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Governo
A Embrapa deu um passo importante para entrada efetiva do Brasil na economia do mar. Segundo o RR apurou, a estatal alinhavou um protocolo de intenções com o Colégio Brasileiro de Altos Estudos da UFRJ para criar a Rede Agicultura Brasil. De acordo com o documento, ao qual a publicação teve acesso, o objetivo é fomentar o desenvolvimento de cadeias de produtivas de algas nativas e exóticas com interesse comercial no Brasil e no mercado internacional. A parceria confirma a posição da Embrapa como o agente da esfera federal mais comprometido em fomentar a pesquisa, o desenvolvimento tecnológico e a exploração sustentável dos recursos marinhos brasileiros – como antecipou o RR hoje pela manhã (https://relatorioreservado.com.br/noticias/governo-bate-cabeca-e-deixa-embrapa-do-mar-a-deriva/). Ou seja: o atraso nas discussões em torno dessa agenda deve ser debitado na conta dos demais órgãos envolvidos na iniciativa – a exemplo de Casa Civil, Ministério da Ciência e Tecnologia, Ministério da Agricultura, Marinha, BNDES, Finep, CNPq, entre outros -, como informou o RR.
O acordo entre a Embrapa e a UFRJ mira a estruturação e implementação de programas, projetos e ações de pesquisa e inovação (PD&I) de alto impacto para o cultivo desses organismos. Embrapa e UFRJ pretendem ainda promover a conectividade entre centros de pesquisa, instituições de ensino, instituições de transferência de tecnologia e extensão rural, setor produtivo e comunidades locais. Tudo pode ser resumido a um intuito: transformar o Brasil em referência mundial em agicultura sustentável.
O memorando de intenções prevê, desde já, uma série de ações, tais como:
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