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15.10.18
ED. 5973

Vingança tucana

Aliados históricos de Geraldo Alckmin no PSDB, como José Anibal e Alberto Goldman, defendem, desde já, o lançamento da sua candidatura a prefeito de São Paulo em 2020. Há muito de vendeta neste movimento. Seria uma maneira de detonar, por dentro do próprio partido, o projeto de reeleição do prefeito Bruno Covas, ligado a João Doria – visto pelos tucanos da velha guarda como um Calabar da campanha presidencial de Alckmin.

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04.10.18
ED. 5967

Tucano manco

Em meio ao clima de “já perdeu”, Geraldo Alckmin tem enfrentado um problema sui generis: o sumiço de políticos do próprio PSDB nos eventos de campanha. Na última segunda-feira, por exemplo, faltavam tucanos na caminhada que fez em Florianópolis.

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27.09.18
ED. 5962

Cizânia

A cizânia entre Geraldo Alckmin e João Doria chegou às respectivas primeiras-damas. Lu Alckmin e Bia Doria romperam uma amizade de longa data.

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26.09.18
ED. 5961

“Centrinho”

Com a estagnação de Geraldo Alckmin na corrida eleitoral, os caciques do Centrão já refazem as contas. A maçaroca de partidos que apoia o tucano calculava eleger cerca de 230 deputados, contra os 160 atuais. Já baixou a bola e reduziu a estimativa para menos de 200.

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25.09.18
ED. 5960

O esfarelamento do Geraldo

Um dos principais articuladores políticos de Geraldo Alckmin, Luiz Felipe D ́Avila tem atribuído o atolamento da candidatura tucana ao fracasso da campanha em São Paulo. Alckmin entrou na disputa dividido entre dois palanques – João Doria (PSDB) e seu vice governador Marcio França (PSB). E, nesse caso, quem tem dois não tem nenhum.

A campanha de Geraldo Alckmin montou uma operação de guerra contra os calabares tucanos do Nordeste. No último fim de semana, o comitê nacional do PSDB em São Paulo enviou para 45 cidades da região mais de um milhão de panfletos com propaganda de Alckmin. Traído à luz do dia por seus correligionários, o tucano desapareceu das ruas do Nordeste. Os candidatos do PSDB têm feito de tudo para ocultar o nome e a foto de Alckmin.

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21.09.18
ED. 5958

Programa de Alckmin dá traço no ibope

Geraldo Alcknmi derrete nas pesquisas e entre seus próprios aliados. A nova leva de programas eleitorais, exibida desde a última segunda-feira, tem sido duramente criticada por líderes dos partidos que integram a coalizão tucana. Rodrigo Maia (DEM) e Roberto Jefferson (PTB) estão na linha de frente do fogo amigo – que, a essa altura, já nem é mais tão amigo assim.

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A velha guarda tucana, como Aloysio Nunes Ferreira e Alberto Goldman, tenta convencer FHC a intervir na campanha de Geraldo Alckmin. Em vão.

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20.09.18
ED. 5957

O primeiro desertor da campanha de Alckmin

O PRB deverá ser o primeiro partido a roer a corda a abandonar a coalizão que apoia a candidatura de Geraldo Alckmin. A sigla tem tudo para embarcar, ainda no primeiro turno, na campanha de Jair Bolsonaro. As conversas estão bem adiantadas: de um lado, o Pastor Marcos Pereira, ex-ministro de Michel Temer, pelo PRB; do outro, o Major Olímpio, um dos articuladores políticos do Capitão, pelo PSL.

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18.09.18
ED. 5955

Diáspora anunciada

Geraldo Alckmin passou o dia de ontem tentando evitar um racha no núcleo da sua coligação. Segundo informações filtradas do QG de campanha, Alckmin disparou mais de 40 telefonemas para líderes dos partidos aliados, a exemplo de Rodrigo Maia (DEM) e Valdemar da Costa Neto (PR), buscando esvaziar a reunião prevista para hoje, em São Paulo. Caciques das siglas que integram a coalizão baleia vão se encontrar para discutir os rumos da campanha tucana – um eufemismo para “discutir seus próprios rumos”. Há seguidos sinais de diáspora. Valdemar esteve recentemente com o General Mourão, vice de Jair Bolsonaro. Já Ciro Nogueira (PP) tem piscado o olho para o xará Ciro Gomes (PDT).

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17.09.18
ED. 5954

Henrique Meirelles cola em Temer para propagandear seu “governo de transição”

Os vídeos de Michel Temer nas redes sociais com críticas a Geraldo Alckmin e Fernando Haddad são apenas as primeiras cenas da colaboração velada entre o Palácio do Planalto e a campanha de Henrique Meirelles. Há um esforço conjunto e coordenado no sentido de alavancar a candidatura do emedebista. A priori, Temer continua sendo uma presença infectocontagiosa para a imagem de qualquer candidato e, para todos os efeitos, seguirá a léguas de distância de Meirelles. No entanto, o ex-ministro da Fazenda acredita ter encontrado um veio na relação com o presidente que só ele pode explorar.

Meirelles é o único dos concorrentes ao Planalto capaz de trazer para si a negociação com o governo de soluções antecipadas para alguns dos dramáticos problemas a serem enfrentados pelo futuro presidente. Mais do que qualquer outro candidato, Meirelles pode dizer com autoridade que o “governo de transição” começa antes mesmo da eleição. É sintomático, por exemplo, que o atual titular da Fazenda, Eduardo Guardia, uma extensão de Meirelles no cargo, tenha surgido em cena na semana passada resgatando a reforma da Previdência, com a proposta de um mutirão no Congresso para a aprovação do projeto logo após as eleições.

Quase que simultaneamente chama a atenção também a movimentação do ministro em torno da elaboração de proposta para a redução do Imposto de Renda para Pessoa Jurídica (IRPJ). Ninguém, a bem da verdade, acredita que o Congresso Nacional aprove qualquer medida polêmica ou impopular nesse período. Mas Henrique Meirelles poderia trazer para si a resolução do problema orçamentário do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), programas sociais que tiveram parcela expressiva de verbas diferidas para aprovação futura pelos congressistas. A saída está dada – ver RR edição de 13 de setembro – e tem sido objeto de discussão entre o candidato emedebista e seus ex-companheiros de equipe econômica.

O expediente não passa pelo Congresso. Os recursos seriam providos do lucro do Banco Central, uma artimanha fiscalmonetária condenada à extinção, que transfere para a instituição a rentabilidade das reservas cambiais sem que elas tenham sido vendidas. Conseguindo ou não êxito em suas demandas, o importante na campanha é o discurso e o espaço no noticiário. A reaproximação do governo e do presidente da República que o próprio Henrique Meirelles renega em sua campanha eleitoral é uma desesperada tentativa de içar uma candidatura pregada no chão. Com 3% nas últimas pesquisas do Ibope e do Datafolha, o solitário emedebista tem de inventar algo diferente, mesmo correndo o risco de levar um tombo.

Michel Temer é um chapéu de dois bicos: tanto atrapalha quanto ajuda. A estratégia de usar o próprio Temer para satanizar Geraldo Alckmin nas redes sociais foi elaborada a partir de uma “joint venture” entre Elsinho Mouco, o marqueteiro da Presidência da República, e os publicitários Chico Mendez e Paulo Vasconcellos, responsáveis pela comunicação de Meirelles. Outras peças deverão ser produzidas e disseminadas nos próximos dias. Enquanto isso, Meirelles analisa se vale a pena posar como o “candidato-estadista” que convenceu o presidente da necessidade de resolver parte dos graves problemas do futuro governante, seja ele quem for.

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14.09.18
ED. 5953

Outsourcing

As fricções entre Geraldo Alckmin e Rodrigo Maia se tornaram uma constante. Maia tem se sentido no direito – e no dever – de interferir na campanha de Alckmin diante do desanimador desempenho do tucano nas pesquisas.

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13.09.18
ED. 5952

Os muitos inimigos de Alckmin

Jair Bolsonaro não é mais um problema para Geraldo Alckmin. Diante do consenso de que o Capitão já está garantido na disputa final, a campanha do tucano vai se voltar de forma contundente contra os seus adversários diretos pela vaga no segundo turno, leia-se notadamente Ciro Gomes, Fernando Haddad e Marina Silva. O ponto não é o impacto negativo que os ataques a Bolsonaro possam ter após o atentado, como chegou a ser discutido pelos marqueteiros de Alckmin na noite da própria quinta-feira. Trata-se de puro pragmatismo e foco. Os “inimigos” são outros. Além da disputa direta contra Ciro e Haddad, tracking diários realizados pelo PSDB mostram que Marina e até mesmo João Amôedo e Alvaro Dias vêm drenando seguidamente votos do tucano.

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12.09.18
ED. 5951

Resistência

Apesar da insistência de tucanos de alta plumagem, Geraldo Alckmin resiste a convidar FHC para participar de seu programa no horário eleitoral. No fundo, FHC até agradece.

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10.09.18
ED. 5949

Dias de coalizão

Geraldo Alckmin quer se encontrar com Alvaro Dias, candidato à Presidência pelo Podemos, para uma conversa olho no olho. Os 3% ou 4% do ex-tucano podem ser muito úteis a Alckmin em um eventual segundo turno. Ou – por que não? – já no primeiro turno…

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05.09.18
ED. 5947

Dersa, Dersa, Dersa!

Os marqueteiros de Jair Bolsonaro preparam uma reação pesada à agressiva campanha de Geraldo Alckmin, que, entre outros ataques, já associou o Capitão à violência contra a mulher. O chumbo grosso virá até o fim desta semana pela agenda da corrupção.

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05.09.18
ED. 5947

A culpa é do Lula…

O marqueteiro de Geraldo Alckmin, Lula Guimarães, está por um fio. Além das duras críticas feitas por Alckmin à estratégia de comunicação – ver RR edição de 24 de agosto –, a sucessão de erros grosseiros na produção do programa eleitoral deteriorou ainda mais a relação entre o candidato e o publicitário. Em menos de uma semana, a campanha de Alckmin já foi acusada de plagiar um vídeo britânico contra o uso de armas e deixou escapar uma bandeira do PCC em um dos filmetes exibidos na TV e nas redes sociais.

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02.09.18
ED. 5945

Linha de tiro

Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin estarão na linha do tiro dos próximos programas eleitorais de Henrique Meirelles. Lula também será citado, mas na prateleira dos autoelogios à gestão de Meirelles no BC.

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02.09.18
ED. 5945

Transnordestina é um trem contra Ciro

A campanha de Geraldo Alckmin está reunindo farto material sobre a passagem de Ciro Gomes como presidente da Transnordestina, a ferrovia de Benjamin Steinbruch que liga nada a lugar algum. Além de compilar uma variedade de denúncias que cercam o projeto, os assessores de Alckmin estão mapeando os atrasos no cronograma e as demissões feitas na era Ciro. Durante sua gestão, o número de trabalhadores na Transnordestina caiu a um terço.

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02.09.18
ED. 5945

Sempre Valdemar

Valdemar da Costa Neto (PR) está em todos os “Centrões”. Enquanto faz campanha por Geraldo Alckmin, tem aproveitado o crepúsculo do governo para arrancar do presidente Michel Temer uma última leva de verbas e nomeações para o seu partido.

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João Amôedo tem dito a aliados próximos que Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin se comprometeram a aderir ao abaixo-assinado pedindo a sua participação nos debates presidenciais. Até agora, no entanto, nem sinal do chamegão de um e de outro.

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30.08.18
ED. 5943

Modelo tucano made in India

A inspiração para o projeto de troca da moeda que estaria sendo estudado pelos assessores de Geraldo Alckmin – ver RR de ontem – vem da Índia. O modelo foi adotado no país asiático há aproximadamente dois anos e gerou consequências díspares em momentos distintos. Em um primeiro instante, a medida provocou um caos. Os indianos que mantinham dinheiro em casa e correram para fazer a troca ou depositar o montante em contas correntes sofreram com a falta de estrutura dos bancos. Filas quilométricas se formaram por dias seguidos. Houve ainda um atraso na impressão das novas cédulas, o que causou um colapso na circulação de moeda e forte impacto, notadamente, sobre o comércio. Quando as notas finalmente chegaram às mãos dos indianos, elas eram maiores do que as anteriores e não cabiam nas máquinas de atendimento bancário usadas no país. Depois da borrasca inicial, as coisas se acalmaram e o governo indiano conseguiu o seu intento, de higienizar a economia e tirar de cena boa parte do dinheiro ilegal. A estimativa é que naquele momento, em fins de 2016, havia um total de notas em circulação proveniente de atividades criminosas equivalente a 20% do PIB indiano.

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29.08.18
ED. 5942

“Plano Real II” é a carta no colete de Alckmin

Há um Plano Real II em discussão no laboratório econômico da campanha de Geraldo Alckmin. De antemão, as medidas apenas namoram o consenso. O núcleo duro da política econômica continua sendo as reformas de sempre e a promessa de austeridade. Mas os novos pratos do cardápio contêm ingredientes capazes de inflar o suflê de chuchu. Para não deixar dúvida da inspiração no Plano Real, o pacote contemplaria uma troca de moedas.

Quem tiver qualquer unidade monetária teria de permutá-la por uma outra espécie com regras um tanto quanto parecidas com as da repatriação do capital estrangeiro. Na ausência de comprovação da origem dos recursos, as cédulas trocadas seriam tributadas em 50%. É verdade que a base monetária hoje não é nenhum Everest, mas o impacto direcionado a alguns setores seria enorme. Por exemplo, a iniciativa produziria uma forte descapitalização do crime. Na área fiscal, estão sendo discutidas medidas para redução dos gastos com o funcionalismo público com um viés heterodoxo: todos os funcionários teriam diminuída sua carga de trabalho em 20%, com uma redução nos rendimentos correspondente à queda da carga de trabalho.

Essa medida, assim como o corte de 30% dos salários de todos os funcionários remunerados acima do teto constitucional, formariam o núcleo do chamado “Pacto pela Produtividade”. A parte fiscal, notadamente a que diz respeito à redução da dívida mobiliária interna, incluiria uma reavaliação de todos os ativos da União. Estes seriam embrulhados em um grande fundo, que ajudaria na redução do passivo. A título de exemplo, imagina-se que somente na Eletrobras haja cerca de R$ 300 bilhões em ativos depreciados devido  às fórmulas de aplicação da correção monetária.

As empresas que farão parte do “fundão” terão gestão profissional e serão levadas a mercado. Ainda em linha com o Plano Real, o pacotão traria a promessa de uma desindexação completa da economia, acabando com a inflação residual. A queda do índice de preços permitiria uma redução do juro nominal, o que também contribuiria na diminuição da dívida pública. Na ponta do emprego, o programa adotaria o modelo coreano de reduzir o custo empregatício para a contratação de mão de obra jovem. O pacote de ajustamento parece à primeira vista somente passível de implementação com o decreto de um Estado de Emergência. Tem pinta de antítese do PSDB. Mas o fato é que as medidas ventiladas estão em linha com a ousadia dos economistas responsáveis pela derrubada da inflação, grande parte colaborando com a campanha de Geraldo Alckmin. Ninguém também acreditava no Plano Real.

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28.08.18
ED. 5941

Só falta Alckmin criar o Pravda

Nada como precisar de voto. Geraldo Alckmin, que chegou a defender publicamente a extinção da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), recuou da ideia. Encomendou a Persio Arida, coordenador do seu programa econômico, um projeto específico para garantir a sobrevivência da estatal. Uma possível fonte de receita é o aluguel do sinal da TV Brasil, como fazem canais privados. Curioso um tucano dar gás a esse negócio. A EBC foi um dos grandes projetos de Franklin Martins à frente da Secretaria de Comunicação Social do Lula II. Franklin defendia que o governo precisava estimular a criação de sistemas de informação que servissem de contraponto aos grandes grupos de mídia, assim como pregava o projeto de regulação do setor.

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27.08.18
ED. 5940

A guarda suíça de Alckmin

Ao que parece, Geraldo Alckmin confia mais na “sua” polícia do que na dos outros. O candidato tucano praticamente abriu mão do staff da Polícia Federal a que tem direito como ex-governador – uma lei do também tucano José Serra lhe garante dois agentes pelo período de quatro anos. Na maior parte dos eventos, Alckmin tem usado em sua segurança homens cedidos pela PM de São Paulo.

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24.08.18
ED. 5939

Alckmin decreta “intervenção” na sua campanha

Os resultados do Datafolha deflagraram uma crise no QG de campanha de Geraldo Alckmin. Nos últimos dois dias, o ninho tucano foi tomado por um clima de “está tudo errado!”. O tucano jogou a culpa pelo pífio desempenho na pesquisa sobre a sua comunicação. Marcelo Vitorino, responsável pelo marketing digital, foi afastado.

Outras cabeças devem rolar até o fim desta semana. Até mesmo a permanência do marqueteiro Lula Guimarães está em xeque neste momento. O ambiente é de intervenção. O próprio Alckmin pediu para rever gravações que já havia feito para o programa eleitoral. Descartou boa parte delas.

Segundo o RR apurou, na quarta-feira, os principais articuladores políticos de Alckmin, Lula Guimarães e todo o staff de imprensa tiveram uma tensa reunião, que começou por volta da hora do almoço e atravessou quase toda a tarde. Coordenador da campanha, ACM Neto chegou a participar do encontro por pouco tempo. Deixou o comitê assim que a temperatura começou a subir. Os assessores mais próximos têm percebido, inclusive, alterações no comportamento de Geraldo Alckmin, Em conversa reservada com Lula Guimarães, Alckmin esbravejou contra a estratégia de marketing e teria classificado a comunicação da campanha de “errática” e “sem foco”.

As críticas mais duras foram reservadas para o trabalho nas redes sociais. De fato, o “Picolé de Chuchu” repete no ambiente digital a fraca performance vista nas pesquisas eleitorais. No Facebook, o número de seguidores estacionou na casa dos 900 mil há pelo menos três meses. No mesmo período, por exemplo, Marina Silva, que está longe de ser um primor de exposição, saiu de 2,1 milhões para 2,3 milhões. Jair Bolsonaro ganhou aproximadamente 300 mil fãs virtuais no período e chegou ao patamar de 5,5 milhões.

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21.08.18
ED. 5936

Chuchu in Rio

Geraldo Alckmin se reunirá hoje, no Rio, com Eduardo Paes. Vai discutir estratégias para alavancar seus rasteiros índices eleitorais no estado

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20.08.18
ED. 5935

As contas de Alckmin

Um item chama a atenção na declaração de bens de Geraldo Alckmin à Justiça Eleitoral. O apartamento de Alckmin na região do Morumbi foi declarado com o valor de R$ 323.806,03. Trata-se da mesma cifra apresentada ao TSE nas eleições de 2006. De lá para cá, no entanto, a Prefeitura de São Paulo já atualizou o valor venal do apartamento para R$ 883 mil

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17.08.18
ED. 5934

Alckmin se antecipa ao PT e abre fogo contra Haddad

O PSDB não vai esperar pelo óbvio, leia-se a substituição de Lula por Fernando Haddad na disputa presidencial. A ordem na campanha de Geraldo Alckmin é subir o tom contra Haddad desde já. A partir deste fim de semana, a comunicação do tucano começará a despejar nas redes sociais ataques à gestão do petista na Prefeitura de São Paulo.

Uma das peças já prontas mostrará que ele cumpriu apenas metade das promessas de campanha. Ao mesmo tempo, a propaganda tucana vai associar a figura de Haddad aos malfeitos do PT e à herança econômica do governo de Dilma Rousseff. Neste caso, o marqueteiro de Alckmin, Lula Guimarães, vai utilizar como mote o número do PT e o tempo em que a sigla esteve à frente da Presidência, contando o interrompido segundo mandato de Dilma: “13 anos de PT e 13 milhões de desempregados”, dirá um dos spots.

O slogan já foi testado pelo tucano em um evento político no interior de São Paulo na semana passada e será viralizado nas mídias digitais. A decisão da campanha de Geraldo Alckmin de antecipar os fatos e jogar foco, desde agora, em Fernando Haddad foi determinada pelos primeiros sinais de crescimento do petista nas pesquisas. Sondagens feitas pelo QG de Alckmin entre os dias 10 e 14 de agosto indicaram que Haddad já começou a herdar votos transferidos pelo ex-presidente Lula, mesmo antes da oficialização da sua candidatura. O que tem chamado a atenção dos tucanos é o aumento das menções espontâneas a Haddad. Em uma das sondagens, o ex-prefeito já aparece perto dos 8%, dois pontos percentuais a mais do que na pesquisa divulgada pela Rede Record no início da semana.

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17.08.18
ED. 5934

Um pé em cada canoa

PP e DEM, integrantes da coalizão baleia montada por Geraldo Alckmin, trabalham para descolar sua imagem do governo Temer, mas jamais se distanciando do poder. Os democratas emplacaram Henrique Sartori como secretário executivo do Ministério da Educação. Já Ciro Nogueira, presidente do PP, reuniu-se com Michel Temer na semana passada e saiu com a garantia de duas nomeações para a Agência Nacional de Saúde (ANS).

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14.08.18
ED. 5931

Alckmin põe ordem na casa

Geraldo Alckmin exigiu que o aliado DEM enquadrasse o deputado Alberto Fraga, candidato ao governo do Distrito Federal. Líder da bancada da bala, Fraga deu sinais de estar deslizando para a candidatura de Jair Bolsonaro. Em conversa com outros integrantes do DEM, chegou a dizer que pediria votos para o capitão no DF. Recuou depois da pressão de grosso calibre feita por Alckmin. Não foi para isso que o tucano brecou a intenção do PSDB de ter candidato próprio no Distrito Federal para apoiar a chapa de Fraga.

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10.08.18
ED. 5929

A biodiversidade de Alckmin

Os gatos de várias raças que se misturam no balaio de alianças de Geraldo Alckmin começam a se gadunhar. A campanha nem sequer começou oficialmente e Rodrigo Maia e Ciro Nogueira já cobram maior espaço e voz ativa, respectivamente, para o DEM e o PP. O presidente da Câmara é o mais duro: nos bastidores, Maia costuma chamar a articulação política e a comunicação do tucano de amadoras”. Alckmin tenta ganhar tempo e acena aos aliados do populoso Centrão com a criação de uma espécie de conselho político, que ajudaria na coordenação da sua campanha à Presidência. Todos sabem que se trata de um apito do qual não sairá som algum.

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10.08.18
ED. 5929

Super-terça

A próxima terça-feira é aguardada com ansiedade redobrada nos comitês de campanha dos presidenciáveis. Está prevista para o dia 14 a divulgação de pesquisa do Instituto Paraná. Será a primeira sondagem de abrangência nacional após a intensa agenda política dos últimos dias: convenções partidárias, acordo de Geraldo Alckmin com o Centrão e a formação da chamada “chapa triplex”, com Lula, Fernando Haddad e Manoela D ́Ávila.

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08.08.18
ED. 5927

Quanto mais tempo…

Do ex-governador de São Paulo, Cláudio Lembo, sobre o espaço maior que Geraldo Alckmin terá na televisão com o acordo com o Centrão: “Quanto mais tempo, pior”

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07.08.18
ED. 5926

Sem polêmicas

A ordem na campanha de Geraldo Alckmin é falar o menos possível sobre drogas, aborto, relações homoafetivas etc. Tudo para não melindrar os aliados do Centrão.

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07.08.18
ED. 5926

Separacionistas

Rodrigo Maia está penando para enquadrar o DEM nos Pampas. A ala sulista, liderada pelo deputado federal Onyx Lorenzoni, não está nem aí para a aliança com Geraldo Alckmin. Só quer saber de Jair Bolsonaro.

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03.08.18
ED. 5924

Voz tucana

Geraldo Alckmin pode ficar tranquilo. Ou não. Após alguns dias na Europa, FHC retornou anteontem ao Brasil, a tempo de participar da convenção do PSDB amanhã, em Brasília. Espera-se, inclusive, que o Príncipe faça o penúltimo discurso, antes do próprio Alckmin.

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02.08.18
ED. 5923

Maresia tucana

A recente entrevista do médico David Uip, coordenador do programa de governo de Geraldo Alckmin para a área de saúde, caiu mal entre a cúpula tucana. Especialmente a declaração de que o documento de campanha de Alckmin contemplará a descriminalização das drogas, vista como um tema delicado do ponto de vista eleitoral. Só FHC deve ter gostado.

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01.08.18
ED. 5922

Caldeirão

Depois de Marina Silva, agora é Geraldo Alckmin que entabula um encontro com Luciano Huck. Não consta que FHC, entusiasta da
frustrada candidatura Huck, estará presente.

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31.07.18
ED. 5921

Ministro de festim

Na esteira da aliança com o PSDB e da conversa com Geraldo Alckmin, Paulinho da Força já fala nos bastidores como futuro ministro do Trabalho do tucano. Se é assim que ele diz…

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25.07.18
ED. 5917

Capítulos da novela “Em busca do vice alckmista”

Era por volta das 17h de ontem quando o empresário Josué Gomes (PR) encontrou-se com o ex-governador Geraldo Alckmin no escritório político do tucano na capital paulista para comunicar que não aceitaria ser seu vice na chapa presidencial. Os dois já tinham se encontrado pela manhã, mas a conversa não fora conclusiva. Assim que se despediram, Alckmin disparou mensagens para seus aliados no Centrão. Era preciso pensar, e rápido, em um plano B. Alckmin disse aos aliados que tem suas preferências, mas vai respeitar “totalmente” o novo nome escolhido pelo grupo. Os dirigentes do PR, DEM, PP, SD e PRB combinaram então, por WhatsApp, de fazer uma força-tarefa para pressionar o empresário mineiro a mudar de opinião. “Se não for possível fazê-lo reconsiderar o convite, que pelo menos ele não suba no palanque do petista Fernando Pimentel”, disse um dos dirigentes ao RR. O grupo marcou uma nova reunião em Brasília amanhã para afinar o discurso. Em seguida, vão encontrar com Alckmin. A ideia é fazer o anúncio formal da aliança PSDB-Centrão, mas deixar em aberto o nome do vice até a convenção.

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Dentro do PSDB o nome preferido para ser vice de Geraldo Alckmin é o da senadora Ana Amélia (PP-RS). Além de ser mulher, ela traz votos do Sul, onde Jair Bolsonaro tem maioria das intenções de voto. O DEM, porém, disputa a indicação do vice, e já lançou o ex-ministro da Educação, Mendonça Filho (PE). Para complicar ainda mais o meio de campo, o Solidariedade resolveu colocar na mesa o nome do ex-ministro Aldo Rebelo. A diversidade é tão grande que já se fala até no nome do ex-ministro Nelson Jobim.

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25.07.18
ED. 5917

Casas bahia

Entre os marqueteiros, Geraldo Alckmin ganhou o jocoso apelido de “Casas Bahia”. A citação a um dos maiores anunciantes do país é uma alusão ao tempo que Alckmin terá na propaganda eleitoral.

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23.07.18
ED. 5915

Acordo costurado

Geraldo Alckmin vem se vangloriando dentro do ninho tucano de ter costurado o acordo com o Centrão sem a participação direta de FHC.

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19.07.18
ED. 5913

“Fora, Alvaro Dias”

FHC voltou à carga sobre o ex-tucano Alvaro Dias, na tentativa de convencê-lo a abrir mão da sua candidatura e carregar seu 1% nas pesquisas para a conta de Geraldo Alckmin.

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19.07.18
ED. 5913

A indesejável do PTB

As negociações entre o PSDB e o PTB, que ontem oficializou seu apoio a Geraldo Alckmin, envolveram em certo momento uma questão delicada: “esconder” na campanha a deputada Cristiane Brasil. Investigada por suposta participação em irregularidades no Ministério do Trabalho, a filha de Roberto Jefferson, o “dono” do PTB, é um peso que os tucanos não querem carregar.

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18.07.18
ED. 5912

Pacto de sangue

Em jantar com Geraldo Alckmin no último domingo, o governador Márcio França (PSB) assegurou ao seu “padrinho político” que vai manter todos os tucanos ainda presentes na administração estadual. Nos últimos dias, espocaram rumores de que França detonaria os nomes ligados ao PSDB devido ao acirramento da disputa eleitoral com João Doria. A maior preocupação de Alckmin era garantir a permanência de Saulo de Castro, o todo-poderoso Secretário de Governo. São os olhos e ouvidos do presidenciável nos corredores do Palácio dos Bandeirantes.

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17.07.18
ED. 5911

Geraldo Alckmin vira a sombra de Anastasia no segundo maior colégio eleitoral do país

Geraldo Alckmin governou São Paulo por exatos 4.562 dias, mas é na vizinha Minas Gerais que ele deposita a expectativa de encontrar um norte e alavancar sua trôpega candidatura à Presidência. Alckmin pretende dar o braço a Antonio Anastasia e passear pelo estado cumprindo uma intensa agenda de encontros políticos. Na terra em que Aécio Neves se tornou uma das maiores nódoas do PSDB, Anastasia começa a ganhar o status de principal avalista de Alckmin, não apenas dentro das próprias hostes tucanas, mas também junto à geleia partidária do centrão.

Quase que por osmose, Alckmin pretende se aproveitar do amplo arco de alianças já firmado por Anastasia em Minas Gerais – PSC, PSD, PPS, PTB e Solidariedade –, com o objetivo de arrastar estas siglas para a sua campanha no plano nacional. Quase todas estas legendas têm algo em comum: não definiram seu posicionamento na eleição presidencial e seguem no balcão barganhando seu apoio. O QG de campanha de Geraldo Alckmin identifica o segundo maior colégio eleitoral do país como um potencial contraponto ao viés de baixa do pré-candidato em praticamente todas as demais regiões, incluindo São Paulo.

A avaliação é que, se há um local em que a campanha de Alckmin pode ganhar algum impulso até meados de agosto – data limite para as convenções partidárias e a definição dos concorrentes à Presidência – é em Minas. No mais recente levantamento no estado, feito pelo Paraná Pesquisas, o tucano aparece com 8% das intenções de voto entre os mineiros nos cenários sem o ex-presidente Lula, praticamente dois pontos percentuais acima do seu desempenho na esfera nacional. O índice se mantém estável desde janeiro e a expectativa é de crescimento a partir de agosto, graças exatamente ao “fator Anastasia”. O PSDB mineiro calcula que o senador e candidato ao governo já conta com apoio de aproximadamente 290 prefeitos mineiros, exatamente um terço dos municípios do estado. Para efeito de comparação, mesmo com o controle da máquina pública, o atual governador, Fernando Pimentel (PT), contabiliza neste momento cerca de 40 alcaides engajados na sua campanha.

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16.07.18
ED. 5910

Calendário eleitoral

Em conversa na última quinta-feira, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, garantiu a Geraldo Alckmin o apoio do partido à candidatura presidencial do tucano. Deu até a data da formalização do matrimônio: 28 de julho, na convenção nacional do PSD. Ressabiado, Alckmin prefere ver para crer. Duas semanas em política é uma eternidade.

O PP promete ser mais rápido do que o PSD. O senador Ciro Nogueira garantiu ao xará Ciro Gomes que até a próxima sexta- feira, dia 20, o partido baterá o martelo quanto ao possível apoio ao pedetista.

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13.07.18
ED. 5909

Calabar

Não há quem tire da cabeça de Geraldo Alckmin que João Doria é o responsável pelo gradativo afastamento do PP da sua candidatura à Presidência. Doria talvez seja hoje o tucano com melhor interlocução com os Progressistas – cobiçados por todos os candidatos do centrão. Para o bem (o seu próprio) e para o mal (de Alckmin).

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12.07.18
ED. 5908

Os verdes se distanciam de Alckmin

Aliado histórico de Geraldo Alckmin, o presidente nacional do PV, José Pena, tem deslizado gradativamente na direção de Marina Silva, ex-integrante do partido.

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11.07.18
ED. 5907

Uma pimenta a mais

Uma pimenta a mais no caldeirão tucano: pesquisa recebida segunda-feira pela campanha de João Doria o coloca com 8% das intenções de voto à Presidência. No Ibope mais recente, Geraldo Alckmin teve 6%.

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09.07.18
ED. 5905

Sobremesa

Após o tenso jantar com Geraldo Alckmin na última quarta-feira, líderes do PRB, SD, DEM e PP marcaram nova reunião, para depois de amanhã. Dessa vez, sem nenhum presidenciável por perto. O DEM, no entanto, periga roer a corda do Centrão e apoiar Ciro Gomes.

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03.07.18
ED. 5901

Os “Bolsodoria”

O PSDB trai Geraldo Alckmin à luz do dia. Tucanos do grupo Conexão 45, ligado a João Doria, já percorrem o interior de São Paulo pedindo votos para Jair Bolsonaro.

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02.07.18
ED. 5900

Eduardo Azeredo está presente

Vá lá que Geraldo Alckmin não queira se manifestar publicamente contra Eduardo Azeredo. Mas seus aliados levaram a Alckmin, presidente do PSDB, um pedido prosaico: que, ao menos, tire o nome do ex-governador mineiro do site do partido. Preso, Azeredo ainda aparece como membro da executiva tucana.

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27.06.18
ED. 5897

A saúde de Alckmin

O médico David Uip será anunciado nos próximos dias como coordenador do programa de governo de Geraldo Alckmin para a área de saúde. Desde já é pule de dez para o Ministério caso Alckmin consiga virar o jogo eleitoral.

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26.06.18
ED. 5896

Alckmin encontra os “culpados”

Os últimos dias têm sido particularmente tensos no QG da campanha de Geraldo Alckmin. Segundo o RR apurou, no fim de semana o pré-candidato tucano à Presidência chegou a cogitar a substituição do seu marqueteiro, Lula Guimarães, e mudanças no seu staff de comunicação, mas foi demovido da ideia por assessores mais próximos, notadamente Pimenta da Veiga. Em meio ao clima de caça às bruxas, a equipe de comunicação foi cobrada a intensificar o trabalho nas redes sociais, seja para a viralização das propostas de governo, seja na desconstrução dos principais adversários, leia-se, sobretudo, Jair Bolsonaro e Ciro Gomes. O publicitário Marcelo Vittorino, coordenador de marketing digital do PSDB, foi escalado para garimpar influenciadores digitais e trazê-los para a campanha. Em outra frente, o partido vai promover oficinas pelo Brasil para treinar militantes quanto ao uso das mídias sociais. Nada disso, no entanto, resolve o maior dos problemas de Alckmin: a fritura que tem sofrido fora e, sobretudo, dentro do próprio PSDB.

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21.06.18
ED. 5893

Pimenta com “Chuchu”

O ex-ministro Pimenta da Veiga foi incorporado ao conselho político da campanha de Geraldo Alckmin à Presidência da República. No sábado passado, teve a primeira reunião em São Paulo, no apartamento de Gilberto Kassab. Alckmin e o senador Marconi Perillo também estiveram presentes. Pimenta andava meio em baixa no PSDB desde que perdeu as eleições para o governo de Minas Gerais, em 2014. Por falar em Minas, a orelha de Aécio Neves deve ter ardido durante a conversa entre os três tucanos.

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20.06.18
ED. 5892

Amor com amor se paga

Na condição de presidente e dono do cofre do PSDB, Geraldo Alckmin promete ser generoso com os aliados. Antonio Anastasia, que disputa o governo de Minas Gerais e apoia a candidatura de Alckmin à Presidência deverá receber aproximadamente R$ 17 milhões em recursos do fundo partidário. Já João Doria, embora candidato ao governo do maior estado do país, ficará com metade desse valor.

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19.06.18
ED. 5891

FHC e Alckmin enxáguam a roupa suja tucana

“Dois tucanos lavando roupa suja em uma tarde de sexta-feira”. O enunciado parece com o nome de filme da cineasta italiana Lina Wert-müller, diretora de “Dois na cama numa noite suja”. Mas está longe de ser ficção. O fato ocorreu no último dia 15, quando Geraldo Alckmin e Fernando Henrique Cardoso tiveram uma conversa reservada. Alckmin demonstrou seu descontentamento com as declarações ambíguas de FHC em relação a um eventual apoio do PSDB a Marina Silva já no primeiro turno.

Insistiu também na necessidade de o ex-presidente ser o grande árbitro da unificação do PSDB. O ex-governador levou a FHC a ideia de um manifesto assinado por tucanos de alta plumagem para reafirmar a coesão em torno do seu nome – no que seria uma espécie de “Polo Democrático” versão tucana, numa alusão ao documento apoiado pelo próprio ex-presidente pregando o lançamento de uma candidatura única de centro. Alckmin, não é de hoje, tem se mostrado irritado com a fragmentação do PSDB, que virou uma espécie de Bálcãs partidários. Sua cólera tem um alvo prioritário: João Doria. Pelo menos dois grupos ligados ao ex-prefeito – os “Doristas” e o “Conexão 45” – são identificados por Alckmin como as facções mais empenhadas em minar a sua candidatura. FHC segue sendo uma figura dúbia na campanha de Geraldo Alckmin.

O “Imperador” tucano tanto pode ser o avalista-mor da sua candidatura como apontar o polegar direito para baixo e jogar Alckmin aos leões. De toda a forma, mesmo sabendo o quanto FHC e o “Chuchu” são “ensaboados”, a lavação de roupa suja da última sexta-feira foi emblemática. Ambos não se encontravam há quase um mês, período em que os ataques à candidatura Alckmin dentro do próprio PSDB se intensificaram, alimentados pelo baixo desempenho do tucano nas pesquisas. Ressalte-se ainda que a reunião se deu apenas dois dias após FHC ter recebido o marqueteiro Lula Guimarães, responsável pela campanha de Alckmin, para gravar um vídeo de apoio a sua candidatura à Presidência.

O programete, de 36 segundos, foi divulgado pela assessoria do ex-governador paulista na última quinta-feira. Até ontem à noite, contabilizava 69 mil visualizações no perfil oficial da campanha de Alckmin no Facebook. É o segundo vídeo com maior audiência na página, embora perca de longe para a prosaica gravação do desembarque de Alckmin no terminal de Congonhas, que, em quatro dias, soma 269 mil views. Por sinal, foi a primeira vez que o ex-governador aceitou a recomendação de seus assessores de reunir claques para aguardá-lo em aeroportos.

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18.06.18
ED. 5890

Datena Urgente

A candidatura de José Luiz Datena ao Senado começa a quebrar a casca do ovo. O apresentador se reúne hoje com a cúpula do DEM para discutir o assunto. Seu nome desperta também a simpatia de outros partidos. O tucano Geraldo Alckmin já declarou apoio a
Datena, de olho na chance de surfar na sua popularidade.

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15.06.18
ED. 5889

Chapa kamikaze com Meirelles e Jobim bombardeia Alckmin

A candidatura de Henrique Meirelles entrou em uma espiral de delírio. O núcleo de coordenação da campanha defende que o ex-ministro do STF e da Defesa Nelson Jobim seja sondado para a vice-presidência. Jobim traria uma articulação privilegiada com o PSDB, acesso mais estreito junto aos militares e fortalecimento dos laços com o mercado financeiro. Seria a “chapa gold” das eleições de 2018. Ocorre que parte do tucanato pensa o contrário. Ou seja: Jobim é quem deveria ser o cabeça da chapa, até por possuir todos os predicados citados. Em tempo: a dobradinha Henrique Meirelles-Nelson Jobim seria a chapa BTG-JBS. Jobim é conselheiro do banco. E Meirelles foi um empoado chairman do Banco Original, braço financeiro do grupo campeão da cadeia de proteína. Qualquer que seja o resultado das articulações, há uma certeza prévia: Geraldo Alckmin está sendo flambado à luz do dia. A conspiração vem por todas as latitudes, em um movimento sincronizado e liderado pelo próprio PSDB e pelo MDB, exatamente o vitro onde é fertilizada a dobradinha MeirellesJobim. O jogo de intriga está a pleno vapor. Os tucanos atribuem o vazamento das articulações para uma chapa Meirelles-Jobim ao próprio Alckmin, como forma de queimar a eventual candidatura da dupla. A toda conspiração corresponde uma contra conspiração em força igual e contrária.

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15.06.18
ED. 5889

Enquanto isso, no MDB…

Do lado do MDB, um dos nomes mais empenhados em minar a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência é Paulo Hartung, governador do Espírito Santo, hoje um dos principais interlocutores entre o partido e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Nos últimos dias, Hartung vem arregimentando outros governadores para participarem do ato político do “Polo Democrático”, convocado para o próximo dia 28 de junho, em São Paulo. Ele concentra empenho especial em atrair para o grupo o governador paulista Marcio França (PSB), até prova em contrário aliado de Alckmin. Hartung, é bom lembrar, foi um dos artífices do frustrado projeto Luciano Huck. Em tempo: a dupla Meirelles-Jobim, por sinal, seria a bola da vez para ocupar o espaço da candidatura “outsider”. Ainda que de outsider, tanto um quanto outro nada tenham

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13.06.18
ED. 5887

Mordaça tucana

Geraldo Alckmin decretou a “lei do silêncio” entre seus assessores. A decisão tem endereço certo: o cientista político Luiz Felipe D’Ávila, coordenador geral da campanha e amigo pessoal do ex-governador. Alckmin considera que D ́Ávila tem buscado holofotes para si em demasia.

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12.06.18
ED. 5886

Fracasso de Alckmin nas pesquisas empurra tucanos na direção de Marina Silva

A pesquisa Datafolha do último domingo aumentou a fervura no caldeirão do PSDB, dando fôlego aos grupos da sigla que defendem a implosão da candidatura de Geraldo Alckmin. Ao longo do fim de semana, cardeais tucanos discutiram a urgência de o partido construir uma alternativa viável a Alckmin – que, com os 7% de intenções de votos, atingiu o pior índice de um presidenciável do PSDB em 30 anos. Por alternativa viável, leia-se o apoio à Marina Silva, segunda colocada na mesma pesquisa no cenário sem a candidatura Lula.

Tucanos influentes defendem que o partido intensifique as conversações com Marina – PSDB e Rede Sustentabilidade têm feito aproximações sucessivas nos últimos meses. Pelos tucanos, os interlocutores são o chanceler Aloysio Nunes Ferreira e o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG). Pestana é um dos artífices do “Polo Democrático”, o manifesto lançado na semana passada – com o apoio de Fernando Henrique Cardoso – em defesa de uma candidatura única de centro à Presidência. Do lado de Marina, as conversas são conduzidas por Miro Teixeira e João Paulo Capobianco, os dois principais articuladores políticos da sua campanha.

Segundo o RR apurou, ambos tiveram duas conversas com Pestana nas últimas três semanas. Publicamente, Marina Silva tem rechaçado a hipótese de aliança com os tucanos no primeiro turno. Na semana passada, ao ser perguntada sobre o assunto, saiu-se com um “de jeito nenhum”. A julgar pelos movimentos de bastidores de parte a parte, trata-se de um blefe no pôquer eleitoral. Do lado do PSDB, diferentemente, os acenos de aproximação são feitos à luz do dia.

O mais agudo veio do próprio FHC, que, também na última semana, fez elogios públicos à ex-senadora e disse textualmente “não descartar” uma união entre os dois partidos. Não por acaso, entre os próprios tucanos, o “Polo Democrático”, assinado por FHC, já é visto como o beijo da morte da candidatura de Alckmin, o que abriria caminho para outro candidato. João Doria segue no banco de reservas. Mas, entre os tucanos, cresce a percepção de que o PSDB terá de buscar fora de suas fileiras um nome com chances reais de vitória na eleição. Além das legendas que assinam o “Polo Democrático”, o PSDB vislumbra que o apoio à Marina Silva teria o condão de atrair partidos que não formam a geleia do Centrão. O alvo principal seria o PSB. Órfão de candidato desde a desistência de Joaquim Barbosa, a sigla caminha sem direção. Ora, sinaliza que ainda pode lançar um candidato próprio; ora, flerta com Ciro Gomes. O apoio do PSB daria à Marina algo que a Rede não tem; e o PSDB muito menos: capilaridade no Nordeste, o grande reduto eleitoral do PT.

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11.06.18
ED. 5885

Só santo milagreiro

Geraldo Alckmin tem sido aconselhado a recorrer a um marqueteiro internacional na tentativa de dar uma chacoalhada em sua campanha.

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07.06.18
ED. 5883

“Chuchu” fora do sério

O lançamento do programa de Geraldo Alckmin para a área de segurança, ontem, no Rio de Janeiro, causou enorme estresse nos bastidores da campanha tucana. Alckmin fez duras cobranças ao seu staff diante do fiasco em que o evento se transformou. Embora aberta ao público, não havia mais do que 25 pessoas na apresentação.

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05.06.18
ED. 5881

Alckmin com licença para matar

Geraldo Alckmin vai usar a prerrogativa, prevista no estatuto do PSDB, de impor alianças estaduais com outros partidos e implodir candidaturas de tucanos com reduzidas chances eleitorais – ou apoiadas por desafetos, como o prefeito de Manaus, Arthur Virgilio. Trata-se de um presente deixado por Aécio Neves. Em 2014, quando presidia o PSDB com mãos de ferro, o senador mineiro criou uma resolução dando plenos poderes à Executiva Nacional para deliberar sobre candidatos e alianças nos estados. Por “Executiva Nacional” entenda-se o presidente do PSDB, cargo hoje ocupado por Alckmin.

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04.06.18
ED. 5880

Tucano vs. tucano

O prefeito de Manaus, o tucano Arthur Virgílio, talvez só fique atrás de João Doria no prazer de sabotar a candidatura de Geraldo Alckmin. Virgílio está convidando outros postulantes à Presidência da República a visitar a capital amazonense e apresentar suas propostas a empresas da Zona Franca: já estendeu o tapete vermelho a Flavio Rocha, Rodrigo Maia e Alvaro Dias, todos integrantes da turma do 1% nas pesquisas.

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25.05.18
ED. 5875

Voto de silêncio

A prisão de Eduardo Azeredo gerou reações distintas na equipe de campanha de Geraldo Alckmin. O núcleo de comunicação, comandado pelo marqueteiro Lula Guimarães, recomenda uma estratégia agressiva: Alckmin jogaria Azeredo aos leões e defenderia publicamente sua expulsão do PSDB, na linha do “Nós não somos iguais a eles…”. No entanto, os tucanos puro sangue, como os deputados Silvio Torres e Samuel Moreira e o cientista político Luiz Felipe D ́Ávila, pregam prudência. Aconselham Alckmin a deixar a poeira baixar até que o próximo escândalo transforme a prisão de Azeredo em nota de rodapé. Adivinhem qual recomendação o Picolé de Chuchu vai seguir?

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24.05.18
ED. 5874

Artilharia anti-Doria

Há uma articulação conduzida por Geraldo Alckmin para que Celso Russomanno seja o vice na chapa de Marcio França. Russomanno carrega um caminhão de votos.

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24.05.18
ED. 5874

Alckmin transforma seu programa em minissérie

Geraldo Alckmin tem usado e abusado da estratégia de picotar seu programa de governo para garantir presença quase diária no noticiário. Na semana passada, apresentou a equipe econômica. Hoje, divulgará seus planos para a área de educação, sob a coordenação do senador Cristovam Buarque e da ex-secretária-executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Castro – nome antecipado pelo RR na edição de ontem. Na próxima terça-feira, será a vez de Alckmin mostrar suas cartas para a segurança pública.

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23.05.18
ED. 5873

A professora de Alckmin

A tucana Maria Helena Guimarães, que deixou a Secretaria Executiva do Ministério da Educação, deverá se integrar à equipe de campanha de Geraldo Alckmin. Terá a missão de colaborar com o programa de Alckmin para o setor, notadamente no ensino fundamental.

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23.05.18
ED. 5873

França se fixa no centro

O governador Márcio França detonou a articulação do PSB para uma aliança com o PCdoB e o PDT em São Paulo. Pesquisa encomendada pelo seu staff mostrou que a coalizão entortaria demasiadamente sua campanha para o campo da esquerda, tirando votos dele e do seu candidato à Presidência, Geraldo Alckmin.

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22.05.18
ED. 5872

Alckmin acelera o passo na campanha

Depois de muitas e vindas, Geraldo Alckmin formalizou, na semana passada, a contratação do marqueteiro Lula Guimarães. Lula, que havia deixado um bem remunerado trabalho de consultoria para o MDB, especialmente nas redes sociais, vinha assessorando informalmente o candidato tucano desde o ano passado. Nos últimos dias, Alckmin fechou também a contratação do ex-secretário de Comunicação do governo de São Paulo, Carlos Graieb. Estes movimentos devem aplacar as críticas que o candidato vinha recebendo de seus próprios pares no PSDB, pela morosidade em colocar a campanha na rua para valer. Alckmin, por exemplo, foi duramente criticado por cardeais tucanos por ter ficado cinco dias seguidos sem eventos públicos ou contatos com a mídia.

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09.05.18
ED. 5863

Caixa preta

Ontem, no fim da tarde, o comitê de campanha de Geraldo Alckmin foi chacoalhado pela informação de que Paulo Souza, ex-diretor do Dersa, estaria perto de fechar um acordo de delação.

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03.05.18
ED. 5859

Inseparáveis

Mauro Arce, que acaba de deixar a presidência da Cesp, deverá se unir à equipe de campanha de Geraldo Alckmin. Será a ponte entre o presidenciável e o setor elétrico. Velho colaborador de Alckmin, Arce ocupou diversos cargos na administração do tucano.

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Paulo Hartung (MDB-ES) equilibra um prato em cada mão. Virtual candidato à reeleição, articula para ter no seu palanque Joaquim Barbosa e Geraldo Alckmin.

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26.04.18
ED. 5855

Com “T” de tucano

Adversário de João Doria e aliado de Geraldo Alckmin, o governador Márcio França foi buscar um nome que conhece a fundo a alma tucana. Está fechando a contratação de Luiz Gonzalez para comandar sua campanha à reeleição. Gonzalez foi o marqueteiro do próprio Alckmin e de José Serra nas eleições à Presidência em 2006 e 2010.

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24.04.18
ED. 5853

Marina Silva ganha plumagem de tucana e avança sobre Geraldo Alckmin

No jeito, estilo e discurso, Marina Silva está se revelando mais tucana do que os próprios tucanos. No entanto, no que diz respeito ao seu adversário e quase congênere emplumado, Geraldo Alckmim, Marina o atacará como uma ave de rapina amazônica. A orientação do seu comitê de campanha é bater forte no ex-governador quando se trata da Lava Lato e mesclar com uma crítica mais suave ao falar sobre a competência dos seus próprios quadros técnicos, a consistência do programa de governo e sua trajetória ilibada. É a hora em que a harpia de olhos fundos vai renascer com a plumagem de um tucano.

Graças a uma rara capacidade de mimetismo político, a candidata da Rede tem atraído para a sua campanha o que mais parece ser uma equipe de FHC melhorada. Já fazem parte do ecossistema de Marina os economistas André Lara Rezende, Eduardo Giannetti e Ricardo Paes de Barros. Agora, ela está trazendo para o time Marcos Lisboa. O próximo passo de Marina é agregar a este liberal um personagem de apelo popular e impacto midiático. Algo parecido com um Luciano Huck.

A Marina Silva tucana em nada lembra a Marina Silva seringueira. O notório esforço para encarnar o ideário liberal transformou Marina em uma espécie de Lepidothrix vilasboasi, pássaro raro da Amazônia considerado pela ciência a primeira ave híbrida da América. A sua “social democracia amazônica” tem lhe permitido ser uma parabólica de um espectro da centro-direita que ainda vaga com uma lanterna na mão em busca do seu candidato. A Marina tucana faz sucesso nos Jardins e na Avenida Paulista, vide a histórica relação com Neca Setubal, herdeira do Itaú, e Guilherme Leal, sócio da Natura – ainda que este último tenha se afastado mais recentemente.

No entanto, a “tucana transgênica” vai além e chega aonde o “tucano puro-sangue” não consegue ir. Graças a sua origem, sua trajetória política e à própria história no PT, Marina tem algo que Alckmin praticamente desconhece: povo. De acordo com a mais recente pesquisa do Datafolha, 91% da população de renda mais baixa sabem que é Marina Silva, contra 82% de Alckmin. No eleitorado como um todo, seu recall é superior: 94%, contra 87%. Ou seja: a candidata que, não obstante ter disputado duas eleições presidenciais, está longe de manter uma exposição intensa é mais conhecida pelo brasileiro do que o político que governou o maior estado do país por 12 anos e quatro meses.

O confronto direto guarda ainda outro número favorável à Marina: seu índice de rejeição é inferior ao de Alckmin – 22% a 29%. Geraldo Alckmin é hoje um boxer grogue, cambaleante, tentando sair das cordas. Marina baila ao seu redor como se fosse Cassius Clay. Pela métrica que for, ela o nocauteia em  força eleitoral, vide as redes sociais. No Facebook, a candidata da Rede tem mais de 2,2 milhões de seguidores; o ex-governador se arrasta para chegar à marca de um milhão. E nesse duelo privado, há ainda uma diferença fulcral: Marina não está na Lava Jato. Talvez até pelo seu permanente estado de mutação e “desmutação”, Marina Silva tem outra vantagem: entre os principais presidenciáveis, talvez seja hoje quem mais tem capacidade de sorver votos de candidatos de diferentes espectros, a começar pelo próprio Alckmin.

Além de ser uma ameaça ao PSDB, Marina pode capturar apoios do Centrão, leia-se a geleia na qual patinam Michel Temer, Henrique Meirelles, Rodrigo Maia, Alvaro Dias e Paulo Rabello de Castro. Historicamente próxima a órgãos da sociedade civil mais vinculados ao campo da esquerda, como sindicalistas, sem-terra, ambientalistas, Marina pode ainda fisgar eleitores do próprio Lula e de seu aguardado “poste”. O xeque-mate seria a dobradinha Marina Silva-Joaquim Barbosa. Os sinais de aproximação são patentes. Marina, ressalte-se, já enviou parte do seu programa a Barbosa, pedindo que ele opinasse sobre as propostas, não necessariamente na condição de candidato, mas como homem público. Seria uma combinação com tempero brasileiro ao gosto do eleitor, uma chapa com pinta de segundo turno.

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23.04.18
ED. 5852

Doria três em um

João Doria acumula três cargos: candidato a governador, candidato reserva à Presidência, no lugar do trôpego Geraldo Alckmin, e prefeito remoto de São Paulo. Até o momento, Bruno Covas ainda não conseguiu assumir o cargo para valer, tamanha a interferência do antecessor junto ao secretariado.

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20.04.18
ED. 5851

Conexão França

Publicamente, o governador de São Paulo, Marcio França, não se cansa de reafirmar o apoio a Geraldo Alckmin. Intramuros, segundo uma fonte presente no encontro entre líderes do PSB e Joaquim Barbosa ontem, França tem sinalizado que seu é junho. Se, até lá, a insossa campanha de Alckmin não decolar, ele e o PSB paulista seguirão outro caminho, aceitando embarcar na virtual candidatura de Joaquim Barbosa. Puro pragmatismo. O que França não quer é afundar junto com o tucano e colocar em risco sua própria reeleição ao governo de São Paulo. O último Datafolha ajudou a minar as convicções do governador paulista: Alckmin segue estacionado nos 7%; e Barbosa, sem qualquer esforço, já apareceu com 9%.

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19.04.18
ED. 5850

Sugestão do Chuchu

Michel Temer gostou da “dica” dada por Geraldo Alckmin em recente entrevista. Vai ele mesmo fechar a Empresa de Planejamento e Logística, criada para tocar o projeto do trem-bala que nunca saiu do papel.

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18.04.18
ED. 5849

Convicto

João Doria encomendou sondagem incluindo seu nome entre os candidatos à Presidência. Está convicto de que bate os 13% de Geraldo Alckmin no último Datafolha.

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13.04.18
ED. 5846

Conselho rejeitado

A partir da última semana de abril, Tasso Jereissati vai carregar Geraldo Alckmin pelo braço em uma série de encontros com empresários nordestinos e visitas a diretórios do PSDB nas capitais da região. Ambos, portanto, fazem ouvidos de mercador ao conselho de FHC, que recomendou a Alckmin “esquecer o Nordeste” e buscar votos no Centro-Oeste.

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12.04.18
ED. 5845

Banco de reservas

João Doria ainda olha de esguelha para o Palácio do Planalto. A uma fonte do RR, disse que, se a candidatura Alckmin não decolar até junho, será inevitável que o PSDB lance outro candidato.

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27.03.18
ED. 5834

Fósforo e querosene

Caberá ao próprio presidente nacional do PR, Antonio Carlos Rodrigues, indicar o secretário de Logística e Transporte de São Paulo no governo de Marcio França. Prestes a assumir o cargo de Geraldo Alckmin, França está brincando com fogo. Rodrigues, ex-ministro dos Transportes do governo Dilma II, terá sob o seu condão o Dersa – justo no momento em que a Lava Jato ameaça abrir o que seria a Caixa de Pandora dos governos tucanos em São Paulo. Ressalte-se ainda que o presidente do PR chegou a ser preso no fim do ano passado.

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27.03.18
ED. 5834

Bem mais do que cunhado de Alckmin

Um episódio revela toda a preocupação de Geraldo Alckmin em relação ao seu cunhado, Adhemar Cesar Ribeiro, acusado de arrecadar recursos ilegais para a campanha do governador em 2010. Em novembro de 2016, conforme noticiado à época pela imprensa, bandidos invadiram a mansão de Ribeiro, no Morumbi. Levaram joias, dinheiro e documentos. O governador acionou o que tinha de melhor. O então ministro da Justiça Alexandre de Moraes, ex-secretário de Alckmin, teria se envolvido diretamente nas operações de captura dos criminosos, presos duas semanas depois. Consta que o aparato policial empregado foi tão grande ou maior do que o utilizado na caça ao ladrão que roubou o celular de Marcela Temer e chantageou a primeira dama, também em 2016. Por sinal, outro caso em que a participação do hoje ministro do STF Alexandre de Moraes foi determinante.

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20.03.18
ED. 5829

O czar João Doria

No domingo à noite, em conversas reservadas entre Geraldo Alckmin e assessores no Palácio Bandeirantes, o que se dizia, em tom sarcástico, é que João Doria foi mais competente em conduzir as prévias tucanas do que Vladimir Putin na eleição russa. Doria foi escolhido como candidato ao governo de São Paulo por quase 80% dos delegados do PSDB. Putin, por sua vez, recebeu “apenas” 74% dos votos dos russos.

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19.03.18
ED. 5828

A toque de caixa

Assessores do governador Geraldo Alckmin trabalham dia e noite para que o “chefe” anuncie formalmente a venda de 49% da holding controladora da Sabesp na primeira semana de abril. Será um de seus últimos atos no governo. A operação poderá gerar algo em torno de R$ 5 bilhões.

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16.03.18
ED. 5827

Pariu Mateus e se foi

Geraldo Alckmin fez o convite para Eduardo Paes retornar ao PSDB e depois tomou Doril. Na Executiva Nacional do partido, dirigida por Alckmin, sequer se fala no assunto depois das recentes denúncias contra Paes na Lava Jato. A batata quente foi empurrada para o diretório do Rio.

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15.03.18
ED. 5826

Alckmin 24 horas

As duas semanas que antecederão à saída de Geraldo Alckmin do governo de São Paulo, em 7 de abril, serão marcadas por um bombardeio publicitário enaltecendo sua gestão.

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14.03.18
ED. 5825

“Caixa de campanha”

Aliados, talvez mais paranoicos, de João Doria enxergam a iminente venda da Cesp e de 49% da Sabesp como o maior “apoio” que Geraldo Alckmin poderia dar à candidatura de seu vice, Marcio França (PSB), ao governo de São Paulo. Estima-se que os dois leilões, que devem ser realizados apenas após a ascensão de França ao cargo de governador, lancem mais de R$ 8 bilhões nos cofres públicos.

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09.03.18
ED. 5822

Nota de três reais

O apoio do Solidariedade à pré-candidatura de Rodrigo Maia à Presidência é visto no próprio DEM como algo tão sólido quanto argila. O comandante-em-chefe do partido, Paulinho da Força, garante embarcar na candidatura Maia, mas mantém um pé no barco de Geraldo Alckmin.

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07.03.18
ED. 5820

Trepidação

A simples inauguração de uma estação de metrô, na última sexta-feira, causou melindres na relação entre Geraldo Alckmin e João Doria. O prefeito esperava ter um cantinho de palanque para ser saudado como candidato do PSDB ao governo de São Paulo. Saiu fulo por ter apenas servido de escada para o “comício” de Alckmin.

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02.03.18
ED. 5817

O principal interlocutor de Doria

João Doria costura o apoio do DEM a sua candidatura ao governo de São Paulo. Seu principal interlocutor é o deputado Rodrigo Garcia, ex-secretário de Geraldo Alckmin.

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21.02.18
ED. 5810

Em março…

Geraldo Alckmin vai abrir o processo de venda de 49% da Sabesp em março.

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20.02.18
ED. 5809

Alckmin mantém o Dersa sob proteção tucana

Geraldo Alckmin barrou as articulações de seu vice e sucessor, Marcio França, para entregar a Secretaria deLogística e Transporte de São Paulo ao PR. Alckmin cravou a permanência do tucano Laurence Casagrande no cargo. O PSDB considera visceral manter ascendência sobre a Secretaria e consequentemente sobre o Dersa, principalmente agora em que a Lava Jato vasculha essa caixa-preta. Isso para não falar do próprio “Risco PR”: a mistura do partido com a área de transportes seria um chamariz para o Ministério Público. A sigla indicou para a presidência da Valec José Francisco das Neves, que acabou condenado por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

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19.02.18
ED. 5808

Alckmin vai ao “estrangeiro”

O RR apurou que Geraldo Alckmin, um “desconhecido” em terras nordestinas, vai visitar cinco das nove capitais da região durante o mês de março. O tour começará por Recife, um cluster do PSB, do seu vice e fiel escudeiro Marcio França.

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16.02.18
ED. 5807

A vitória de Alckmin

Geraldo Alckmin, enfim, apareceu no topo de uma sondagem eleitoral, ainda que dentro do próprio PSDB. Aliados de Arthur Virgílio, que se autointitula pré-candidato à Presidência, encomendaram enquete junto aos diretórios do partido perguntando quem seria o candidato mais competitivo. Segundo o RR apurou, deu o óbvio: o “Chuchu” derrotou Virgílio por 62% a 28%.

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15.02.18
ED. 5806

O “ajuste fiscal” do Chuchu

Há dois meses na presidência do PSDB, Geraldo Alckmin vem alardeando entre seus pares o “ajuste fiscal” que promoveu no partido. Os custos na estrutura nacional já caíram de R$ 1 milhão/mês para R$ 200 mil, notadamente com cortes de pessoal.

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02.02.18
ED. 5800

Mutirão pró-Alckmin

Tasso Jereissati e Beto Richa fecharam com Geraldo Alckmin. Defendem que o PSDB abra mão de lançar candidato ao governo de São Paulo em troca da construção de um arco mais amplo de alianças em torno da candidatura de Alckmin à Presidência da República.

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01.02.18
ED. 5799

Febre e dores no corpo

A febre amarela tornou-se uma picada a mais no tenso relacionamento entre Geraldo Alckmin e João Doria. O prefeito está possesso com recentes entrevistas de Alckmin sobre o tema. Acha que o governador tentou deslizar para a Prefeitura a culpa pela recente falta da vacina em postos da capital paulista.

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31.01.18
ED. 5798

Picolé de chuchu ao vivo e a cores

Geraldo Alckmin montou um QG de campanha em Brasília. Até abril, quando deixará o governo de São Paulo, pretende bater ponto na capital ao menos uma vez por semana para conduzir pessoalmente as negociações em torno de possíveis alianças partidárias.

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30.01.18
ED. 5797

Fogo amicíssimo

Ontem no fim da tarde começou a circular no WhatsApp de parlamentares do PSDB de São Paulo uma espécie de campanha com o lema “Fica Doria, seja um gestor como prometido”. Coincidência ou não, a mobilização surgiu um dia após Geraldo Alckmin admitir a possibilidade de o partido não lançar um candidato próprio ao governo de São Paulo, apoiando a candidatura de seu vice, Marcio França (PSB).

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30.01.18
ED. 5797

Lava Jato invade o metrô de São Paulo

A Lava Jato avança sobre trilhos tucanos. Os procuradores de Curitiba teriam reaberto as investigações sobre um suposto esquema de corrupção e financiamento ilegal de campanha a partir da construção da Linha 6 do Metrô de São Paulo, identificada pela sugestiva cor laranja. O início das obras se deu em 2015, no governo Alckmin. As denúncias, segundo informações filtradas pelo RR, atingem a Queiroz Galvão e a UTC, sócias da Odebrecht no consórcio.As primeiras denúncias sobre a Linha 6, projeto de R$ 10 bilhões, surgiram no ano passado, mas as apurações não se aprofundaram. Desta vez, a força tarefa teria juntado novas peças a partir da delação de executivos da Odebrecht e, sobretudo, da Camargo Corrêa.

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26.01.18
ED. 5795

OAS: nova leniência a caminho?

Aos poucos, o asfalto tucano vai se esfarelando. A OAS teria aberto tratativas com o Cade para fechar um acordo de leniência referente à construção do Rodoanel, uma das principais obras de infraestrutura de São Paulo. A contrapartida para o acordo seria a confissão da empreiteira baiana de que participou de um cartel montado especialmente para o projeto. Ressalte-se que, em sua delação, executivos da Odebrecht já admitiram o esquema, que teria durado de 2004 a 2007, durante governos de Geraldo Alckmin e José Serra. Segundo os delatores, o conluio teria congregado 22 empresas. Não custa lembrar que a OAS fez um acordo similar com o Cade, confessando a formação de um cartel para a construção do Arco Rodoviário do Rio de Janeiro.

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26.01.18
ED. 5795

Ausência sentida

Aliados de João Doria no PSDB ainda alimentam a expectativa de que Geraldo Alckmin participe do ato público programado para amanhã em defesa da candidatura do prefeito ao governo de São Paulo. Até ontem, Alckmin ainda não havia confirmado sua presença.

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25.01.18
ED. 5794

Posse pré-datada

Geraldo Alckmin ainda não deixou o governo de São Paulo, mas seu vice, Marcio França (PSB), já usa e abusa do cargo. França ofereceu a Secretaria Estadual de Transportes ao PR em contrapartida ao apoio da sigla à sua candidatura à “reeleição”, em outubro. É só o primeiro embrulho sobre o balcão. Estima-se que pelo menos outros cinco secretários deixem seus postos até abril, permitindo a França ampliar seu espectro de negociação com partidos aliados.

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Em conversa com Geraldo Alckmin na semana passada, Gilberto Kassab tratou da possibilidade de ser o vice da sua chapa. Seria o hedge de Kassab e do PSD caso a candidatura de Henrique Meirelles não decole.

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22.01.18
ED. 5791

Guru

Em pouco mais de dois meses, Geraldo Alckmin teria tido três conversas mais longas com o economista Eduardo Gianetti, guru de Marina Silva

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19.01.18
ED. 5790

Ao pé do ouvido

Geraldo Alckmin conversou pessoalmente com Michel Temer sobre a renovação antecipada da licença da usina de Porto Primavera, condição sine qua non para a privatização da Cesp. Saiu com a garantia de que o decreto estará no Diário Oficial em fevereiro. A conferir.

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A reunião entre João Doria e a bancada tucana, na última terça-feira, esteve longe de ser um ato de “aclamação” da candidatura do prefeito ao governo de São Paulo. Dos 12 deputados presidentes, apenas quatro efetivamente se disseram favoráveis ao nome de Doria. Os outros oito ficaram em silêncio. Um dos parlamentares presentes disse ao RR que a maioria da bancada tucana entende que a palavra final sobre o candidato do partido cabe a Geraldo Alckmin.

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17.01.18
ED. 5788

Trem descarrilado

Mais uma flechada à vista na direção dos tucanos: segundo o RR apurou, o Ministério Público de São Paulo está retomando as investigações sobre o cartel de trens em São Paulo, esquema que teria operado nos governos de José Serra e Geraldo Alckmin. Se, na primeira fase, a operação focou com mais ênfase em executivos de empresas como Alstom e CAF, desta vez as apurações envolveriam autoridades públicas. Promotores teriam voltado a fazer as oitivas, com o propósito de oferecer uma nova denúncia em breve.

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16.01.18
ED. 5787

O plano B de Perillo

Marconi Perillo ainda alimenta a expectativa de vir como vice de Geraldo Alckmin em uma chapa puro-sangue tucana, repetindo, aliás, a dobradinha que assumiu recentemente a direção do PSDB. Mas, se tudo der errado, o que é bem mais provável, Perillo deixa o governo de Goiás em abril e põe na rua a sua candidatura ao Senado. Nem as constantes denúncias de envolvimento com o contraventor Carlinhos Cachoeira seriam um impeditivo para uma eleição dada como certa dentro do PSDB.

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16.01.18
ED. 5787

Fotocópia

As diretrizes gerais do programa econômico do pré-candidato Geraldo Alckmin, anunciadas pelo porta-voz da sua equipe econômica, Roberto Gianetti, são um condensado do que o ex-ministro da Fazenda Luiz Carlos Bresser Pereira vem preconizando há anos. Falta só o imposto sobre commodities.

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12.01.18
ED. 5785

Pesquisa taylor made

A campanha de Geraldo Alckmin encomendou uma pesquisa com o nome de Jaques Wagner na condição de candidato do PT. Alckmin e Wagner apareceram disputando o segundo turno, com vitória do tucano. Deve ser a única sondagem em que o Picolé de Chuchu chega ao Palácio do Planalto.

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08.01.18
ED. 5781

Subterrâneos

Os dirigentes da Galvão Engenharia concluíram seus depoimentos no âmbito do acordde delação premiada. Segundo o RR apurou, os executivos do grupo teriam confirmado a existência de um esquema de propina nas obras na Linha 5 do Metrô de São Paulo durante o governo de Geraldo Alckmin. O arco e a flecha estão nas mãos da PGR Raquel Dodge. Se vai usá-los…

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08.01.18
ED. 5781

À sombra de Alckmin

Surge uma nova peça no tabuleiro tucano para a sucessão de Geraldo Alckmin em São Paulo. O próprio Alckmin tem tratado de inflar o nome de Saulo de Castro, colaborador de longa data e hoje Secretário de Governo, como um possível candidato do PSDB ao Palácio Bandeirantes. Seria uma forma do atual governador emplacar um aliado fiel e manter alguns títeres sobre o cargo, o que não acontecerá com a eventual candidatura de João Doria ou de José Serra. Contra Saulo de Castro pesa o fato de ele jamais ter disputado cargos eletivos. Antes de ser secretário de Governo, comandou a Secretaria de Segurança e a Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem).

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28.12.17
ED. 5775

Um governador em busca de cacife

Paulo Hartung, que esteve com meio corpo fora do rebatizado MDB, agora calcula as análises combinatórias possíveis para voar mais alto dentro do próprio partido. Hartung tem estimulado aliados a usar seu nome como um curinga no tabuleiro de 2018. O governador capixaba é “vendido” como um candidato a vice de Geraldo Alckmin, em uma eventual aliança com o PSDB, ou de Henrique Meirelles, caso Michel Temer resolva apoiar seu ministro da Fazenda. Hartung, por ora, é uma bala que ricocheteia nas paredes do MDB sem acertar alvo algum. Nos últimos meses, negociou sua transferência para o DEM e o PSDB; conversou com Joaquim Barbosa sobre uma eventual dobradinha no PSB; e tricotou com Luciano Huck e Armínio Fraga. Só faltou propor uma chapa tríplice com Trump e Macron.

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27.12.17
ED. 5774

Espírito natalino

Após um razoável hiato, Geraldo Alckmin e Aécio Neves conversaram por telefone às vésperas do Natal. Alckmin elogiou Aécio pelas declarações defendendo punição aos deputados tucanos que votarem contra a reforma da Previdência.

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21.12.17
ED. 5771

Casa de ferreiro, espeto de pau

Geraldo Alckmin está penando para desarmar uma intentona em sua própria base aliada na Assembleia de São Paulo. Com a do vice-governador, Marcio França, os parlamentares do PSB deverão retirar sua assinatura do requerimento pela votação do projeto que eleva em 53% o teto salarial de parte do funcionalismo público de São Paulo, uma pauta-bomba para as finanças do estado. Até o momento, no entanto, os deputados do próprio PSDB que aderiram à proposta, entre eles o presidente da sigla em São Paulo, Pedro Tobias, não recuaram.

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20.12.17
ED. 5770

Os predadores de sempre

A previsão de um fundo eleitoral com R$ 1,7 bilhão em recursos públicos já causa uma guerra interna nos grandes partidos. Na semana passada, a cúpula do PMDB se reuniu em Brasília para discutir as regras de divisão dos recursos entre os candidatos do partido. Nada foi decidido. Pelo contrário: o encontro terminou em bate-boca e o presidente da sigla, o senador Romero Jucá, saiu irritado da reunião.
_______________________________________________________________

No PSDB, com as novas regras internas, o presidente do partido, Geraldo Alckmin, perdeu o poder que seu antecessor, Aécio Neves, tinha sobre o destino dos recursos do fundo eleitoral. Alckmin só poderá decidir sobre a distribuição de 40% da fatia que caberá ao PSDB. O restante terá de ser votado na Executiva do partido.

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18.12.17
ED. 5768

A “reforma” do PSDB

Geraldo Alckmin fará tudo com muito cuidado, para evitar mais uma fissura dentro do PSDB, mas promete desmontar boa parte da estrutura deixada por Aécio Neves, seu antecessor no comando do partido. Uma das primeiras medidas de maior dimensão interna e simbolismo deverá ser a extinção do cargo de diretor de gestão corporativa, hoje ocupado pelo ex-deputado João Almeida. A intenção de Alckmin é fortalecer o secretário-geral do PSDB, seu aliado Silvio Torres, que foi colocado para escanteio na gestão de Aécio.

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13.12.17
ED. 5765

Ciro no páreo

O Credit Suisse, em seu Cenário 2018, chama a atenção para um resultado das pesquisas pouco explorado: nas simulações do segundo turno, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes estão empatados tecnicamente. Tudo bem que uma final de campeonato difícil. Mas o “Cirão” está mais vivo do que os coveiros pensam.

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11.12.17
ED. 5763

Caça-voto

Geraldo Alckmin comprometeu-se com o presidente Michel Temer que, a partir de hoje, vai procurar os 43 deputados federais tucanos para catequizá-los a favor da reforma da Previdência.

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06.12.17
ED. 5760

Geraldo Alckmin busca o seu próprio “Plano Real”

O governador de São Paulo e virtual candidato tucano à Presidência da República, Geraldo Alckmin, pretende buscar no passado o seu mote de campanha. Alckmin quer um “Plano Real” para chamar de seu. A ideia é comprar o pacote fechado: o programa junto com os economistas integrantes do governo.

Como que no túnel no tempo, veríamos de novo espalhados pelo aparelho de Estado os “pucnianos” Pedro Malan, Edmar Bacha, Pérsio Arida, Elena Landau, entre outros. Todos em versão retrô, mas com alta carga simbólica. A exceção ficaria por conta de Gustavo Franco, que não pertence mais ao time por vontade própria e se filiou ao Partido Novo. Segundo a fonte do RR, a ideia é do próprio Alckmin. Fernando Henrique Cardoso, que não dá conselho a ninguém, certamente gostaria da autoria.

Ele foi consultado e aprovou imediatamente. O Plano Real versão 2.0 complementaria o governo Temer, concluindo o ajuste das contas públicas e as reformas estruturantes, mas trazendo a agenda da produtividade, que permaneceu intocada durante todo os planos de ajuste do regime civil. Alckmin já esteve no quartel do Real 2.0, a Casa das Garças.

Foi iniciar as primeiras conversas. O think thank tucano se considera diferenciado de todas as outras instituições que produzem conhecimento, a exemplo da FGV, Insper e USP. Os “pucnianos” acham que criaram uma grife e são uma boutique. Um novo Plano Real só seria crível com a assinatura deles. Sem as garças ou marrecos, soaria como fake. Com a péssima fase que o PSDB atravessa, talvez seja mesmo uma boa iniciativa resgatar a única coisa que lhe sobrou: um passado de transformações venturosas da economia do país.

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06.12.17
ED. 5760

Porta fechada

Marcio França, vice-governador de São Paulo, trabalha noite e dia contra a possível entrada do ex-ministro do STF Joaquim Barbosa no PSB. Por ele, o partido mergulha de cabeça na campanha de Geraldo Alckmin.

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04.12.17
ED. 5758

O nome da vez

Nem o “amigo fiel” João Doria e muito menos Marcio França, do PSB, seu vice-governador. Neste momento, a batuta de Geraldo Alckmin, re-gente da sua própria sucessão, aponta para a candidatura ao governo de São Paulo do cientista político Luiz Felipe D ́Avila, genro de Abilio Diniz.

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01.12.17
ED. 5757

Rei morto

Entre os próprios caciques tucanos, a presença do senador Aécio Neves na convenção do PSDB, no próximo dia 9, ainda é uma incógnita. Não faltam conselhos de pessoas próximas para que ele não compareça à coroação de Geraldo Alckmin.

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01.12.17
ED. 5757

Operação água fria

A poucos dias da convenção do PSDB, o Palácio do Planalto fará uma cruzada neste fim de semana na tentativa de garimpar votos tucanos para a reforma da Previdência. O próprio Michel Temer tem um encontro marcado com Geraldo Alckmin amanhã, em São Paulo, para tratar do tema.

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30.11.17
ED. 5756

Cabo eleitoral

Após um período de suspense, Paulo Maluf bateu o martelo: vai disputar a reeleição para a Câmara dos Deputados. Maluf tem dito a amigos que sua principal missão em 2018 é ajudar a eleger Geraldo Alckmin para a Presidência da República.

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29.11.17
ED. 5755

Troca do staff

Uma das primeiras ações de Geraldo Alckmin como n. 1 do PSDB deverá ser a troca do staff de comunicação do partido. O mais cotado para assumir a área e a campanha é o jornalista Marcio Aith.

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28.11.17
ED. 5754

São Paulo avança na produção de petróleo

O governo de Geraldo Alckmin vai anunciar com alguma pompa nos próximos dias que São Paulo superou o Espírito Santo no segundo lugar do ranking nacional da produção de petróleo e gás – à frente, sempre, o Rio de Janeiro. Segundo dados que deverão ser oficialmente divulgados ainda nesta semana, a produção local chegou aos 450 mil barris de óleo equivalente por dia. No acumulado entre janeiro e novembro, a arrecadação da Fazenda paulista com royalties do petróleo somou R$ 1,3 bilhão – no ano passado inteiro, a derrama foi de R$ 710 milhões. A ultrapassagem sobre o Espírito Santo foi no photochart (uma diferença de dez mil barris/dia). Mas, a persistir, já é munição para os marqueteiros de Geraldo Alckmin.

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28.11.17
ED. 5754

Figura carimbada

Hoje, um dos principais interlocutores políticos de Geraldo Alckmin fora do PSDB é o senador Ciro Nogueira, do PP, uma das figurinhas carimbadas do escrete da Lava Jato.

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28.11.17
ED. 5754

Aliança com prazo de validade

O vice-governador de São Paulo, Marcio França (PSB), começa a esboçar o seu secretariado a partir de abril, quando deverá assumir a cadeira de Geraldo Alckmin. Quer ter ao lado nomes 100% comprometidos com a sua virtual candidatura ao governo. Segundo pessoas próximas ao vice, isso exclui, desde já, os secretários de Governo e da Casa Civil, respectivamente Saulo de Castro e Samuel Moreira. Apesar da longa aliança com Alckmin, França está disposto a partir em voo solo e concorrer contra os tucanos, seja quem for o candidato.

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24.11.17
ED. 5752

Privatização da Cesp ganha nova voltagem

Geraldo Alckmin estaria perto de selar um acordo com o governo federal para estender o prazo de concessão da hidrelétrica de Porto Primavera, de 2028 para 2048. Trata-se de uma medida determinante para deslanchar a privatização da Cesp – a usina é o grande ativo da estatal. A prorrogação da licença é tratada como um bom negócio para as duas partes. Pelo acordo que está sendo alinhavado, em caso de venda da distribuidora, o governo federal receberá uma parcela do valor de outorga proporcional aos 20 anos adicionais da concessão. Por sua vez, ao emplacar a privatização, o pré-candidato à Presidência Geraldo Alckmin reforçará seu prestígio com o empresariado paulista, com quem tem um amálgama natural.

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FHC é sempre FHC. Já declarou o voto em Tasso Jereissati, mas ontem mesmo insistia com Geraldo Alckmin para que ele dispute a presidência do PSDB.

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21.11.17
ED. 5749

A “feira” de Alckmin

Vai ter laranja, abacaxi e outras frutas no programa de privatizações de Geraldo Alckmin. O projeto do governo de São Paulo de construir um centro de armazenamento e distribuição de produtos agrícolas no Rodoanel evoluiu para a instalação de pelo menos cinco terminais no estado. A ideia é licitar todos em um só pacote.

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20.11.17
ED. 5748

Arrastão

Além da interlocução direta com Renata Campos, viúva de Eduardo Campos, para atrair o PSB, Geraldo Alckmin está garimpando o apoio do PV e do PHS a sua virtual candidatura presidencial.

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17.11.17
ED. 5747

Nuvem de fumaça

A entropia do PSDB é tão grande que até as mais estapafúrdias intrigas ganham terreno no partido. No último fim de semana, assessores de João Doria insinuavam que Geraldo Alckmin havia afrouxado o policiamento próximo a Interlagos durante o GP Brasil de F-1 para macular o evento, de responsabilidade da Prefeitura, e atrapalhar os planos de privatização do Autódromo. Parece mais caso de cara de pau do que paranoia.

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08.11.17
ED. 5741

Teatrinho Trol

Geraldo Alckmin e João Doria encontraram-se no último domingo pela manhã, fora das respectivas agendas oficiais.
Na conversa, Doria disse que não pretende disputar a eleição presidencial, garantiu que permanecerá no PSDB e prometeu trabalhar pela campanha de Alckmin. O governador paulista fez que acreditou no que ouviu.

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03.11.17
ED. 5738

Palanque nos Alpes

Geraldo Alckmin bateu o martelo: vai ao Fórum Econômico Mundial de Davos, em janeiro. O que não faz uma eleição presidencial? Será o début de Alckmin no evento, onde disputará atenções com João Doria.

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01.11.17
ED. 5737

Fisco paulista cerca a Dolly e suas tubaínas fiscais

Se depender da Dolly, a candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência não terá o apoio dos produtores de tubaína. A empresa é uma das líderes do setor e está penando com a acusação de sonegação fiscal em São Paulo. A Secretaria de Fazenda do estado confirmou ao RR que não apenas investiga a empresa como já lançou na dívida ativa a cifra de R$ 1,5 bilhão, referente a autos de infração contra a fabricante de refrigerantes.

Segundo o RR apurou, as autoridades paulistas reuniram fortes indícios de que a Dolly abriu empresas para dificultar o rastreamento da produção e a cobrança de tributos. O Leão paulista não se deixa embebedar pela tese da Dolly, que resolveu atacar para se defender. A empresa tem feito uma campanha pública para criminalizar seu ex-contador Rogerio Raucci, a quem acusa de ter desviado cerca de R$ 100 milhões por meio de fraudes tributárias. A tática de guerrilha espalha-se pela imprensa e pelas redes sociais.

Nos últimos dias, a fabricante de tubaínas manteve um link patrocinado no Facebook para alardear uma matéria de quase dois minutos exibida pela Rede TV na semana passada, que põe todo o foco do escândalo em cima de Raucci. A Dolly nega as acusações que pesam contra ela. Procurada pelo RR, afirma que, além de ação penal, “pretende mover uma ação de reparação do dano contra Rogerio Raucci”. A empresa alega que a Fazenda lançou os débitos “de maneira unilateral”. Afirma ainda que “aguarda e espera que o Fisco atualize os débitos, já que o valor correto do ICMS-ST foi pago à vista e o saldo do ICMS próprio foi dividido no Programa Especial de Parcelamento”.

No entanto, a Secretaria de Fazenda garante que “a adesão ao Programa em nada modifica a situação de inadimplência perante ao Fisco no que diz respeito aos débitos oriundos de autos de infração”. Para quem não está ligando a marca à pessoa, a Dolly é controlada por Laerte Codonho, dono de uma biografia pautada por polêmicas. Em 2012, foi condenado a pagar uma indenização à Coca-Cola por uma campanha difamatória contra a multinacional – Codonho a acusava de concorrência desleal e sonegação. No ano passado, foi citado no escândalo dos Panama Papers, por supostamente manter recursos em paraísos fiscais.

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30.10.17
ED. 5735

Troco em espécie

A decisão de Geraldo Alckmin de não exonerar seus secretários com mandato parlamentar para que eles pudessem votar com Michel Temer na última quarta-feira causou mal-estar no Palácio do Planalto. A resposta virá sob a forma de cifrões: Alckmin vai ter de padecer para receber a verba federal de aproximadamente R$ 500 milhões para a conclusão das obras do trecho norte do Rodoanel. Temer vai colocar em curso a operação tartaruga para a liberação dos recursos, cujo ritmo pode ir do conta-gotas ao não parando por centavos.

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27.10.17
ED. 5734

Crowdfunding do Chuchu

O staff cibernético de Geraldo Alckmin dedica-se à montagem de uma plataforma para as redes sociais voltada à arrecadação de recursos para a campanha presidencial.

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19.10.17
ED. 5728

Self service

O apoio da bancada paulista para impedir a abertura de processo contra o presidente Michel Temer vai custar toneladas e toneladas de asfalto. Temer comprometeu-se com Geraldo Alckmin a liberar os recursos para a construção do trecho norte do Rodoanel. Dos R$ 620 milhões previstos, por ora o governo federal soltou apenas R$ 87 milhões.

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17.10.17
ED. 5726

Alckmin quer virar o jogo nas redes

O governo de São Paulo deverá anunciar até o fim desta semana o vencedor da licitação da cobiçada conta de publicidade do estado. A concorrência, de R$ 180 milhões, é disputada por 13 agências. O que está em jogo não é apenas propagandear o governo paulista, mas o bônus de cuidar da imagem de um presidenciável ao menos até abril, quando Alckmin deverá se desincompatibilizar do cargo. Recentemente, o governo paulista realizou outra licitação para turbinar a comunicação nas mídias digitais. Neste caso, João Doria tem superado o adversário doméstico. São mais de 2,8 milhões de seguidores no Facebook, contra apenas 860 mil de Alckmin.

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Por falar em João Doria e redes sociais, o Datafolha não está sozinho. Levantamento feito pela sua equipe de comunicação nas mídias digitais, ao longo de setembro, corroborou a queda de popularidade do prefeito. A proporção de postagens negativas atingiu o pior resultado desde que Doria assumiu a Prefeitura. Na média, esse índice teria ficado acima dos 60%.

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Na última semana, surgiu na internet o site Alckmistas.org – como o nome sugere de apoio à candidatura de Geraldo Alckmin. Para todos os efeitos, o dono da página é uma pessoa física. Mas o tom das postagens, a profusão de fotos posadas de Alckmin e, sobretudo, as notícias desfavoráveis a João Doria dão ao panfleto eletrônico um certo ar de “Diário Oficial”.

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11.10.17
ED. 5723

Alckmin transforma concessões em propaganda de campanha

Geraldo Alckmin pretende fazer do programa de privatizações e concessões de São Paulo um sonoro ato de campanha. A ordem no Palácio dos Bandeirantes é lançar até dezembro os editais de venda da nova holding controladora da Sabesp e de um pacote com oito concessões rodoviárias, equivalentes a cerca de 800 quilômetros de estradas, a maioria no litoral de São Paulo. Ninguém na equipe de governo trabalha com a hipótese de que todas estas licitações sejam realizadas até 10 de abril, data limite para Alckmin se desincompatibilizar do cargo – talvez não venham a ocorrer nem mesmo depois.

Isso, no entanto, está longe de ser tratado como uma derrota no staff de Alckmin. Pelo contrário. A percepção é que este é um jogo de ganha-ganha para Alckmin: qualquer novo leilão efetuado durante a reta final do mandato irá para a sua cota de realizações; os não consumados poderão ser debitados na conta da burocracia ou dos excessos legiferantes. Trata-se, por sinal, de um bom mote para um presidenciável. Alckmin pode, inclusive, evocar uma experiência recente, a licitação das linhas 5 e 17 do metrô paulista, suspensa pelo Tribunal de Contas do Estado. Alckmin tem ao menos um leilão marcado ainda em seu mandato: a licitação do trecho norte do Rodoanel está programada para 6 de janeiro, segundo confirmou a própria assessoria do Palácio dos Bandeirantes.

No caso das demais rodovias e da Sabesp, o esforço do governo paulista se concentrará na modelagem, na busca de investidores, no anúncio dos editais, na consulta às agências reguladoras, órgãos ambientais etc. Em novembro, segundo o RR apurou, representantes do governo deverão fazer um road show na Europa e na Ásia. Estes fatos, devidamente reverberados, já serão suficientes para Alckmin empunhar a bandeira de grande privatista, independentemente do resultado final. As cifras do plano de desestatização ajudarão no discurso – ainda que as estimativas demorem a deixar de ser apenas estimativas. A expectativa é que a licitação das rodovias gere algo como R$ 5 bilhões em investimentos. No caso da futura holding onde a Sabesp estará pendurada, a previsão é de uma arrecadação entre R$ 6 bilhões e R$ 7 bilhões.

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29.09.17
ED. 5715

Caldeirão do Huck

Luciano Huck está testando diversas análises combinatórias. Poucos dias antes do encontro com a cúpula do DEM, teve um jantar reservado com Geraldo Alckmin no Palácio Bandeirantes. Conversaram sobre uma possível candidatura de Huck ao Senado ou ao governo do Rio pelo PSDB.

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29.09.17
ED. 5715

Doria larga na frente de Alckmin nas “prévias”

Aliados de Geraldo Alckmin reclamam da inércia do governador diante da ofensiva de João Doria na disputa pela máquina do PSDB em São Paulo. Doria tem cooptado apoio em tradicionais redutos “alckmistas”. Nas últimas semanas, esteve em Ribeirão Preto, Barretos, Franca e São Bernardo do Campo. De acordo com um cardeal tucano, Doria deverá fazer algo em torno de 90% dos delegados na convenção municipal da sigla, marcada para 29 de outubro. Na convenção estadual, prevista para novembro, a expectativa é que o prefeito emplaque metade dos delegados, portanto dividindo o controle do partido com o tarimbado Alckmin. Tucanos próximos a Alckmin – inclusive fora de São Paulo, como Marconi Perillo – cobram do governador uma rápida reação. No partido, as convenções estadual e municipal são tratadas como uma espécie de prévias informais entre os dois pré-candidatos à Presidência.

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25.09.17
ED. 5711

A nova comuna de Aldo Rebelo

Aldo Rebelo, que deixou para trás 40 anos de PCdoB, assina nesta semana sua ficha de filiação ao PSB com uma ideia fixa: ser candidato a vice-presidente da República. Isso, claro, se a sigla não desaparecer em um mar de partidos numa coalizão em torno de Geraldo Alckmin.

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Geraldo Alckmin convidou Xico Graziano, ex-chefe de Gabinete de Fernando Henrique Cardoso na Presidência, para cuidar da sua estratégia de comunicação nas mídias digitais. Graziano cumpriu missão similar na campanha de Aécio Neves em 2014.

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18.09.17
ED. 5706

Melhor assim

A participação de Geraldo Alckmin em evento marcado para hoje na Federação das Indústrias de Minas Gerais causou uma saia justa entre tucanos. Ainda ontem, discutia-se a presença ou não de Aécio Neves no encontro com empresários mineiros. Apenas no fim da tarde, ficou definido que Aécio não estará presente. Para alívio de Alckmin.

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14.09.17
ED. 5704

Mexericos da candinha

As rusgas políticas entre Geraldo Alckmin e João Doria se estenderam à esfera familiar. Suas respectivas mulheres, Lu Alckmin e Bia Doria, que sempre foram muito ligadas, praticamente não têm se falado.

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12.09.17
ED. 5702

Tucanos que não se bicam

O senador Antonio Anastasia fará as honras da casa e será o anfitrião de Geraldo Alckmin, que terá uma série de encontros políticos em Belo Horizonte na próxima segunda-feira. Ainda não está decidido se Aécio Neves participará dos eventos. No íntimo, Alckmin espera que não.


Por falar em Alckmin, ele e João Doria têm se empenhado no teatro da pacificação. O almoço do Grupo Lide ontem em São Paulo, com a presença de FHC, foi o terceiro evento público em que ambos estiveram juntos em quatro dias.

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11.09.17
ED. 5701

A desavergonhada base aliada de Alckmin

A capitalização da Sabesp virou objeto de um descarado joguete político em São Paulo. Deputados aliados – muy aliados – de Geraldo Alckmin ameaçam brecar este e outros projetos de interesse do Palácio dos Bandeirantes na Assembleia Legislativa. O motivo da “rebelião”, liderada por parlamentares do PSB, PTB e do próprio PSDB, é o de sempre e pode se descrito sob a forma de cifrões.

Alckmin teria descumprido a promessa de liberação adicional de verbas do orçamento estadual. Geraldo Alckmin passou o feriadão trabalhando nos bastidores para conter o motim e evitar atrasos no redesenho da Sabesp. A proposta de criação de uma holding de saneamento que terá a estatal embaixo foi a engenharia encontrada pelo governo para capitalizar a empresa sem vender suas ações – operação que envolve até o IFC, do Banco Mundial.

Tudo, no entanto, pode ficar parado semanas, meses, se assim os deputados quiserem. A primeira represália mais aguda contra Alckmin veio na semana passada: vinte dos 21 líderes de bancadas da Assembleia assinaram um requerimento exigindo que o presidente da Casa, Cauê Macris (PSDB), coloque em votação a Proposta de Emenda à Constituição estadual (PEC 5) que altera o limite de remuneração do funcionalismo público e desarruma o orçamento paulista.

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05.09.17
ED. 5698

Alckmin põe sua campanha na rua

Enquanto João Doria, o “aliado adversário”, acena com a saída do PSDB, Geraldo Alckmin corre para colocar formalmente sua candidatura presidencial na rua. No momento, dedica-se a montar o “Estado Maior” da sua comunicação e definir as primeiras diretrizes estratégicas. A ideia, inclusive, é ter um slogan até novembro. O nome preferido de Alckmin para comandar a campanha é o do marqueteiro Nelson Biondi, antigo colaborador das hostes tucanas. Biondi foi o estrategista de José Serra na disputa pelo Planalto em 2002. Mais recentemente, trabalhou na campanha do próprio Alckmin pela reeleição ao Palácio dos Bandeirantes, em 2014. Quem também deverá ter um assento fixo no QG do pré-candidato tucano é o cientista político Antonio Lavareda. Para tourear a imprensa, Geraldo Alckmin já teria convidado o jornalista Marcio Aith, mais um colaborador de outros carnavais. Aith coordenou a comunicação do governo paulista até setembro do ano passado. Deixou o cargo, mas não se distanciou de Alckmin. Nesse período, tem assessorado informalmente o governador.

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01.09.17
ED. 5696

Coisas da genética política

A família Campos/Arraes é um rio que vai se dividir ainda mais nas próximas eleições. No PSB e no próprio clã, é grande a “pressão” para que João Henrique Campos, filho de Eduardo Campos e tido como o seu sucessor político, se candidate à Câmara dos Deputados. Caso aceite a convocação, provavelmente dividirá palanque no Recife com o candidato tucano à presidência, sobretudo se ele for Geraldo Alckmin, aliado do PSB. Neste caso, o jovem João Henrique baterá de frente com Marilia Arraes. Prima de Eduardo Campos e neta de Miguel Arraes, Marilia concorrerá ao governo de Pernambuco pelo PT.

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01.09.17
ED. 5696

PPI particular

Em seu “PPI particular”, Geraldo Alckmin pretende ofertar um novo pacote de rodovias em São Paulo até fevereiro.

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31.08.17
ED. 5695

Indulgências tucanas

Há uma mobilização entre parlamentares nordestinos pró-Alckmin para que prefeitos da região concedam títulos de cidadão ao governador paulista. Curiosamente, o trem é puxado por deputados de outros partidos que não o PSDB, como Heráclito Fortes (PSB-PI), Benito Gama (PTB-BA). Parafraseando Chacrinha, na política nada se cria, tudo se copia. O festival de diplomas e condecorações tem garantido a João Doria um tour pelo Nordeste.

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29.08.17
ED. 5693

Um quebra-molas no PSDB

Geraldo Alckmin tem se empenhado para que Tasso Jereissati permaneça na presidência do PSDB. Alckmin enxerga em Tasso um quebra-molas no caminho de João Doria dentro do partido.

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23.08.17
ED. 5689

Alckmin celebra noivado com o PTB

Em conversa com o presidente do PTB-SP, o deputado Campos Machado, Geraldo Alckmin recebeu a garantia de que o partido apoiará sua candidatura à Presidência da República. O curioso é que a aliança valeria para o Brasil, mas não para a eleição ao governo de São Paulo. O PTB tem pretensões de lançar um candidato próprio. Nem que seja para cobrar caro pela saída da disputa.


Por falar em PTB, enquanto Jair Bolsonaro está de mudança para o PEN, o filho Flavio Bolsonaro, também do PSC, conversa com o partido de Roberto Jefferson. Para trocar de sigla, quer a garantia de que será candidato ao governo do Rio. A princípio, o PTB está comprometido com Eduardo Paes, mas com a Lava Jato tudo pode mudar.

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21.08.17
ED. 5687

Memória viva

O Palácio Bandeirante está apreensivo. Na última sexta-feira, o staff de Geraldo Alckmin recebeu a informação de que Paulo Vieira de Souza, o “Paulo Preto”, está por um fio para fechar um acordo de delação. Por muitos anos, “Paulo Preto” comandou o Dersa e as obras de infraestrutura dos governos tucanos em São Paulo.

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18.08.17
ED. 5686

Megabytes tucanos

Em sua nova visita à Ásia, prevista para setembro, o viajante João Doria deverá se reunir com fundos de venture capital e empresas de TI. Em pauta: a criação de um polo de inovação em São Paulo. Pode até não resultar em nada, mas é o tipo do anúncio que dá um ibope danado. Por coincidência, o governo Alckmin tem um projeto similar e chegou a criar, inclusive, uma empresa aceleradora de investimentos na área de tecnologia.

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17.08.17
ED. 5685

Bombando as redes

Geraldo Alckmin aprendeu a lição com o “pupilo” João Doria: aonde vai tem levado a tiracolo uma equipe de filmagem para bombardear as redes sociais.

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11.08.17
ED. 5681

Prévias paralelas

Geraldo Alckmin e João Doria não são adversários e um jamais trairia o outro. Portanto, é só coincidência que estejam organizando, simultaneamente, dois eventos para reunir, em setembro, prefeitos tucanos de São Paulo.

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10.08.17
ED. 5680

A João o que é de Michel

Imaginem, apenas imaginem, se, em troca do apoio de Michel Temer a sua candidatura à presidência da República, João Doria pedir voto para Paulo Skaf na disputa pelo governo de São Paulo. Neste caso, Geraldo Alckmin perderia espaço no PSDB não só na corrida pelo Palácio do Planalto, mas até mesmo para fazer o seu próprio sucessor.

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08.08.17
ED. 5678

A caravana do “Chuchu”

Geraldo Alckmin também vai colocar o pé na estrada para se “apresentar” ao eleitorado brasileiro. Seus assessores estão montando uma agenda de viagens para as próximas semanas que inclui Ceará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Goiás e Mato Grosso do Sul. O Mato Grosso também estava no roteiro, mas foi excluído por conta do mau momento do governador tucano Pedro Taques, acusado de participar de um suposto esquema de grampos ilegais.

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04.08.17
ED. 5676

Roberto Jefferson atravessa a Dutra

Roberto Jefferson procura um imóvel para alugar em São Paulo. É mais um sinal de que vai aceitar o conselho de Geraldo Alckmin, transferir seu domicílio eleitoral e disputar uma vaga na Câmara pelo PTB paulista. Antes, porém, é provável que gaste um pouco mais da sola do sapato. Jefferson disse a uma fonte do RR que tem penado para encontrar uma residência. Queixou-se de que, mesmo com a crise, os preços estão “salgados demais”.

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03.08.17
ED. 5675

Tucano em queda livre

As denúncias de participação em um suposto esquema de grampos ilegais no Mato Grosso pegaram o governador Pedro Taques em um momento de franca ascensão dentro do PSDB. Taques chegou a ser cotado como candidato a vice de Geraldo Alckmin em uma chapa tucana puro sangue para as eleições à Presidência da República. Agora, já deverá sair no lucro se completar seu mandato no governo do Mato Grosso.

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31.07.17
ED. 5672

Tapas e beijos

Ao que parece, o encontro entre Rodrigo Maia e Geraldo Alckmin, que tinha como objetivo reaproximar DEM e PSDB, teve efeito contrário. Ao sacar repentinamente o nome de Rodrigo Garcia como candidato do partido ao governo de São Paulo, Maia mandou um recado para Alckmin. O presidente da Câmara não engoliu a ligeireza com que a comunicação do Palácio Bandeirante vazou, quase em tempo real, o teor da sua conversa com o governador paulista no jantar da última segunda-feira. Muito menos a versão de que, no encontro, teria assegurado o apoio do DEM à candidatura de Alckmin à presidência em 2018.

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17.07.17
ED. 5662

Prévias tucanas

Geraldo Alckmin vai montar um staff de comunicação próprio, fora do governo de São Paulo, para dar a largada em sua campanha à Presidência da República. Um dos nomes cotados para comandar a operação é o do jornalista Marcio Aith, ex-secretário de imprensa do Palácio Bandeirantes.


João Doria, o candidato que diz não ser candidato, fará uma série de viagens a cidades do Nordeste sob os auspícios de tucanos locais. O tour começa em agosto, quando Doria visitará Campina Grande (PB) ciceroneado pelo senador Cássio Cunha Lima.

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13.07.17
ED. 5660

Planalto já lança em balanço o racha tucano

O Palácio do Planalto contabilizava ontem uma importante vitória política: o racha dos governadores tucanos. Se Beto Richa partiu de vez para a “oposição”, Michel Temer conseguiu evitar o desembarque definitivo de Geraldo Alckmin, ao menos até a votação do pedido de abertura de processo contra ele na Câmara. Além disso, nas contas do governo, Marconi Perillo, de Goiás, Pedro Taques, do Mato Grosso, e Reinaldo Azambuja, do Mato Grosso do Sul, estão fechados com Temer. A expectativa do Palácio é que as bancadas do PSDB nos três estados votem contra o afastamento de Temer da Presidência. Na planilha de Eliseu Padilha, são oito votos a mais a favor do governo.

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10.07.17
ED. 5657

“Briga de condomínio” em PPP de Alckmin

A “Fazenda Albor”, maior Parceria Público-Privada de habitação da América Latina e menina dos olhos de Geraldo Alckmin, tornou-se um problema de razoáveis proporções para o governo paulista. Hoje, quando os envelopes da concorrência para a construção de mais de 13 mil moradias populares forem abertos, os vencedores da licitação deixarão o pregão sem saber quando as obras vão começar. O projeto, de R$ 2 bilhões, engloba três municípios: Guarulhos, Arujá e Itaquaquecetuba.

Ocorre que os dois últimos resistem em conceder benefícios fiscais, leia-se isenção ou abatimento do IPTU e do ISS para as construtoras, incorporadoras e demais empresas que atuarem no projeto. As tratativas entre o governo paulista e as duas prefeituras têm sido tensas. Na semana passada, a equipe de Alckmin fez uma série de gestões para resolver o impasse antes da licitação.

No entanto, até a sexta-feira, as partes não haviam chegado a um acordo. Consultada, a Secretaria da Habitação de São Paulo informou que “o cronograma para a negociação com as cidades segue dentro do previsto”. As Prefeituras de Itaquaquecetuba e Arujá não se manifestaram.

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07.07.17
ED. 5656

Operação França

O vice-governador de São Paulo, Marcio França, é pule de dez para assumir a presidência do PSB. Bom para Geraldo Alckmin, que garante, desde já, a aliança siderúrgica com a sigla para a sua candidatura à Presidência da República. Fica faltando o apoio do próprio PSDB.

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30.06.17
ED. 5651

O trem que nunca chega

O Ferroanel é trilho retorcido no governo de Geraldo Alckmin. O novo prazo para a conclusão do projeto é 2024, nove anos depois da data original.

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26.06.17
ED. 5647

Na falta do ideal, Sabesp apela para o possível

O RR apurou que a Sabesp deverá fazer uma oferta de debêntures de até R$ 500 milhões. Boa notícia? Sim e não. A emissão denota a dificuldade do governo paulista de colocar de pé seu Plano A para a capitalização da estatal: a criação de uma holding que teria o capital aberto em bolsa. O projeto chegou, inclusive, a ser apresentado com pompa pelo próprio governador Geraldo Alckmin a investidores em Nova York, há pouco mais de um mês.

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21.06.17
ED. 5644

Privatização da Cesp entra em curto circuito

O governador Geraldo Alckmin e sua equipe estão quebrando a cabeça para evitar um blecaute na privatização da Cesp. Segundo informações filtradas do Palácio Bandeirantes, o governo paulista estuda entrar na Justiça, no que seria uma última cartada para tentar a renovação antecipada da licença da usina de Porto Primavera, responsável por mais de 90% da capacidade de geração da empresa. Outra hipótese é o adiamento do leilão para o fim do ano, como forma de ganhar tempo para desatar o nó.

Consultado pelo RR, o governo de São Paulo garante que o processo de privatização será mantido e ocorrerá no prazo, ou seja, setembro. A Secretaria de Fazenda do Estado informou que “descarta a solicitação antecipada das concessões antes da privatização, com base na Lei 9.074.”. Entende-se a prudência do governo paulista ao tratar do assunto.

No entanto, a decisão do Ministério de Minas e Energia de não renovar a licença de Porto Primavera foi um duro golpe, vista no Palácio Bandeirantes como uma mudança nas regras do jogo com a bola rolando. Durante as negociações, subitamente o Ministério impôs uma série de exigências para estender a licença da hidrelétrica, como a cobrança de um outorga e o recolhimento de 2,5% da receita operacional da empresa. A Secretaria de Fazenda confirmou ao RR que as “condições apresentadas não atendem aos interesses do Estado”.

Sem a extensão da concessão de Porto Primavera, a licitação da Cesp corre o risco de ser um fracasso de bilheteria. A expectativa do próprio governo paulista é de uma arrecadação na casa dos R$ 3 bilhões, quase a metade dos R$ 5,5 bilhões estimados inicialmente. Segundo o RR apurou, nos últimos dias, três potenciais candidatos, a italiana Enel, a Equatorial e a chinesa Shanghai Electric Power Transmission and Distribution Engineering, sinalizaram ao governo de São Paulo que não vão participar do leilão.

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08.06.17
ED. 5636

“Sistema de cotas”

Leo Pinheiro, da OAS, abriu fogo contra o tucanato paulista. Encaminhou ao Ministério Público uma leva de planilhas e documentos que comprovariam o pagamento de propinas para obras em rodovias no governo de Geraldo Alckmin. Leo já havia feito denúncias de corrupção na gestão de José Serra, de 2007 a 2010. Se não der em nada, ao menos servirá de “contrapeso” à sua delação sobre o tríplex do Guarujá e o sítio de Atibaia.

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24.05.17
ED. 5625

Água barrenta em São Paulo

Há algumas pontas soltas no modelo de capitalização da Sabesp apresentado por Geraldo Alckmin no início do mês a uma plateia de banqueiros em Nova York. Entre os investidores, o consenso é que a criação da nova holding e a venda de parte do seu capital dependem de regras mais claras para a política tarifária do setor no estado. A percepção é de que ela atende mais a critérios políticos do que técnicos. No mês passado, a estatal solicitou à Arsesp, agência reguladora, que adiasse os estudos para a revisão das tarifas de saneamento diante do risco de redução dos preços.

Água ainda mais barrenta no Rio de Janeiro

Acuado, o governador Luiz Fernando Pezão corre contra o relógio e entraves de ordem jurídica e política para lançar o edital de venda da Cedae até agosto. Nos cálculos do governo, é o limite para que o leilão ocorra ainda em 2017. Se ficar para 2018, ano eleitoral, a convicção no Palácio Guanabara é que a venda não sai nem por decreto.

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17.05.17
ED. 5620

Terceira chance

A EcoRodovias bateu o martelo: vai disputar o leilão da Rodovias do Litoral, um lote de R$ 2,4 bilhões que será licitado pelo governo Alckmin no segundo semestre. Neste ano, a empresa dos herdeiros de Cecilio do Rego Almeida está invicta em São Paulo: participou de dois leilões rodoviários e perdeu ambos.

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15.05.17
ED. 5618

Follow the money

As “prévias tucanas” se mudaram para Nova York, em busca de dólares. As agendas de Geraldo Alckmin e João Doria somam mais de duas dezenas de encontros reservados com bancos de investimento durante a estada da dupla na Big Apple. Fora os eventos, como o de amanhã, quando Doria será homenageado como a personalidade do ano.

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06.04.17
ED. 5594

#VivaoChuchu

A comunicação de Geraldo Alckmin trabalha 25 horas por dia para intensificar sua presença nas redes sociais. O governador não suporta mais a goleada de “likes” e “compartilhamentos” que tem levado de João Doria.

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30.03.17
ED. 5589

Prudente distância

Apesar das tentativas de aproximação feitas pela CBF, Geraldo Alckmin esquivou-se de um encontro com o presidente da entidade, Marco Polo del Nero, durante a passagem da seleção brasileira por São Paulo. Era só o que faltava…

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22.03.17
ED. 5583

CCR vai para o acostamento no leilão de rodovias paulistas

A dois dias do leilão de concessões rodoviárias em São Paulo, os investidores ainda pressionam o governo Alckmin a fazer ajustes de última hora nas regras do jogo. O lobby mais agudo vem da CCR. A companhia ameaça ficar de fora da disputa pelos lotes da Rodovia dos Calçados (Itaporanga-Franca) – concessão que exigirá investimentos da ordem de R$ 5 bilhões. A empresa alega que a taxa referencial de retorno prevista, de 9,8%, não é factível com as estimativas de receita da concessão. Este, aliás, é outro ponto de divergência. Segundo a CCR, há um hiato de mais de 10% entre as suas projeções de tráfego na rodovia e os números que balizaram o edital elaborado pelo governo paulista. O histórico recente da CCR não recomenda classificar sua pressão como bravata. Na semana passada, a empresa ficou de fora do leilão de aeroportos por não concordar com os estudos do governo federal e a taxa de retorno. Em fevereiro, deixou de participar em cima da hora da disputa pela Rodovia do Centro-Oeste Paulista, cuja licitação foi vencida por um fundo da Pátria Investimentos.

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20.03.17
ED. 5581

Alckmin tem licença para privatizar a Cesp

O governador Geraldo Alckmin já teria a garantia firme do governo federal de que a renovação antecipada da licença da usina Porto Primavera sairá nas próximas semanas – o contrato atual vence em 2028. Esta é a condição sine qua non para a privatização da Cesp. Porto Primavera é a maior das três hidrelétricas que restaram à estatal, com potência de 1.540 MW. Responde por 95% da capacidade da geração da companhia.

A expectativa do governo é arrecadar acima de R$ 5 bilhões no leilão. A privatização da Cesp está sendo tratada no Palácio Bandeirante como uma espécie de “reforma da Previdência” do governo Geraldo Alckmin. A analogia se aplica à importância da operação, tanto do ponto de vista simbólico quanto fiscal, e ao timing. A ordem é acelerar o processo e colocar o edital na rua até agosto, considerado o prazo limite para que o leilão ocorra ainda neste ano.

A percepção é que, se a licitação for empurrada para 2018, cresce a probabilidade de que ela sequer venha a ocorrer – mais ou menos como a reforma da Previdência. Para atender à Lei 13.360, que permitiu a renovação antecipada das concessões, a transferência do controle das usinas tem de ser concretizada até fevereiro de 2018. Há ainda um fator de mercado que obriga o governo de São Paulo a apertar o passo.

O Palácio Bandeirantes teme a concorrência com as geradoras que serão ofertadas ao mercado no âmbito do PPI – cinco hidrelétricas na fila que deverão ser leiloadas até o fim do ano. Há, portanto, uma corrida pela primazia da preferência dos investidores. No Palácio Bandeirantes, o receio é que, se ficar para depois, a privatização da Cesp seja um fracasso de público e de bilheteria. Até porque as outras duas hidrelétricas da estatal são dois ativos meio lusco-fusco. Paraibuna tem capacidade de 87 MW; Jaguari, ainda menos: 27,6 MW.

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10.03.17
ED. 5575

Questão de lógica

José Anibal, que acaba de devolver a cadeira no Senado ao titular José Serra, poderá ganhar uma secretaria no governo de São Paulo. Prova de que Geraldo Alckmin considera Serra fora do páreo na corrida presidencial. Caso contrário, dificilmente daria essa colher de chá a um colaborador histórico do senador.

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23.02.17
ED. 5567

Criador e criatura

Aparições públicas como a da última terça-feira, quando se deixou fotografar lacrando bombas em postos que vendiam combustível adulterado, serão cada vez mais comuns para Geraldo Alckmin. Entre os assessores, a ordem é criar uma agenda que aumente a exposição do governador na mídia. Qualquer semelhança com João Doria não é mera coincidência.

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02.02.17
ED. 5552

Fora da Cesp

Fundos ligados ao HSBC deverão vender integralmente sua participação de 9% na Cesp. Pelo jeito os súditos da Rainha não levam fé na privatização da empresa, anunciada pelo governador Geraldo Alckmin.

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18.01.17
ED. 5541

Fora dos trilhos

O governo Alckmin vai apresentar até o fim de fevereiro o modelo de privatização das linhas 8 e 9 do Metrô de São Paulo. Promessa de barulho na mão contrária: o sindicato dos metroviários dispõe de farto material mostrando que a linha 4, sob gestão privada – do consórcio ViaQuatro – apresenta os piores índices operacionais e o maior número de panes em todo o sistema.

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09.01.17
ED. 5534

Reação em cadeia

Há um cavalo encilhado passando à frente de Geraldo Alckmin. Diante dos massacres de Manaus e Boa Vista, Alckmin tem sido aconselhado por assessores a sair na frente e capitalizar o anúncio de um programa de reestruturação dos presídios paulistas.

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28.12.16
ED. 5526

Pilatos

O governador Geraldo Alckmin, responsável pela indicação de Alexandre de Moraes para a Pasta da Justiça, não está disposto a interferir para mantê-lo no cargo caso ele entre no liquidificador da reforma ministerial. Alckmin acha que já se desgastou demais com o afilhado.

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21.12.16
ED. 5521

Gasoduto de Alckmin evapora

As seguidas sinalizações da Petrobras de que pretende suspender a garantia firme de compra do gás a ser transportado pelo gasoduto Bacia de Santos-Cubatão está tirando do sério o tradicionalmente sereno Geraldo Alckmin. Há poucos meses era líquido e certo que a Gas Brasiliano, distribuidora controlada integralmente pela estatal, ficaria com uma parcela do insumo. Sem a participação da Petrobras, o empreendimento de R$ 2 bilhões será cancelado.

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20.12.16
ED. 5520

Tucano ou escorpião?

A declaração de apoio de José Serra à permanência de Aécio Neves na presidência nacional do PSDB teve o estalo do beijo da morte. Para Serra, nada melhor do que esticar a corda de Aécio e, assim, evitar que Geraldo Alckmin ganhe mais espaço no partido.

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17.11.16
ED. 5497

Criador e criatura

Em pré-campanha para 2018, Geraldo Alckmin pretende carregar João Doria para algumas de suas viagens pelo interior de São Paulo e por capitais brasileiras. Periga o próprio Doria posar de “presidenciável”.

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 Jerson Kelman, ex-Aneel e atual nº 1 da Sabesp, está bem cotado para integrar o secretariado de João Doria. •••  Assim como Aécio Neves, Geraldo Alckmin e – por que não? – Lula, Zico só pensa em 2018. Desde já, começa a se articular para a disputar a eleição à presidência da CBF. •••  Sarney Filho perdeu. Apesar da resistência do ministro do Meio Ambiente, a usina de São Luiz do Tapajós – projeto de R$ 18 bilhões – será incluída no Plano Decenal de Energia.

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17.10.16
ED. 5476

Efeito Dória?

 A equipe de Geraldo Alckmin encomendou novas pesquisas para a eleição presidencial de 2018. No Palácio Bandeirante, há uma forte expectativa de que o governador paulista apareça à frente de Aécio Neves como o tucano mais citado pelos eleitores. Na última leva de sondagens, em junho, Alckmin estava na casa dos 10%, contra 15% do “aliado”.

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 Geraldo Alckmin foi decisivo na operação panos-quentes que assegurou a permanência de Alexandre de Moraes no Ministério da Justiça.

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 O empresário Flavio Rocha, herdeiro da Lojas Riachuelo, é considerado pule de dez para integrar o secretariado de João Doria. Aliás, foi em um jantar na residência de Rocha que Geraldo Alckmin lançou a candidatura de Doria à Prefeitura.

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 Eduardo Cunha já foi procurado por produtores de cinema interessados em levar para a telona o livro que promete lançar em dezembro, revelando as entranhas do impeachment. •••  Os advogados de Lula deverão acionar o Google. Buscas pela expressão “Maior ladrão do Brasil” levam a imagens do ex-presidente. •••  O PSDB tenta emplacar o nome de Renato Villela, ex-secretário de Fazenda de Geraldo Alckmin, como ministro do Planejamento. Villela também está cotado para um cargo na Pasta da Fazenda.

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 José Serra pretende não só participar do road show dos outros ministros no exterior, mas também organizar os seus individuais. Desafia quem vai captar mais.  Se a República de Curitiba quiser depurar suas investigações na Lava Jato, recomenda-se ouvir o presidente da PwC, Fernando Alves, um expert em Odebrecht e Petrobras.  Geraldo Alckmin trabalha junto ao Planalto para que recursos do FI-FGTS também sejam usados na venda de concessões estaduais. Puxa a brasa para a sua Cesp .  

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08.09.16
ED. 5450

Natureza tucana

 Além da tentativa de privatização da Cesp, o governo de Geraldo Alckmin iniciou estudos para a venda de uma parte da Sabesp .

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 O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, trabalha desde já para ser o candidato do PSDB ao governo de São Paulo em 2018, com as bênçãos de Geraldo Alckmin.

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 O ministro das Relações Exteriores, José Serra, não perde uma oportunidade de demarcar território e se distanciar de Geraldo Alckmin com vistas à eleição presidencial em 2018. Serra cancelou participação em eventos da pré-campanha de João Dória Júnior, marcados para junho. Por outro lado, já garantiu presença em reuniões com candidatos a prefeito em capitais das regiões Sul e Nordeste do país. Dória é a grande aposta de Alckmin nas eleições municipais e derrotou nas prévias do partido o candidato apoiado por Serra, Andrea Matarazzo.

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31.05.16
ED. 5379

Protestos de São Paulo

 Michel Temer está com Geraldo Alckmin atravessado na garganta. Para o presidente interino, o governo de São Paulo demorou a montar um esquema de segurança capaz de coibir os seguidos protestos em frente a sua residência, no Alto Pinheiros. As ruas na região só foram fechadas depois que o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, entrou no circuito. No círculo íntimo de Temer, os mais afeitos a teorias da conspiração cravam que houve mais do que um erro de cálculo da PM paulista no episódio.

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28.04.16
ED. 5357

Silêncio duplo

 Não foi apenas Michel Temer que convidou o Secretario de Segurança de São Paulo, Alexandre de Moraes, para a AGU sem consultar previamente o governador Geraldo Alckmin. Moraes também só levou o assunto ao atual chefe após dizer “sim” ao futuro patrão.