicial, a Mendes Junior retomou o projeto e pouco depois interrompeu as obras novamente. O governo do estado aguarda ainda autorização da Justiça para contratar outra construtora a quem caberá terminar o trabalho. É muito contencioso para tão pouco torcedor: a Arena tem uma média de ocupação inferior a 5%. Procurados, o governo do Mato Grosso e a Mendes Junior não se pronunciaram.

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O eterno canteiro de obras é o menor dos problemas da Arena Pantanal. Segundo uma fonte do Ministério Público, o estádio é um dos próximos alvos da Lava Jato. Trata-se do segundo tempo da operação realizada na semana passada, que culminou nas prisões dos ex-governadores Agnelo Queiroz e José Roberto Arruda, acusados de superfaturamento nas obras do Mané Garrincha, em Brasília.

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26.04.17
ED. 5606

A vez da Mendes Junior?

A Mendes Junior iniciou tratativas com o Ministério Público Federal para um acordo de leniência. Na paralela, Sergio Cunha Mendes, sobrinho de Murillo Mendes, negocia sua delação com a força tarefa de Curitiba. Agora, pode ser tarde. Sérgio já foi condenado pelo juiz Sérgio Moro a 19 anos e quatro meses de prisão.

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06.02.17
ED. 5554

Construtora Série B

O Ministério da Integração deve aprovar ainda neste mês a proposta da construtora Passarelli para concluir as obras de transposição do Rio São Francisco no Eixo Norte, um contrato de R$ 440 milhões. É mais um exemplo de empreiteira da segunda divisão que se aproveita da Lava Jato. A obra estava com a Mendes Junior, que desistiu do projeto.

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08.11.16
ED. 5491

Endividada

• A Chesf estaria com dificuldades para honrar o pagamento de fornecedores e outros compromissos de curto prazo da hidrelétrica de Xingó, na divisa entre Sergipe e Alagoas. Cerca de R$ 600 milhões do orçamento da usina estão bloqueados pela Justiça de Pernambuco por conta de um contencioso entre a estatal e a Mendes Junior, a Constran e a Companhia Brasileira de Projetos e Obras (CBPO). As três empreiteiras cobram da Chesf supostas dívidas referentes à construção da hidrelétrica de Xingó. A pendenga é antiga: a usina foi inaugurada há 23 anos. • Procuradas pelo Relatório Reservado, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  Chesf.

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21.10.16
ED. 5480

Mendes Junior

 Mais do que uma punição, a decisão do governo de abrir uma nova licitação para o Projeto de Integração do São Francisco representou um alívio para a Mendes Junior. Com dificuldades de obter financiamento, a obra tornou-se um fardo para a construtora, que está em recuperação judicial.

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11.08.16
ED. 5431

Rodoanel é uma estrada sem fim para Isolux e Mendes Junior

 A tolerância do governo de São Paulo com a espanhola Isolux e a Mendes Junior chegou ao fim. Segundo o RR apurou, o Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) já está tomando as providências jurídicas necessárias para o rompimento do contrato com as duas empresas, líderes do consórcio responsável pela construção do trecho norte do Rodoanel. Pelo cronograma original, a obra deveria ter sido inaugurada em fevereiro deste ano, mas, até o momento, apenas 54% do projeto estão concluídos. No início do ano, pressionada pelo governo de São Paulo, Isolux e Mendes Junior teriam se comprometido a acelerar as obras e até mesmo buscar parceiros para tocar o empreendimento. Mas não fizeram nem uma coisa nem outra, praticamente enterrando qualquer possibilidade de nova negociação com o governo.  Por se tratar de um dos maiores projetos de infraestrutura no estado, os atrasos na construção do Rodoanel têm gerado um razoável desgaste para o governo de Geraldo Alckmin. Talvez seja por isso que as próprias autoridades estaduais estejam confusas quanto à melhor maneira de tratar o caso publicamente. Procurada pelo RR, a assessoria do governador Alckmin negou os atrasos e o rompimento do contrato com as duas empresas. No entanto, a própria Dersa, um órgão estatal, informou ao RR que discute com a Isolux e a Mendes Junior “divergências relativas às obras do lote 1 do Rodoanel Norte”. A empresa confirmou que “o contrato poderá ser, inclusive, rescindido”.  O contencioso com o governo de São Paulo fragiliza ainda mais a situação tanto da Isolux quanto da Mendes Junior. A empreiteira brasileira foi tragada pela Lava Jato e entrou em recuperação judicial. Ainda que por outros motivos, a Isolux não vive melhor sorte. A grave crise financeira que afeta o grupo na Espanha se espraiou pela operação brasileira. A subsidiária, que entrou em recuperação extrajudicial no início do ano, está se desfazendo de seus ativos na área de transmissão. Os espanhóis esperam anunciar nas próximas semanas a venda de suas participações no setor para a Brookfield, incluindo seu maior projeto: o linhão de Tucuruí ligando Manaus a Macapá. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Isolux e Mendes Junior.

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18.04.16
ED. 5350

Fora de cena

 A rotina de trabalho de Murilo Mendes tem intrigado até mesmo seus mais próximos e antigos colaboradores. A presença do octogenário empreiteiro na sede da Mendes Junior é cada vez mais rara. Logo agora… Procurada pela RR, a Mendes Junior não comentou o assunto.

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18.03.16
ED. 5330

Toma lá, dá cá

 Vai sobrar para Minas Gerais. O empreiteiro Sergio Cunha Mendes negocia um acordo de delação premiada. Ressalte-se que o ex-vicepresidente da Mendes Junior já foi condenado por Sergio Moro a 19 anos de prisão.  Nos cálculos da Lava Jato, o iminente acordo de leniência com a UTC Engenharia, de Ricardo Pessoa, deverá render algo em torno de R$ 600 milhões. Procurada pelo RR, a Mendes Junior não comentou o assunto.

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19.02.16
ED. 5310

Mendes Junior deixa o metrô passar

  Por vias oblíquas, a Lava Jato desembocou no metrô paulista. O Palácio dos Bandeirantes já dá como certa a necessidade de uma nova licitação para a conclusão das obras do monotrilho da linha 17 ao longo da Avenida Jornalista Roberto Marinho, um dos projetos viários mais encruados da cidade. O mais provável é que a concorrência seja realizada no segundo semestre, o que empurraria a retomada dos trabalhos para 2017.  Mesmo que indiretamente, é mais um projeto de infraestrutura abalroado pelo petrolão. Convocada pelo governo paulista para tocar o empreendimento, de R$ 260 milhões, a Mendes Junior – segunda colocada na licitação em parceria com a construtora Heleno & Fonseca – já teria sinalizado que não vai pegar este trem andando. Falta-lhe fôlego para assumir a operação. Atropelada pela Lava Jato – o herdeiro Sergio Mendes Cunha já foi condenado a 19 anos de prisão –, a empreiteira se contorce para concluir os projetos em andamento. Consultado, o Metrô paulista informou que poderá abrir novo processo licitatório caso “os segundos colocados não tenham interesse” em assumir a obra.  A própria postura do governo paulista não ajuda a desatar o nó do projeto. Que o digam a Andrade Gutierrez e a CR Almeida. Vencedoras da concorrência e responsáveis pelas obras, as duas construtoras entraram com uma ação na Justiça para rescindir o contrato. O Metrô de São Paulo não estaria cumprindo uma série de cláusulas do contrato, algo que a concessionária nega. Procurado pelo RR, a Mendes Junior não comentou o assunto.

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15.12.15
ED. 5269

Mendes Júnior

 A Mendes Júnior estaria negociando um acordo de leniência com a Justiça. Três dirigentes da empreiteira já foram condenados por Sergio Moro, entre eles Sergio Cunha Mendes, sobrinho de Murilo Mendes, sentenciado a 19 anos e quatro meses de prisão. Procurada, a Mendes Junior não retornou.

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10.11.15
ED. 5244

Mendes Júnior

 Na mesma semana em que seu ex-vice-presidente Sergio Cunha Mendes foi condenado a 19 anos de prisão, a direção da Mendes Júnior se reuniu para discutir uma navalhada nos custos da companhia. As medidas deverão ser anunciadas nos próximos dias, entre elas o fechamento de três dos seis escritórios da empreiteira no país. A empresa não se pronunciou.

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29.09.15
ED. 5216

Rodoanel passa cada vez mais longe da Mendes Junior

A Mendes Junior vive um momento delicado. De um lado, a Lava Jato avança ainda mais sobre a empreiteira, no rastro da delação do ex-gerente da área internacional da Petrobras, Eduardo Musa; do outro, a companhia corre o risco de perder um de seus negócios mais importantes. O governo de São Paulo já cogita a possibilidade de suspender o contrato de construção do trecho Norte do Rodoanel, um projeto de aproximadamente R$ 700 milhões. O motivo seriam os atrasos nas obras, que estariam relacionados a dificuldades de caixa da Mendes Junior. O esgarçamento das relações entre a empresa e o Palácio Bandeirantes não vem de hoje. Nos primeiros quatro meses do ano, a estatal Dersa – Desenvolvimento Rodoviário S/A – teria enviado quase uma dezena de notificações à empreiteira pelo descumprimento de etapas do projeto. Em abril, o governo e a companhia ensaiaram uma trégua, com a renegociação dos prazos. No entanto, de lá para cá, a situação teria se agravado. A Mendes Junior estaria atrasando o pagamento de operários e de prestadores de serviços subcontratados, que, por sua vez, responderiam com operações-tartaruga. De acordo com informações filtradas junto ao próprio governo de São Paulo, no atual ritmo a expectativa é que o trecho Norte da principal obra de infraestrutura rodoviária do estado só fique pronto no segundo semestre de 2018. Ressalte-se que a data de inauguração já havia sido postergada de junho de 2016 para junho de 2017. Oficialmente, a Dersa garante que este prazo está mantido. No entanto, segundo o RR apurou, o governo paulista já estaria estudando os procedimentos a serem adotados em caso de ruptura do contrato. As hipóteses sobre a mesa iriam da convocação da segunda colocada na concorrência, a Odebrecht, à realização de uma nova licitação.

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