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Há um zunzunzum no setor sucroalcooleiro de que a China Co-op, um potentado do agronegócio, tem interesse nas usinas de açúcar e álcool que serão colocadas à venda pelo Grupo Virgolino de Oliveira (GVO). Em recuperação judicial, com uma dívida na casa de R$ 10 bilhões, o GVO pretende leiloar as unidades de usinas de José Bonifácio, Monções e Itapira, no interior paulista. Estima-se que as três somadas valham algo como R$ 2 bilhões. Todas as usinas estão desativadas, o que não chega a ser um impeditivo para a China Co-op. Pelo contrário. Ao que tudo indica, trata-se de uma estratégia dos chineses comprar ativos depreciados no Brasil. Foi assim na aquisição da usina Dracena, firmada no ano passado em parceria com a brasileira Wagro Trade. A planta estava fora de operação há sete anos. Também conhecida como Federação Chinesa de Cooperativas de Abastecimento e Comercialização, a China Co-op é uma das maiores cooperativas agrícolas do mundo. Como quase tudo que vem da China, os números são superlativos. O conglomerado reúne mais de dois milhões de cooperativados e gerou no passado um total de negócios da ordem de US$ 850 bilhões.
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