Aporte de capital e grupamento de ações entram no radar da Marisa

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Aporte de capital e grupamento de ações entram no radar da Marisa

  • 1/04/2026
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A família Goldfarb, controladora da Lojas Marisa, discute um redesenho emergencial da estrutura de capital da empresa. O que se ouve no mercado é que o clã avalia uma nova injeção de capital, com a possibilidade de combinar recursos próprios com a entrada de um novo investidor. Consta que, no passado recente, o BTG, um dos principais credores da companhia, demonstrou interesse em ficar com uma fatia do negócio. Ressalte-se que os Goldfarb têm margem de manobra de sobra para reduzir sua participação e manter o controle com folga. A família detém 92% do capital da rede varejista. Antes de uma eventualcapitalização, os acionistas consideram praticamente inevitável um grupamento de ações da Marisa, na tentativa de conter o esfarelamento do papel. Os títulos da rede varejista são negociados desde o fim de janeiro abaixo de R$ 1, ou seja, muito além dos 30 pregões de limite permitidos pela B3. A companhia já foi notificada formalmente pela Bolsa.

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