Alvo da Operação Carbono Oculto, Reag cresceu 14 vezes em cinco anos - Relatório Reservado

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Alvo da Operação Carbono Oculto, Reag cresceu 14 vezes em cinco anos

  • 28/08/2025
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A Operação Carbono Oculto, deflagrada hoje pela Receita e pela Polícia Federal, lança luz sobre a Reag Investimentos e seu frenético crescimento. Em 2020, a gestora de João Carlos Mansur somava apenas R$ 21 bilhões em ativos. Três anos depois, pulou para R$ 163 bilhões. Neste ano, bateu a marca de R$ 300 bilhões sob gestão. Ou seja: em cinco anos, a Reag multiplicou sua base de ativos em 14 vezes. Nesse período, a firma de investimentos fez mais de uma dezena de aquisições – a maior delas, a da Empírica, que à época (junho de 2024) somava cerca de R$ 9 bilhões em ativos. Não obstante a sequência de M&As, a maior parte do crescimento se deu de forma orgânica, com captação junto a clientes. Hoje pela manhã, a Reag foi um dos 350 alvos de mandados de busca e apreensão na megaoperação da Receita e da PF que investiga o envolvimento do crime organizado, notadamente o PCC, em setores formais da economia. Em nota à imprensa, a Reag afirmou que “está colaborando integralmente com as autoridades competentes, fornecendo as informações e documentos solicitados”. A companhia diz ainda que “permanecerá à disposição para esclarecimentos” e que manterá acionistas e o mercado informados sobre o caso.

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