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planos
09.10.17
ED. 5721

Ponte aérea

O plano de voo da HNA Group no Brasil tem duas rotas prioritárias: o leilão do aeroporto de Congonhas e a compra dos 49% da Infraero no Galeão, do qual os chineses já são acionistas. Nos dois casos, o HNA deverá ter a companhia do Changi Group, de Cingapura, seu sócio no aeroporto do Rio.

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21.09.17
ED. 5709

Cabine dupla

A chinesa HNA Group deverá fazer uma dobradinha com David Neeleman. Sócia da Azul, os asiáticos querem pousar também no capital da TAP, cujo controle é dividido por Neeleman e pelo governo português. Isso para não falar do interesse da HNA pela concessão do Aeroporto de Viracopos, hub da Azul.

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04.08.17
ED. 5676

Domínio total

O HNA Group, sócio do Galeão, tem interesse na concessão de Viracopos, que está sendo devolvida pela Triunfo e pela UTC. Ressalte-se que o grupo chinês é sócio da Azul, que tem seu hub operacional justamente no aeroporto de Campinas.

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25.07.17
ED. 5668

Dobradinha aérea

Sócios no Galeão, o recém-chegado HNA Group, da China, e a Changi Airport, de Cingapura, já costuram uma
parceria para a próxima leva de leilões de aeroportos.


Por falar na dupla asiática, a Changi está aumentando sua participação no consórcio privado que detém o controle
do aeroporto do Galeão. Passará a ter 49%, contra 51% dos chineses. A Infraero segue com a sua cadeira cativa, com 49% do capital total da concessão.

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07.07.17
ED. 5656

Decisão do STF abre novo embate entre aeroportos e Anac

A disposição das prefeituras do Rio, Guarulhos e Campinas de cobrar IPTU sobre a área construída dos aeroportos vai aumentar as turbulências no relacionamento das concessionárias privadas com o governo federal. O RR apurou que o HNA Group (recém-chegado ao Galeão), a Gru Airport (Guarulhos) e a Aeroportos Brasil (Viracopos) vão exigir da Anac o reequilíbrio financeiro de seus respectivos contratos como forma de ressarcimento caso sejam forçadas a pagar o imposto municipal. As operadoras alegam que não foram alertadas do risco de cobrança do IPTU por ocasião dos leilões de privatização. Portanto, não consideraram esta variável nos estudos de viabilidade econômica dos empreendimentos.

A celeuma nasceu no STF. Segundo entendimento recente da Suprema Corte, os aeroportos privatizados não têm direito à isenção no IPTU concedida aos terminais estatais. As concessionárias pensam diferente. Consultada pelo RR, a Aeroportos Brasil afirmou que “não se enquadra na obrigatoriedade de pagamento do IPTU por entender que a atividade exercida é uma concessão de serviços públicos”.

A Gru Airports vai pelo mesmo caminho e diz que “recebeu o aeroporto de Guarulhos para a concessão de serviços públicos”. O HNA Group não se pronunciou. O fato é que, se a conta pousar na sua mesa, as operadoras vão repassá-la para a Anac. A decisão terá um impacto nada desprezível para as concessionárias.

A Rio Galeão, por exemplo, vai arcar com uma despesa adicional estimada em aproximadamente R$ 61 milhões. Com a arrecadação fiscal em frangalhos, as administrações municipais não vão deixar esse avião passar. As Prefeituras de Guarulhos e Campinas confirmaram ao RR que já iniciaram os estudos para a cobrança do IPTU de seus aeroportos. A Prefeitura do Rio não comentou o assunto.

O imbróglio ganha ainda mais dimensão se lançado a valor futuro. O governo já manifestou a intenção de privatizar todos os 56 aeroportos hoje administrados pela Infraero, dividindo-os em blocos por região. Significa dizer que, neste modelo, uma mesma concessionária teria de arcar com a cobrança do IPTU em mais de uma cidade.

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27.06.17
ED. 5648

HNA traz um cargueiro de dólares para o Brasil

O HNA Group desembarcou no Brasil gastando bilhão atrás de bilhão. Os chineses deverão realizar, ainda neste ano, um aporte adicional de mais de R$ 2 bilhões na Rio Galeão. Os recursos serão destinados ao pagamento antecipado das prestações da outorga do aeroporto de 2018 a 2020, que totalizam cerca de R$ 3,5 bilhões. A cifra se soma aos R$ 4 bilhões que o HNA está pagando para ficar com a participação de 60% da Odebrecht na concessão.

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12.04.17
ED. 5598

Chinatown 1

A chinesa HNA Group pretende anunciar na próxima semana a compra da parte da Odebrecht Transport no Galeão. O último entrave já foi retirado: o Ministério dos Transportes autorizou a Anac a adiar o pagamento de R$ 4,5 bilhões referente às taxas de concessão entre 2016 e 2020. A Odebrecht Transport confirma que há um acordo de exclusividade com a HNA, mas diz que “a venda não está concluída”.

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