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27.03.18
ED. 5834

Fósforo e querosene

Caberá ao próprio presidente nacional do PR, Antonio Carlos Rodrigues, indicar o secretário de Logística e Transporte de São Paulo no governo de Marcio França. Prestes a assumir o cargo de Geraldo Alckmin, França está brincando com fogo. Rodrigues, ex-ministro dos Transportes do governo Dilma II, terá sob o seu condão o Dersa – justo no momento em que a Lava Jato ameaça abrir o que seria a Caixa de Pandora dos governos tucanos em São Paulo. Ressalte-se ainda que o presidente do PR chegou a ser preso no fim do ano passado.

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20.02.18
ED. 5809

Alckmin mantém o Dersa sob proteção tucana

Geraldo Alckmin barrou as articulações de seu vice e sucessor, Marcio França, para entregar a Secretaria deLogística e Transporte de São Paulo ao PR. Alckmin cravou a permanência do tucano Laurence Casagrande no cargo. O PSDB considera visceral manter ascendência sobre a Secretaria e consequentemente sobre o Dersa, principalmente agora em que a Lava Jato vasculha essa caixa-preta. Isso para não falar do próprio “Risco PR”: a mistura do partido com a área de transportes seria um chamariz para o Ministério Público. A sigla indicou para a presidência da Valec José Francisco das Neves, que acabou condenado por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

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19.01.18
ED. 5790

Nada fora do script

Por ora, o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, o “Paulo Preto”, tem frustrado aqueles que esperavam ver o circo tucano pegar fogo. Primeiro, interrompeu as tratativas para um possível acordo de delação. Agora, em seus depoimentos à Justiça, tem rebatido as acusações de corrupção e de formação de cartel para obras conduzidas pela Dersa nos governos de José Serra e Geraldo Alckmin. A candidatura Alckmin agradece.

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21.09.17
ED. 5709

Torcida pela delação

Entre os aliados de João Doria, é grande a expectativa – e a torcida – pela delação de Paulo Preto, ex-diretor do Dersa e responsável por milionárias obras públicas no governo Alckmin.

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20.04.17
ED. 5603

Cavendish deixa sua marca na Marginal

A iminente delação de Paulo Preto, ex-diretor da Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A), deverá jogar luz sobre a ainda pouco badalada atuação do empreiteiro Fernando Cavendish em São Paulo. Durante a gestão tucana, a Delta Engenharia teria contabilizado mais de R$ 1,2 bilhão em contratos com o governo do estado. O maior deles, no valor aproximado de R$ 800 milhões, envolveu as obras de ampliação da Marginal do Tietê. Paulo Preto poderá falar com a propriedade de quem participou da contratação da Delta, mais conhecida pelas suas travessuras no governo Cabral. Procurada, a Dersa informa não ter conhecimento de qualquer denúncia relacionada à referida obra.

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02.03.17
ED. 5569

Sobra para os tucanos?

O que se diz na coxia da Lava Jato é que o doleiro Adir Assad está negociando sua delação. Mais uma péssima notícia para Sérgio Cabral. Mas talvez não só para Cabral. Consta que Assad sempre teve uma relação próxima do PSDB paulista, com trânsito livre nas estradas do estado por meio do Dersa.

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14.10.16
ED. 5475

Asfalto quente

 A Lava Jato estaria avançando mais algumas jardas na direção da Dersa, a estatal paulista responsável, entre outros projetos bilionários, pela construção do Rodoanel.

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11.08.16
ED. 5431

Rodoanel é uma estrada sem fim para Isolux e Mendes Junior

 A tolerância do governo de São Paulo com a espanhola Isolux e a Mendes Junior chegou ao fim. Segundo o RR apurou, o Dersa (Desenvolvimento Rodoviário S/A) já está tomando as providências jurídicas necessárias para o rompimento do contrato com as duas empresas, líderes do consórcio responsável pela construção do trecho norte do Rodoanel. Pelo cronograma original, a obra deveria ter sido inaugurada em fevereiro deste ano, mas, até o momento, apenas 54% do projeto estão concluídos. No início do ano, pressionada pelo governo de São Paulo, Isolux e Mendes Junior teriam se comprometido a acelerar as obras e até mesmo buscar parceiros para tocar o empreendimento. Mas não fizeram nem uma coisa nem outra, praticamente enterrando qualquer possibilidade de nova negociação com o governo.  Por se tratar de um dos maiores projetos de infraestrutura no estado, os atrasos na construção do Rodoanel têm gerado um razoável desgaste para o governo de Geraldo Alckmin. Talvez seja por isso que as próprias autoridades estaduais estejam confusas quanto à melhor maneira de tratar o caso publicamente. Procurada pelo RR, a assessoria do governador Alckmin negou os atrasos e o rompimento do contrato com as duas empresas. No entanto, a própria Dersa, um órgão estatal, informou ao RR que discute com a Isolux e a Mendes Junior “divergências relativas às obras do lote 1 do Rodoanel Norte”. A empresa confirmou que “o contrato poderá ser, inclusive, rescindido”.  O contencioso com o governo de São Paulo fragiliza ainda mais a situação tanto da Isolux quanto da Mendes Junior. A empreiteira brasileira foi tragada pela Lava Jato e entrou em recuperação judicial. Ainda que por outros motivos, a Isolux não vive melhor sorte. A grave crise financeira que afeta o grupo na Espanha se espraiou pela operação brasileira. A subsidiária, que entrou em recuperação extrajudicial no início do ano, está se desfazendo de seus ativos na área de transmissão. Os espanhóis esperam anunciar nas próximas semanas a venda de suas participações no setor para a Brookfield, incluindo seu maior projeto: o linhão de Tucuruí ligando Manaus a Macapá. • As seguintes empresas não se pronunciaram ou não comentaram o assunto: Isolux e Mendes Junior.

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29.09.15
ED. 5216

Rodoanel passa cada vez mais longe da Mendes Junior

A Mendes Junior vive um momento delicado. De um lado, a Lava Jato avança ainda mais sobre a empreiteira, no rastro da delação do ex-gerente da área internacional da Petrobras, Eduardo Musa; do outro, a companhia corre o risco de perder um de seus negócios mais importantes. O governo de São Paulo já cogita a possibilidade de suspender o contrato de construção do trecho Norte do Rodoanel, um projeto de aproximadamente R$ 700 milhões. O motivo seriam os atrasos nas obras, que estariam relacionados a dificuldades de caixa da Mendes Junior. O esgarçamento das relações entre a empresa e o Palácio Bandeirantes não vem de hoje. Nos primeiros quatro meses do ano, a estatal Dersa – Desenvolvimento Rodoviário S/A – teria enviado quase uma dezena de notificações à empreiteira pelo descumprimento de etapas do projeto. Em abril, o governo e a companhia ensaiaram uma trégua, com a renegociação dos prazos. No entanto, de lá para cá, a situação teria se agravado. A Mendes Junior estaria atrasando o pagamento de operários e de prestadores de serviços subcontratados, que, por sua vez, responderiam com operações-tartaruga. De acordo com informações filtradas junto ao próprio governo de São Paulo, no atual ritmo a expectativa é que o trecho Norte da principal obra de infraestrutura rodoviária do estado só fique pronto no segundo semestre de 2018. Ressalte-se que a data de inauguração já havia sido postergada de junho de 2016 para junho de 2017. Oficialmente, a Dersa garante que este prazo está mantido. No entanto, segundo o RR apurou, o governo paulista já estaria estudando os procedimentos a serem adotados em caso de ruptura do contrato. As hipóteses sobre a mesa iriam da convocação da segunda colocada na concorrência, a Odebrecht, à realização de uma nova licitação.

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