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Brasil é a aposta da GM Argentina para reduzir seus estoques
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Dexco elege como prioridade reduzir a pressão de sua dívida
25/03/2025A Dexco, leia-se Itaúsa, vai apertar os cintos em 2025. O ciclo de grandes investimentos – como a construção da fábrica de celulose solúvel, em Indianópolis (MG), ao custo de US$ 1,4 bilhão – parece ter chegado ao fim. A ordem para este ano é preservar o máximo possível do caixa e reduzir o desconfortável nível de alavancagem.
A relação dívida líquida/Ebitda fechou o ano de 2024 em três vezes, um sarrafo elevado para os padrões conservadores da companhia. No fim de 2021, por exemplo, a relação era de um para um. Entre os dirigentes da Dexco, há o entendimento de que é preciso dar ao mercado demonstrações mais firmes de compromisso com o aumento da geração de caixa e dos resultados.
Mesmo após importantes ajustes, como a venda da fabricante de chuveiros Corona e de 50% da sua subsidiária de ativos florestais, o papel segue sendo penalizado pelos investidores. Nos últimos seis meses, a companhia dos Setubal perdeu 30% do seu valor de mercado. Procurada, a Dexco não se pronunciou.
O “imperador” Skaf pavimenta seu caminho ao comando da Fiesp
25/03/2025O processo sucessório da Fiesp tem tudo para ser um samba de uma nota só. Uma nota velha, ressalte-se. A tendência é que apenas o ex-presidente Paulo Skaf registre chapa para a sucessão de Josué Gomes da Silva – as inscrições terminam em 7 de abril. Skaf não faz por menos. Diz a quem quiser ouvir que já tem o apoio de mais de 90% do colégio eleitoral, ou seja, dos sindicatos patronais reunidos sob a égide da Fiesp. A se confirmar, Skaf, o industrial sem indústria, voltará ao comando da entidade quase que por aclamação, como sempre almejou. E o governo Lula passará a ter um opositor a falar pelo empresariado paulista.