Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
28.08.17
ED. 5692

O “árbitro” Padilha

Por razões ainda insondáveis, o ministro Eliseu Padilha trouxe a Sete Brasil para a sua jurisdição. Está empenhado em aparar as pontiagudas arestas entre Previ, Funcef e Petrobras. Acionistas da fabricante de sondas, os dois fundos de pensão entraram com um processo de arbitragem contra a estatal responsabilizando-a pelas perdas na companhia.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.06.17
ED. 5641

Quem aprova a recuperação da Sete Brasil?

Se alguém ainda acredita na aprovação do plano de recuperação judicial da Sete Brasil, basta acompanhar a sequência de no shows da assembleia de credores. Segundo o RR apurou junto a um dos sócios da companhia, é grande o risco de que a reunião prevista para 26 de junho seja novamente postergada. A se confirmar, será o sexto adiamento desde janeiro. De acordo com a fonte, a ameaça se deve à falta de consenso entre acionistas e credores. Os bancos exigem um aporte de capital para dar o imprimatur ao plano de recuperação. No entanto, entre os sócios – uma colmeia que inclui Petrobras, Petros, Funcef, Previ, Santander, BTG etc – ninguém está disposto a colocar mais dinheiro em um projeto carcomido pela inviabilidade econômica e pela Lava Jato. Além disso, falta o salvo-conduto da própria Petrobras. O plano prevê a construção de quatro sondas para a estatal, o que ajudaria a abater 25% da dívida total, de R$ 20 bilhões. Procurada, a Sete Brasil reafirmou que a assembleia está marcada para 26 de junho. Disse ainda que “o processo de recuperação prevê a necessidade de novos recursos para a conclusão das sondas”. O RR torce para que, desta vez, a assembleia se realize.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.04.17
ED. 5601

Credor da Sete Brasil só quer pular do barco

Sem levar fé no processo de recuperação judicial da Sete Brasil – e quem é que leva? –, o estaleiro Jurong vai adotar medidas mais duras contra a empresa. O grupo de Cingapura deverá exigir na Justiça a posse da sonda Arpoador, que está construindo para a companhia. Usaria o equipamento para cobrir parte dos R$ 250 milhões que a Sete Brasil lhe deve. Cerca de 90% da sonda já estão concluídos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

10.02.17
ED. 5558

Parece de propósito

Alguém ainda acha que a novela da Sete Brasil terá fim? A assembleia de credores do dia 24 de janeiro foi aberta e imediatamente suspensa. O evento acabou remarcado para o dia 23, véspera do Carnaval. Na própria empresa, ninguém acredita que haverá quórum.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

16.11.16
ED. 5496

Sete Brasil

A Sete Brasil caminha para fechar o ano com uma dívida de R$ 20 bilhões, cerca de R$ 2 bilhões a mais do que em abril, quando entrou com pedido de recuperação judicial. Desse montante, cerca de R$ 13 bilhões são passivos junto a bancos públicos e fundos de pensão de estatais.

• Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Sete Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

11.10.16
ED. 5473

Sete Brasil

 O plano de recuperação judicial da Sete Brasil prevê a construção de até 12 sondas de perfuração, ao preço total de US$ 5 bilhões. Só não fica claro quem financiará o investimento.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.09.16
ED. 5455

Itaú menos exposta

 O Itaú avalia baixar no balanço do terceiro trimestre ao menos parte do investimento que fez na encalacrada Sete Brasil. Ao todo, a exposição do banco na companhia beira os R$ 2,5 bilhões. Muito em razão da provisão desse crédito, a inadimplência da carteira de pessoas jurídicas do Itaú saiu de 1,5% para 2,3% no primeiro semestre. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Banco Itaú.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.08.16
ED. 5444

Sincericídio

 Os dirigentes da Previ e da Petros estão furibundos com as recentes declarações do diretor de administração da Funcef, Antonio Augusto de Miranda e Souza, sobre a Sete Brasil. Souza disse temer que os fundos de pensão sócios da fabricante de equipamentos sejam acionados na Justiça pelos credores da companhia. Jogou luz sobre uma questão que estava escondidinha na penumbra.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.08.16
ED. 5425

Sete Brasil

 Mais um problema para a combalida Sete Brasil. Credores internacionais exigem a imediata apresentação de um plano para a reestruturação das dívidas das três subsidiárias da empresa na Áustria, que não entraram na RJ.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

A diretoria do Banco do Brasil está disposta a fazer a baixa contábil de boa parte dos créditos contra a Sete Brasil, que totalizam R$ 3,5 bilhões. Seguiria, assim, os passos do BTG e da Petrobras, que já lançaram em balanço, respectivamente, R$ 1 bilhão e R$ 900 milhões em dívidas da companhia. Procurado, o BB não quis se pronunciar, alegando sigilo comercial e financeiro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.05.16
ED. 5364

Petros é o “fundo de imprevidência” da Petrobras

 Os funcionários e aposentados da Petrobras estão em pé de guerra com a direção da Petros. Segundo o RR apurou, as entidades que reúnem os participantes do fundo de pensão – a começar pela maior de todas, a Ambep (Associação de Mantenedores-Beneficiários da Petros) – vão entrar na Justiça para suspender o plano de equacionamento do déficit atuarial elaborado pela entidade, na linha do “eu devo e vocês pagam”. Os beneficiários pretendem também exigir o afastamento do presidente da Petros, Henrique Jäger, e do diretor de investimentos, Licio da Costa Raimundo.  A diretoria da Petros já sinalizou que os aposentados e pensionistas terão de pagar a conta pelo rombo nas finanças da fundação. O caso mais dramático é do PPSP, o maior dos planos administrados pelo fundo de pensão, com 60 mil participantes. O rombo na carteira passa dos R$ 15 bilhões. O plano alinhavado pela Petros prevê o aumento gradual da taxa de contribuição paga mensalmente pelos beneficiários – o índice varia de 3% a 14,5% dos vencimentos mensais de acordo com a renda. O novo intervalo ainda não foi formalmente fixado, mas, segundo informações filtradas junto à fundação, ele subiria para algo entre 6% e 20%. Ou seja: a contribuição dos aposentados e pensionistas que recebem menos duplicaria.  Procurada pelo RR, a Petros informou que “não recebeu notificação sobre qualquer decisão judicial dessa natureza”. Informou ainda que não “pode se manifestar sobre valores finais de 2015 enquanto as demonstrações contábeis não estiverem aprovadas”. No entanto, a Petros confirma que o “déficit demandará a construção de um plano de equacionamento, que será amplamente discutido com a patrocinadora, representantes dos participantes e assistidos do PPSP e Previc”. Por sua vez, a Ambep não se pronunciou.  Os funcionários e aposentados da Petrobras estão sob a tempestade perfeita. A Lava Jato é parte importante do temporal: as dívidas da própria mantenedora com a Petros já beiram os R$ 13 bilhões, o equivalente a 60% do déficit total da fundação – estimado em mais de R$ 20 bilhões. As desastrosas – para se dizer o mínimo – decisões de investimento tomadas pela direção do fundo nos últimos anos também ajudaram a dizimar as finanças da entidade. Neste rol, entram negócios que caminham na fronteira da catástrofe e da suspeição, como a Lupatech e, sobretudo, a Sete Brasil.  Há ainda operações no mercado de capitais que, se não controversas, sugerem ao menos uma imprevidência ou má gestão dos recursos da Petros. Em fevereiro, após uma longa queda de braço com a Dasa, a fundação aceitou a oferta pública de R$ 10,50 por ação e vendeu a sua participação de 10% na rede de laboratórios. Dois anos antes a Dasa havia proposto R$ 14 pelo papel. Os aposentados da Petrobras se perguntam por que cargas d´água a direção do fundo não esperou por uma recuperação das cotações em vez de engolir um preço 25% mais baixo. A Petros confirma a venda das ações, mas alega que foi obrigada a fechar negócio, contra a sua vontade, por conta da saída da Dasa do Novo Mercado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 Entre os acionistas da Sete Brasil, o BTG foi o principal artífice do pedido de recuperação judicial da empresa protocolado na última sexta-feira. Foi o banco quem levou para dentro da companhia a consultoria Alvarez & Marsal.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

24.03.16
ED. 5334

Efeito dominó

 O tombo da Sete Brasil tem levado de arrasto seus maiores fornecedores. Um caso dramático é o da norueguesa NOV, que estuda uma medida radical: excluir de vez do balanço todos os pedidos feitos pela companhia, algo em torno de US$ 1,8 bilhão – valor referente à construção de 15 sondas. No fim do ano passado, a NOV já tinha dado baixa em cerca de US$ 1 bilhão referentes a contratos com a Sete Brasil. Procurada pelo RR, a NOV não comentou o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.03.16
ED. 5327

Bendine deixa Sete Brasil a ver navios

  Carlos Lacerda dizia que Roberto Campos ia matar os pobres de fome e os ricos de raiva. Aldemir Bendine, por sua vez, vai matar os bancos tanto de fome quanto de raiva. O presidente da Petrobras não aceitou as propostas feitas até agora pelas instituições financeiras credoras da Sete Brasil. Ele descartou a recuperação judicial defendida pelo BTG. Não foi o único pleito da instituição financeira que esbarrou em Bendine. O executivo brecou também a proposta do BTG para que a Sete Brasil fosse incorporada pela própria estatal. Neste caso, a Petrobras emitiria um lote de ações especiais, que ficariam em poder dos credores. A engenharia foi recebida na petroleira com escárnio.  Aldemir Bendine já fez chegar aos acionistas e bancos que a Petrobras provavelmente precisará de apenas cinco das 28 sondas inicialmente contratadas junto à Sete Brasil. É mais uma ducha de água fria nos sócios e credores da companhia. Antes, havia a expectativa de que a Petrobras confirmaria a compra de, ao menos, dez equipamentos. Na visão dos acionistas da Sete Brasil, está claro que Bendine quer jogar o abacaxi no colo dos bancos, eximindo a estatal de qualquer responsabilidade sobre a recuperação da empresa. Procurada pelo Relatório Reservado, a seguinte empresa não retornou ou não comentou o assunto: Petrobras

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.03.16
ED. 5320

Fracasso

 Isolada pelos demais acionistas da Sete Brasil, a Petros estuda deixar o negócio, o que significaria lançar em balanço algumas centenas de milhões em prejuízo. Procurada pelo RR, a Petros não comentou o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

18.02.16
ED. 5309

Sete Brasil é um território partido ao meio

 A Sete Brasil vive sua Guerra da Secessão. O RR apurou que um grupo de acionistas, encabeçado por Previ, Funcef e BTG, estaria se articulando para entrar na Justiça contra a Petros, também sócia da empresa. O objetivo seria impedir o fundo de pensão de votar nas próximas reuniões de Conselho. A alegação é de que existe um conflito de interesses por conta do duplo chapéu da Petrobras – sócia e maior cliente da Sete Brasil. Puro jogo de cena. A manobra teria como finalidade abrir caminho para a aprovação do pedido de recuperação judicial da companhia. Hoje, entre os maiores acionistas, a Petros seria o único contrário à medida. Procurada, a Sete Brasil disse desconhecer o assunto. Ressalte-se que a empresa contratou os préstimos da consultoria Alvarez & Marsal, sinônimo de recuperação judicial.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

01.02.16
ED. 5299

BTG atola no capital da Mitsubishi

  Vai ser preciso muita tração nas quatro rodas para o BTG desatolar do capital da Mitsubishi Motors do Brasil (MMC). Guardadas as devidas proporções, os próprios acionistas do banco tratam a participação de 15% na montadora como um ativo tão difícil de ser passado adiante quanto as deficitárias Leader Magazine e BR Pharma – a incomparável Sete Brasil, claro, nem entra nesta conta. O BTG já ofereceu as ações ao sócio controlador da MMC, Eduardo de Souza Ramos, mas o empresário e amigo de longa data de André Esteves se recusa a recomprar a participação, mesmo com um expressivo deságio. O Plano B, a transferência para a própria Mitsubishi do Japão, também já foi descartado.  Sem uma solução caseira, o BTG partiu em busca de um comprador no mercado. Consultado, o banco nega a venda das ações. Mas, segundo fonte próxima à empresa, o problema é que uma série de circunstâncias joga contra o negócio, a começar pela performance da Mitsubishi do Brasil. Desde que desembarcou na empresa, em 2010, o banco já teria acumulado um prejuízo de quase US$ 150 milhões com o investimento. Além disso, se associar à montadora neste momento significa cair de paraquedas na Operação Zelotes. A MMC é uma das empresas suspeitas de participar do esquema de pagamento de propina a conselheiros do Carf.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

20.01.16
ED. 5291

Cabo de guerra

 Além da pressão pela montagem de um novo Conselho, os bancos e fundos acionistas da Sete Brasil – notadamente Santander, Previ e Funcef – querem destituir o presidente, Luiz Eduardo Carneiro, e tirar da Petrobras a prerrogativa de indicar o nº 1 da companhia. Consultada, a empresa disse “desconhecer” tal exigência.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 O BTG vai vender mais 5% da Rede D’Or, o que poderá gerar cerca de R$ 1 bilhão. Um alívio para a contabilidade da área de private equity, que tem batráquios como BR Pharma e Sete Brasil? Nada disso. O dinheiro vai quase todo para o bolso dos sócios, responsáveis pelo aporte para a compra da fatia da rede hospitalar. A empresa não se pronunciou.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

15.10.15
ED. 5227

Dívida não paga

O Santander estaria muito perto de tomar uma dolorosa decisão: fazer o write off da Sete Brasil e purgar no seu balanço um prejuízo superior a R$ 1,5 bilhão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

25.09.15
ED. 5214

Demissões e chantagem

A decisão da Sete Brasil de demitir 25 de seus 100 funcionários da área administrativa foi recebida pelo presidente da Petrobras, Aldemir Bendine como uma escancarada tentativa de chantagem. Agora mesmo é que a estatal não terá qualquer boa vontade em aprovar o plano de reestruturação da “fabricante” de sondas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

03.08.15
ED. 5176

Sete Brasil

O estaleiro Jurong, de Cingapura, até está disposto a entrar no capital da Sete Brasil. Mas desde que os fundos de pensão e o BTG aumentem sua participação no negócio. Procurada, a Sete Brasil disse que “segue em busca da viabilização de seu plano de reestruturação”.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.