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Em busca de um tonificante para o seu caixa, a União Química trabalha com dois princípios ativos, não necessariamente excludentes. Em paralelo às negociações para a venda de parte do seu capital, que se desenrolam há pelo menos quatro meses, o laboratório farmacêutico avalia uma nova emissão de dívida. Segundo informações filtradas pelo RR, a operação se daria mediante o lançamento de debêntures. O que se diz à boca miúda no mercado é queque potenciais investidores já vêm sendo sondados. Seria a sétima emissão de títulos dessa espécie. Na mais recente, em abril do ano passado, a União Química levantou R$ 750 milhões. Some-se a isso a cifra que o empresário Fernando Marques, controlador da companhia, pretende amealhar com a venda de uma participação minoritária. As conversas com fundos nacionais e internacionais giram em torno de R$ 1 bilhão. A combinação entre emissão de equity e de debt se justifica pelo apetite expansionista do laboratório. A União Química está no páreo para comprar o Medley, um dos maiores fabricantes de medicamentos genéticos do país, colocado à venda pela francesa Sanofi.
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