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A Dexco, leia-se Itaúsa, vai apertar os cintos em 2025. O ciclo de grandes investimentos – como a construção da fábrica de celulose solúvel, em Indianópolis (MG), ao custo de US$ 1,4 bilhão – parece ter chegado ao fim. A ordem para este ano é preservar o máximo possível do caixa e reduzir o desconfortável nível de alavancagem.
A relação dívida líquida/Ebitda fechou o ano de 2024 em três vezes, um sarrafo elevado para os padrões conservadores da companhia. No fim de 2021, por exemplo, a relação era de um para um. Entre os dirigentes da Dexco, há o entendimento de que é preciso dar ao mercado demonstrações mais firmes de compromisso com o aumento da geração de caixa e dos resultados.
Mesmo após importantes ajustes, como a venda da fabricante de chuveiros Corona e de 50% da sua subsidiária de ativos florestais, o papel segue sendo penalizado pelos investidores. Nos últimos seis meses, a companhia dos Setubal perdeu 30% do seu valor de mercado. Procurada, a Dexco não se pronunciou.
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