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Indústria
O processo sucessório da Fiesp tem tudo para ser um samba de uma nota só. Uma nota velha, ressalte-se. A tendência é que apenas o ex-presidente Paulo Skaf registre chapa para a sucessão de Josué Gomes da Silva – as inscrições terminam em 7 de abril. Skaf não faz por menos. Diz a quem quiser ouvir que já tem o apoio de mais de 90% do colégio eleitoral, ou seja, dos sindicatos patronais reunidos sob a égide da Fiesp. A se confirmar, Skaf, o industrial sem indústria, voltará ao comando da entidade quase que por aclamação, como sempre almejou. E o governo Lula passará a ter um opositor a falar pelo empresariado paulista.
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