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09.03.18
ED. 5822

Montadoras correm atrás dos títulos verdes

Grandes montadoras, a exemplo de Volkswagen e Ford, estão mobilizadas em torno da aprovação do projeto de lei 284/2014, em tramitação no Senado. O PL propõe que projetos industriais com contrapartidas ambientais pos- sam ser financiados com a emissão dos chamados títulos verdes. A produção de veículos menos poluentes seria uma das atividades beneficiadas. A indústria automobilística usa o apelo social como forma de convencimento dos parlamentares: mostra estudos de que o custo de financiamento mais baixo vai acelerar as recontratações no setor. Em tempo: no caso específico da Volkswagen, a possibilidade de investimento em automóveis menos poluentes serviria como uma espécie de purga de seus pecados na matéria. A companhia admitiu ter fraudado testes de emissão de gases da linha Amarok.

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27.12.17
ED. 5774

Lenta retomada

Executivos da Mercedes-Benz, MAN, Volkswagen e congêneres respiram um pouco aliviados: as vendas de chassis de ônibus deverão crescer algo em torno de 7% neste ano. Mas ainda há uma íngreme ladeira pela frente: nos três anos anteriores, a queda acumulada passou dos 50%.

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11.12.17
ED. 5763

CSN e Usiminas batem de frente com montadoras

As negociações entre o setor automotivo e a indústria siderúrgica em torno do reajuste dos preços do aço para 2018 têm sido mais duras do que o habitual. As montadoras – leia-se, notadamente, Volkswagen, Fiat, General Motors e Ford – ameaçam reduzir encomendas no mercado interno e aumentar as importações do insumo caso os fabricantes da matéria-prima não recuem em suas exigências. Na outra ponta deste cabo de guerra estão Usiminas e CSN, as duas principais fornecedoras para o segmento automotivo.

A siderúrgica mineira tenta impor um aumento da ordem de 25%. Já a companhia de Benjamin Steinbruch teria colocado sobre a mesa um reajuste entre 30% e 35%. Na média, os fabricantes de veículos consideram que o limite do razoável é um índice de 20%. Procurada, a Usiminas confirmou o pedido de 25% e garantiu que “as negociações com cada cliente seguem normalmente.” CSN, Fiat, Volkswagen, GM, Ford e Anfavea não se pronunciaram.

Nos bastidores, as montadoras acusam as siderúrgicas de pressionar o governo a aumentar as alíquotas de importação do aço. Uma vez adotada. a medida enfraqueceria o principal trunfo da indústria automobilística na queda de braço com os fornecedores. Consultado, o Instituto Aço Brasil diz não ter conhecimento sobre “pleito de elevação de imposto de importação”. Haveria ainda outro fator de colisão entre as duas partes: o prazo de vigência dos contratos. As siderúrgicas querem fechar acordos com validade de seis meses, um indício de que tentarão mais um reajuste em junho. As montadoras exigem contratos de um ano. Insistem que a lenta recuperação do mercado não suporta o aumento exigido pelos fabricantes de aço e muito menos um bis no meio do ano.

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05.12.17
ED. 5759

Gás carbônico

O novo presidente da Volkswagen no Brasil, Pablo Di Si, já assume o cargo com múltiplas pressões. Ele terá não só a missão de recolocar a montadora no topo do mercado nacional – hoje está atrás de GM e Fiat –, mas também de melhorar sua posição no confronto direto com as demais subsidiárias do próprio grupo alemão. Na gestão de seu antecessor, David Powels, o Brasil caiu do quinto para o sétimo lugar no faturamento global da Volkswagen. Aliás, a era Powels foi inesquecível. Durante sua administração, estourou a denúncia de que a montadora havia fraudado testes feitos no Brasil para medir o nível de emissão de poluentes da picape Amarok.

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17.11.17
ED. 5747

Dedo na tomada

A Volkswagen faz planos de trazer seu primeiro carro elétrico para o Brasil no início de 2019. Por enquanto, um modelo só, o Golf, que seria a “cobaia” para testar o mercado brasileiro.

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08.05.17
ED. 5613

Novo regime automotivo causa um racha entre as montadoras

Às vésperas da publicação do Inovar – Auto 2, regime automotivo que deverá ser anunciado no início do segundo semestre, há um racha sendo disputado nos gabinetes de Brasília. As fabricantes de veículos de luxo, à frente Jaguar Land Rover, BMW e Audi, têm feito uma carreata nos Ministérios da Indústria e da Fazenda na inglória tentativa de sensibilizar o governo a afrouxar o torniquete fiscal. O objetivo é eliminar ou, ao menos, reduzir consideravelmente a alíquota extra de 30% cobrada sobre os veículos importados que excedem a cota à que cada montadora tem direito.

Por ainda terem uma produção incipiente, restrita a poucos modelos, estas empresas dependem mais das importações do que suas concorrentes. Na contramão, ouve-se o ronco dos motores de Volkswagen, GM, Ford e Fiat, que fazem o lobby pela manutenção e – se possível – aumento dos impostos sobre os importados. No setor, a aposta é que as “big four” vencem a disputa, não só pela força da sua representação política, mas pelas circunstâncias. Difícil convencer a Fazenda de que um imposto não faz sentido quando o “que não faz sentido” é um déficit primário de R$ 147 bilhões.

De toda a forma, as montadoras de luxo argumentam que o imposto extra perdeu sua razão de ser. A alíquota foi criada para frear as importações e punir as montadoras que não investiam em produção local. De 2011 para cá, Jaguar e BMW instalaram fábricas no Brasil; a Audi retomou a montagem de automóveis em São José dos Pinhais (PR) após um hiato de nove anos. As empresas, portanto, cobram a conta dos investimentos recentes no país. Procurada, a Jaguar informou que as tratativas da nova política automotiva estão sendo conduzidas pela Anfavea. Audi e BMW não quiseram comentar o assunto.

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05.05.17
ED. 5612

Um ponto de interrogação na Volkswagen

A direção da Volkswagen quebra a cabeça para equacionar a ociosidade e os seguidos prejuízos da fábrica de Taubaté. Amarrada a um acordo coletivo com o Sindicato dos Metalúrgicos, que impede demissões até 2022, a montadora tem pouca margem de manobra: deverá fazer uma nova paralisação em julho – no fim de abril, 3,6 mil funcionários da unidade ficaram em casa por dez dias em férias coletivas. A alternativa seria a abertura de mais um PDV – no último, em janeiro, 615 trabalhadores deixaram a fábrica.

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11.04.17
ED. 5597

Volkswagen e suas nuvens de fumaça

Na Volkswagen do Brasil, a discussão já não é mais “se” e sim “quando” será convocado o recall das 17 mil picapes Amarok fabricadas entre 2011 e 2012. Os veículos foram produzidos com o dispositivo criado pelos alemães para mascarar a emissão de gases poluentes, escândalo mundialmente conhecido como “dieselgate”. A montadora tentou segurar ao máximo o recall, e consequentemente a confissão de culpa, à espera do recurso contra a multa aplicada pelo Ibama. Na última sexta-feira, no entanto, o órgão ambiental confirmou a sanção de R$ 50 milhões. Há um agravante: a Volkswagen havia garantido às autoridades que o sistema estava desativado no país. Após os testes, no entanto, o Ibama descobriu que a companhia mentia duas vezes.

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29.03.17
ED. 5588

Proibida a entrada

A Volkswagen proibiu a visita de estudantes brasileiros em sua histórica fábrica de Wolfsburg, na Alemanha. O motivo apresentado são os maus modos da garotada.

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24.11.16
ED. 5502

Ficando para trás

A grave crise econômica está fazendo com que a Volkswagen Brasil perca posição atrás da posição na operação global do grupo. Até o fim do ano, será a vez da Itália superar a subsidiária brasileira, empurrando-a para o oitavo lugar no ranking da Volkswagen por país. Nos últimos três anos, a Volks Brasil já foi ultrapassada por suas irmãs do Reino Unido, França e até mesmo Espanha.

Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Volkswagen

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17.10.16
ED. 5476

Montadoras duelam por algum combustível fiscal

 A grave crise na indústria automobilística acentuou o racha entre as montadoras com e sem fábrica no Brasil. Na tentativa de melhorar suas respectivas vendas à custa de mudanças no regime tributário, os dois lados travam uma queda de braço nos gabinetes de Brasília. A Anfavea colocou sua poderosa estrutura de lobby em ação para convencer o governo a aumentar as alíquotas de importação de veículos com a justificativa de salvaguardar as empresas que fizeram pesados investimentos na construção de plantas industriais no Brasil. A mobilização atende não apenas aos interesses das quatro grandes irmãs do setor – Volkswagen, General Motors, Fiat e Ford –, mas também de montadoras que passaram a produzir no país de um ano pra cá, a exemplo da Jaguar Land Rover e da Mercedes-Benz.  Trata-se de uma contraofensiva às manobras feitas pelas concorrentes sem produção local – como Kia Motors , JAC Motors e Lifan. Estas companhias reivindicam a extinção da sobretaxa para os automóveis importados da China e da Coreia do Sul, origem das principais companhias que atuam no país sem uma fábrica in loco. Estes veículos sofrem uma cobrança extra de 30 pontos percentuais sobre o IPI. Faz bastante diferença: cada ponto percentual significa até 0,9% a mais no preço final – na maioria dos casos, modelos que custam acima dos R$ 100 mil. Em junho, dirigentes da Abeifa (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) se reuniram com o ministro Henrique Meirelles para tratar do assunto. Até o momento, não obtiveram qualquer resposta sobre o seu pleito.  Se houver um vencedor neste duelo, todas as circunstâncias apontam para as montadoras com produção nacional. Ainda que a Anfavea não ostente o prestígio e o poder de outros tempos, os grandes fabricantes sempre carregam a seu favor o fato de terem investido bilhões de reais em capital fixo – muito embora tenham tirado outro tanto do país com agressivas políticas de remessas de lucro para a matriz nos recentes anos de bonança do setor. Ao mesmo tempo, diante das seguidas quedas na arrecadação federal, o lobby da Anfavea pelo aumento do IPI para os importados parece bem mais adequado ao momento. Além do efeito fiscal de curto prazo, muitos no governo também defendem a maior taxação como forma de pressionar os “sem fábrica” a investir na montagem de uma estrutura industrial no Brasil.  Na década passada, os importados chegaram a ter mais de 4,5% do mercado nacional. Hoje, este número está em 3,7% e a estimativa é que chegue a 3% em 2017. A diferenciação tributária já é uma desvantagem competitiva para as marcas sem fábrica no Brasil. No caso destes veículos, estima-se que a tributação represente até 90% do preço final ao consumidor. Nos automóveis made in Brazil, essa incidência varia de 39% a 78%. Neste momento especificamente, o aumento das alíquotas seria um golpe ainda mais duro para os “forasteiros”. As vendas de importados entre janeiro e agosto caíram 43% no comparativo com o mesmo período de 2015. Trata-se de uma situação ainda mais dramática do que a vivida pelas montadoras com fábrica no Brasil. Volks, Ford, GM, Fiat e cia. acumulam uma queda de 23% na comercialização de automóveis de passeio no mesmo intervalo. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Anfavea e Abeifa.

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07.07.16
ED. 5406

Sem crise na alemã Porsche

 Não tem crise para a Porsche no Brasil. O crescimento de 2% nas vendas da marca de luxo neste ano impediu que o grupo Volkswagen ultrapassasse a histórica marca de 40% de queda na comercialização de carros no mercado brasileiro. No embalo, a Porsche vai abrir suas primeiras revendas em Florianópolis, Campinas e Recife. Já tem lojas em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre.

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23.02.16
ED. 5312

Sinal da crise

 Volkswagen e Marcopolo estariam costurando uma parceria para a produção conjunta de chassis de ônibus. O acordo iria para a conta da grave crise no setor automotivo: a montadora alemã quer afastar o risco de perder seu principal cliente no segmento. Procurada, a Marcopolo nega a associação. Já a Volkswagen não comenta o assunto

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27.10.15
ED. 5235

Audi

 Jörg Hofmann, presidente da Audi no Brasil, tem sentido o peso do envolvimento da Volkswagen no escândalo mundial da fraude nos testes de emissões de poluentes dos carros da montadora alemã. Apesar de não ter relação direta com o problema, a Audi, controlada pela Volkswagen, deverá ser espremida para dar lucro no país e compensar perdas da controladora. O problema é que a Audi investiu recentemente R$ 542 milhões para construir uma fábrica em São José dos Pinhais (PR).

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14.09.15
ED. 5205

Duro golpe

Em meio à grave crise da indústria automobilística, Volkswagen e Volvo sofreram um duro golpe. A decisão da Marcopolo de produzir seus próprios chassis deverá reduzir gradativamente as encomendas às duas montadoras,  hoje as principais fornecedoras da fabricante de carrocerias. Ao RR, a Marcopolo confirmou que a Volare, sua subsidiária, investirá cerca de R$ 200 milhões para iniciar a montagem de chassis para micro-ônibus de cinco toneladas em São Mateus (ES) a partir de 2016.

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03.07.15
ED. 5155

Carro parado

Sinal dos tempos: a Recreio, maior rede de concessionárias da Volkswagen no Rio, negociava com a montadora a abertura de duas revendas em São Paulo e outras duas em Minas Gerais. Foram todas para o fundo da garagem.

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11.06.15
ED. 5139

Longe da CBF

 Na Volkswagen é indisfarçável o alívio com a decisão tomada no ano passado, quando a companhia resolveu não estender o contrato de patrocínio com a CBF. Reza a lenda que, na ocasião, durante as tratativas para a renovação do acordo, o então presidente da entidade, José Maria Marin, insistiu em trafegar perigosamente no meio-fio.

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