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Grupo Randon

03.08.17
ED. 5675

Uma recuperação judicial em pé de Guerra

A gaúcha Guerra, uma das mais tradicionais fabricantes de implementos rodoviários do país, tem feito jus ao nome em seu atribulado processo de recuperação judicial. Em sua trincheira, o empresário Marcos Guerra, dono de uma participação minoritária, tenta impor um plano alternativo para o pagamento da dívida de R$ 200 milhões. Movimenta-se à revelia dos demais sócios e da direção da empresa. Marcos garante ter o apoio de seis importantes credores da companhia, que seriam contrários ao plano já apresentado pela Guerra.

Do outro lado, os controladores tentam barrar a ação de Marcos Guerra. Asseguram ter ao seu lado um grupo de investidores que estaria disposto a aportar R$ 60 milhões. Neste cabo de guerra, parte dos credores recusou o plano apresentado pela empresa na assembleia realizada no início de julho.

Quem agradece é o Grupo Randon, maior concorrente da Guerra. Desde o ano passado, a empresa de Raul Randon aumentou sua participação no mercado de implementos rodoviários de 29% para 35%. A Guerra, por sua vez, já caiu de 10% para 4%.

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14.04.16
ED. 5348

Vagões vazios

 A temperatura societária esquentou no Grupo Randon. Previ e Guepardo Investimentos, donos de 10% do capital, pressionam o presidente do grupo, David Randon, por mudanças na estratégia de negócio. Questionam, por exemplo, a exposição ao setor ferroviário e a decisão da companhia de construir uma fábrica de vagões em Araraquara (SP) diante da forte queda da demanda. Entende-se a insatisfação dos acionistas e sua preocupação com o curtíssimo prazo. A Randon, que sempre foi uma pródiga distribuidora de dividendos, fechou 2015 no vermelho e caminha para um novo prejuízo neste ano. Procuradas, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Previ e Randon.

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