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05.09.17
ED. 5698

Reconstrução

Sinal de vida no mercado imobiliário: a Gafisa iniciou a venda de três empreendimentos em São Paulo e já faz planos de lançar outros dois condomínios residenciais na cidade no último bimestre do ano. Para uma empresa que vem de um prejuízo de R$ 1870 milhões no segundo trimestre, haja estômago!

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25.07.17
ED. 5668

Gafisa testa o mercado

Após passar todo o primeiro semestre em branco, a Gafisa vai retomar os lançamentos imobiliários nos próximos meses – informação confirmada pela empresa. Mas devagar, devagarinho. A prioridade da incorporadora é reduzir o estoque de imóveis encalhados, que beira R$ 1,5 bilhão.

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30.05.17
ED. 5629

Um teto para Sam Zell

O Equity International – fundo de US$ 2 bilhões do investidor norte-americano Samuel Zell – mantém conversas preliminares para comprar uma participação na Tenda, construtora voltada à população de baixa renda. De certa forma, é como se Zell retornasse à antiga casa. Por muitos anos, o investidor foi sócio da Gafisa, então controladora da Tenda.

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08.05.17
ED. 5613

Fundos fazem fila na porta da Tenda

Além da Jaguar Real Estate, que está adquirindo entre 20% e 30% da Tenda, a Gafisa estaria em conversações com outros dois fundos internacionais dispostos a entrar no capital da controlada. Quem te viu quem te vê. Antes deficitária, a Tenda virou os quindins da Gafisa com a forte expansão das habitações populares – aliás, o que sobrou do setor.

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20.04.17
ED. 5603

Reconstrução

A Mac Empreendimentos Imobiliários, que encerrou uma joint venture de 11 anos com a Cyrela, já saiu em busca de uma nova “cara-metade”. O seu principal alvo seria a Gafisa.

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30.03.17
ED. 5589

Gafisa desiste de morar em Alphaville

A Gafisa pretende vender sua fatia de 30% no capital da Alphaville Urbanismo. A participação está avaliada em aproximadamente R$ 500 milhões. Em 2013, a Gafisa negociou os outros 70% para o Pátria Investimentos e o fundo norte-americano Blackstone. Na ocasião, com o mercado imobiliário ainda no Olimpo, a Alphaville respondia por mais de 40% dos resultados do grupo. No ano passado, só se fez notar no balanço da Gafisa pelo prejuízo de pouco mais de R$ 20 milhões.

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06.02.17
ED. 5554

Fato raro: o governo foi rápido no gatilho

Com o novo pacote de estímulo o financiamento habitacional, que inclui a criação de mais uma faixa no Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e a ampliação do uso do FGTS, o governo espera aparar arestas que ele próprio criou no setor. Grandes incorporadoras imobiliárias à frente do MCMV, como MRV e Gafisa/Tenda, ameaçaram pisar no freio depois das recentes mudanças nas regras do FGTS. Em dezembro, a Fazenda anunciou a liberação os saques de contas inativas do Fundo, reduzindo a oferta de recursos para o crédito imobiliário.

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11.01.17
ED. 5536

Grandes construtoras querem distância do “Risco PDG”

Como se não bastassem os credores, que cobram uma dívida superior a R$ 7,5 bilhões, a PDG enfrenta um “motim” entre seus principais parceiros comerciais. Cyrela, Gafisa, Queiroz Galvão, entre outras construtoras, exigem o rompimento das Sociedades de Propósito Específico (SPEs) criadas em conjunto com a combalida companhia. A preocupação destas empresas é evitar que a crise financeira da PDG e um eventual pedido de recuperação judicial contaminem não só os projetos em comum, mas, por extensão, seus próprios negócios.

A porta para esta diáspora societária já está entreaberta. No fim do ano passado, a PDG e a HM1 – leia-se a Hemisfério Sul Investimentos e a gestora norte-americana Farallon – firmaram o descruzamento de suas participações em 18 SPEs. O “Risco PDG” é considerável. Uma recuperação judicial e a consequente suspensão dos pagamentos da incorporadora atingiriam em cheio os empreendimentos pendurados nas SPEs. Cyrela, Gafisa, Queiroz Galvão e cia. temem pelo pior: o gradativo colapso dessas sociedades.

Até porque, na luta pela sobrevivência, a tendência natural é que a PDG dê prioridade aos projetos que controla integralmente. A questão é como descosturar em tempo hábil a teia societária à qual a PDG está amarrada. A companhia está em mais de 700 SPEs, boa parte delas com a presença de terceiros. O distrato de cada uma dessas sociedades passa por complexas negociações de compra e venda das respectivas participações, a exemplo do que foi feito com a HM1.

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01.11.16
ED. 5487

Prenúncio

 No mercado imobiliário, a decisão da Gafisa de antecipar para este ano a oferta de ações da Tenda, sua subsidiária, foi interpretada como uma garantia de que o governo anunciará até dezembro uma nova fase do “Minha Casa Minha Vida”. O programa é responsável por mais de 70% das vendas da construtora.

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27.09.16
ED. 5463

Funcef sai da Gafisa pela porta dos fundos

 A venda de ações da Gafisa realizada pela Funcef na semana passada é apenas o início do fim. Segundo informações filtradas junto à própria entidade, o fundo de pensão pretende se desfazer integralmente da sua participação na incorporadora imobiliária – já reduzida de 6,3% para 4,6%. O que chama a atenção neste caso é o timing do desinvestimento. Pode ser apenas uma coincidência, mas o fato é que a venda em bolsa de títulos da Gafisa ocorreu somente 15 dias após o advento da Operação Greenfield, que investiga irregularidades nos fundos de pensão.  Funcef e Gafisa – esta, ainda que de maneira indireta – foram duas das protagonistas da ação conduzida pela Polícia Federal no início deste mês. Na ocasião, a PF cumpriu o mandato de prisão temporária de Mauricio Marcellini Pereira, então diretor de investimentos da fundação e representante da entidade no Conselho da Gafisa. Marcellini chegou a ser afastado do board da incorporadora, mas ontem foi reintegrado ao cargo. No entanto, segue fora do comitê de auditoria da empresa. Procurada, a Funcef disse “não ter porta-voz disponível” para tratar do assunto.  O investimento da Funcef na Gafisa está diretamente associado à gestão de Mauricio Marcellini. O fundo de pensão teria atingido a posição superior a 6% do capital no fim de 2012, poucos meses depois de Marcellini assumir a diretoria de investimentos. Toda esta construção, que já durava quase quatro anos, começou a ser desmontada. Ao reduzir sua participação para um patamar inferior a 5% das ordinárias, a Funcef automaticamente se distancia da administração da Gafisa. O fundo de pensão deverá perder seu assento no conselho da incorporadora.

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 Lotes e lotes de ações da Gafisa na Bovespa. No mercado, ninguém tem dúvida de que a Pátria Investimentos ficou com uma parte expressiva do que foi negociado.

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19.05.16
ED. 5372

Um “interventor” entre as paredes da Gafisa

 Dois anos após se aproveitar da degola do então CEO Duilio Calciolari para ascender à presidência da Gafisa, agora o próprio Sandro Gamba é que estaria com o pescoço à beira da guilhotina. Segundo informações filtradas junto à construtora, o novo presidente do Conselho da Gafisa, Odair Garcia Senra, chega como uma espécie de interventor. Sócio da Brio Investimentos e com mais de 40 anos de estrada no setor imobiliário, Senra teria recebido carta branca dos acionistas para promover mudanças na direção executiva e participar ativamente da gestão. A dança das cadeiras atingiria não apenas Sandro Gamba, mas também o diretor de operações, Luiz Carlos Siciliano. Consultada, a Gafisa nega mudanças na gestão executiva.  A lista de desafios do “interventor” Odair Senra incluiria a redução do estoque de terrenos e imóveis, um drástico corte dos custos operacionais e, acima de tudo, um freio nos prejuízos da Gafisa. Ou seja: tudo o que a atual gestão não vem conseguindo. O resultado do primeiro trimestre foi mal recebido pelo mercado – desde a divulgação, no início do mês, as ações caíram 10%. A companhia teve um prejuízo de R$ 58 milhões, contra um lucro de R$ 20 milhões nos primeiros três meses de 2015. Pior ainda foi a performance comercial. A receita líquida (R$ 170 milhões) caiu à metade na comparação com o mesmo intervalo.

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03.05.16
ED. 5360

Tenda

 A construtora Tenda, que depende fundamentalmente do “Minha Casa, Minha Vida”, revisou mais uma vez sua projeção de lançamentos para 2016. A subsidiária da Gafisa cortou a cifra de R$ 1 bilhão para R$ 700 milhões. Procurada pelo RR, a Tenda não comentou o assunto.

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22.12.15
ED. 5274

Liquidação

 A exemplo da controlada Tenda, a Gafisa também está reduzindo seu banco de terrenos. A construtora tem cerca de R$ 6 bilhões de propriedades em seu estoque. A ideia é reduzir esse encalhe em 10%. Procuradas pelo RR, a Gafisa não comentou o assunto.  

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22.07.15
ED. 5168

Aposta na Gafisa

Na semana passada, a Polo Capital aumentou sua participação na Gafisa de 14% para 18%. Agora, negocia com fundos a compra de mais 2%. Coincidência ou não, as movimentações da Polo se dão no momento em que circulam informações no mercado sobre o interesse do fundo árabe Red Sea Housing em adquirir o controle da Gafisa, o que dispararia um rentável tag along.

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A gestora de recursos árabe Red Sea Housing, que já se associou a  Direcional Engenharia, está em negociações para a compra de uma participação na Gafisa. Trata-se de uma operação dois em um: entrar na Gafisa significa ter também um pedaço da Tenda, especializada na construção de imóveis para a população de baixa renda.

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20.05.15
ED. 5124

Fundo norueguês

 Entre a Lava Jato e um mercado imobiliário em crise, o fundo soberano da Noruega nem pensa duas vezes. Nos últimos dias, o Government Pension Fund Global se desfez de um expressivo lote de ações da Alpargatas, leia-se Camargo Corrêa. Em contrapartida, tem disparado sucessivas ordens de compra de papéis da Gafisa.

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13.02.15
ED. 5062

Já vai tarde

A Gafisa está tentando empurrar a deficitária Tenda, seu braço no segmento de habitação popular, para um fundo de investimentos imobiliários de origem árabe.

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