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13.09.21

Pensão alimentícia

O ministro Ciro Nogueira está costurando o apoio de Jair Bolsonaro à candidatura da deputada federal Iracema Portella (PP) ao governo do Piauí em 2022. Está tudo em casa. Iracema é ex-mulher do ministro da Casa Civil.

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08.09.21

Polo Sul e Polo Norte

Em pouco mais de um mês, o ex-presidente José Sarney teria conversado duas vezes com Jair Bolsonaro e outras duas com Lula. Está empatado.

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06.09.21

A nova cloroquina de Bolsonaro

Jair Bolsonaro não desiste. Segundo um senador, fonte do RR, o presidente tem estimulado a base aliada a apresentar um novo projeto no Congresso, dando ao diretor-geral da Polícia Federal o poder de escolher o delegado responsável por cada inquérito. A polêmica proposta surgiu do “nada” no texto da reforma administrativa. Acabou retirada pelo relator da PEC, Arthur Maia (DEM-BA), após a chiadeira da oposição. No que depender de Bolsonaro, o jabuti volta para a árvore. Procurada, a Presidência não quis se manifestar.

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02.09.21

Infiltração no teto

Até 2022, o teto vai ruir. Por dentro, estourando mesmo; ou por fora, com operações extraorçamentárias espertas. Se Jair Bolsonaro não se dispuser a gastar recursos com assistencialismo para o seu povo sofrido, em ano eleitoral, aí sim, terá sido o mais diferente dos presidentes da República.

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02.09.21

Flechadas nos governadores

A ala bolsonarista da CPI da Covid articula a convocação de Carlos Gabas, ministro da Previdência no governo Lula e hoje secretário executivo do Consórcio Nordeste. A base aliada mira em Gabas na tentativa de acertar nos governadores nordestinos, predominantemente de oposição ao presidente Jair Bolsonaro. Em tempo: o ex-ministro, ressalte-se, já foi chamado para depor em outra CPI da Pandemia, esta em andamento na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

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02.09.21

A moeda é nossa

O que se diz no Palácio do Planalto é que o PTB, de Roberto Jefferson, teria sido o principal responsável por convencer Jair Bolsonaro a tirar a Casa da Moeda da lista das PPIs.

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01.09.21

Tratado da Amazônia é mais uma missão solitária de Mourão

O vice-presidente, Hamilton Mourão, quis tomar para si a missão de ser o “general da détente”. Mourão assumiu o compromisso de distender conflitos do Brasil, tais como a China e o enorme confronto ambiental. Porém, foi desconstruído pelo presidente Jair Bolsonaro. A visita a Pequim para arrefecer os ânimos, em maio de 2019, deu em nada ou muito pouco. E as ações tanto diplomáticas quanto operacionais na Amazônia têm sido, no mínimo, insuficientes. Ainda assim, Mourão não se rende.

O mais novo murro em ponto de faca passa pela área de meio ambiente. Com a farda de presidente do Conselho da Amazônia, o general estaria trabalhando junto a países vizinhos com o objetivo de revigorar a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA). Criada em 1995, a OTCA reúne, além do Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. Nos últimos tempos, no entanto, o governo Bolsonaro relegou a participação brasileira na Organização a segundo plano. Mourão seria favorável à ampliação do escopo do organismo multilateral e até mesmo ao ingresso de países de fora da região, alguns com tradição de apoio financeiro a projetos de proteção do bioma amazônico.

Casos, por exemplo, da Alemanha e da Noruega. Mais uma prova de que Mourão enverga, mas não quebra. A missão é para lá de difícil. Historicamente os maiores doadores do Fundo Amazônia, alemães e noruegueses suspenderam os aportes como resposta ao avanço do desmatamento na Região e à política ambiental do governo Bolsonaro. Em meio a tantos “adversários” dentro do governo – do próprio presidente Bolsonaro aos ex- ministros Ernesto Araújo e Ricardo Salles -, Mourão ainda conseguiu colocar tropas para conter as queimadas na Amazônia.

Recentemente, garantiu também a extensão por mais 45 dias da operação de GLO (Garantia da Lei e da Ordem) para o combate a crimes ambientais na Amazônia. Mas, na prática, o efetivo utilizado e os recursos disponíveis sempre se mostram aquém do necessário. As articulações junto aos países vizinhos para ampliar a importância da OTCA entram na mesma cota do empenho quase pessoal de Mourão. A Organização assumiria um papel de discussão e formulação de políticas de gestão do bioma amazônico de um forma transversal. Passaria a contemplar variáveis como o aproveitamento econômico de seus ativos, benefícios sociais e Defesa territorial. Procurada pelo RR, a Vice-Presidência da República não se pronunciou.

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01.09.21

…Outra na ferradura

Parlamentares da base aliada retomaram as articulações na tentativa de abrir uma nova CPI contra governadores e prefeitos. É o velho desejo de Jair Bolsonaro de investigar a aplicação de recursos federais repassados a estados e municípios para o combate à pandemia e tirar o foco da CPI da Covid.

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31.08.21

Bolsonaro incomoda o empresariado de cima a baixo

O manifesto “A Praça é dos Três Poderes”, que será lançado nos próximos dias, revela uma metamorfose do presidente da Fiesp, Paulo Skaf. No lugar do Mr. Hyde, apoiador de primeira hora do presidente da República, surge um Dr. Jekyll empenhado em fazer um revisionismo da sua posição de bolsonarista raiz – ainda que o comunicado tangencie a conduta e a gestão de Jair Bolsonaro. A guinada de Skaf indica a influência do futuro presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, eleito para o cargo com o apoio do atual mandatário. Josué endossou o manifesto elaborado pela entidade.

Esse Skaf repaginado tenta, inclusive, dar um caráter mais plural à iniciativa. Segundo o RR apurou, emissários do presidente da Fiesp sondaram a CUT e a Força Sindical para que ambas assinem o documento. Na realidade, com a devida discrição, o próprio Josué estaria conduzindo os entendimentos para buscar o diálogo com a “esquerda”. Skaf não está tentando reinventar a roda. O Brasil tem uma história de união entre o capital e o trabalho em situações limítrofes, vide o movimento pela redemocratização nos anos 80.

O objetivo do empresariado, com esses atos, não é pautar o governo e muito menos mudar sua direção, mas, sim, apontar um novo rumo para 2022. E esse rumo não passa por Jair Bolsonaro. E tampouco por Lula. O próximo passo será a elaboração de um programa de governo. De certa forma, esse movimento já está em curso no âmbito do “Imagine Brasil”, iniciativa liderada pelo empresário Pedro Passos, que tem o ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore como um de seus principais formuladores. Feito isso, o desafio seguinte das elites empresariais será encontrar o candidato da terceira via.

O RR não arrisca palpite, mas, neste momento, as setas parecem apontar para o governador João Doria. Paulo Skaf jamais pertenceu às elites empresariais, mas entendeu o Zeitgeist. O que ele está fazendo neste momento, no crepúsculo de seu longo mandato na entidade, é guiar seu rebanho “fiespiano” na direção dos seus parceiros do andar de cima. O espírito do tempo conduz também outro segmento empresarial que até então era um reduto fiel ao presidente Jair Bolsonaro. Ontem, diversas entidades do agribusiness – entre as quais a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Associação Brasileira dos Produtores de Óleo de Palma (Abrapalma) e Associação Brasileira dos Industriais de Óleos Vegetais (Abiove) – divulgaram uma nota conjunta em defesa da democracia e contra “aventuras radicais”.

Os produtores rurais também estão atendendo ao clamor silencioso dos mais poderosos. Essa junção entre diferentes castas do empresariado não chega a ser uma novidade no Brasil. A principal referência histórica são as Conferências Nacionais das Classes Produtoras (Conclaps), enormes congregações empresariais realizadas entre 1945 e 1977. A quarta e última Conclap reuniu mais de dois mil empresários no Hotel Nacional, no Rio, sob a coordenação técnica de Carlos Langoni. Na ocasião, a Conferência aprovou a divulgação da Carta do Rio de Janeiro, com propostas para a área econômica que foram encaminhadas ao então ministro da Fazenda, Mario Henrique Simonsen. O RR previu o óbvio: a entrada das elites no jogo – ver edição de 11 de agosto. Os manifestos dos empresários não vão se circunscrever ao documento encabeçado por Paulo Skaf ou à nota das entidades do agronegócio, que, por sua vez, se unem à peça “Eleições serão respeitadas”, lançada no início de agosto com o apoio, entre outros, de Roberto Setubal, Pedro Moreira Salles, Pedro Passos e Carlos Jereissati. Vem mais por aí, sejam manifestações multissetoriais, sejam ações conduzidas por segmentos específicos da economia. Como cravou o RR, as elites estão conversando.

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30.08.21

Apoio a Bolsonaro causa racha entre produtores de soja

A proximidade com Jair Bolsonaro começa a provocar cisões dentro do agronegócio, um de seus principais grupos de apoio. Segundo o RR apurou, conselheiros e associados de peso da Aprosoja Brasil (Associação Brasileira dos Produtores de Soja) estariam pressionando o presidente da entidade, Antonio Galvan, a se afastar do cargo. Trata-se do mesmo grupo de agricultores que teria arquitetado a nota oficial divulgada recentemente pela Aprosoja, desvinculando a instituição da convocação para atos antidemocráticos.

De acordo com a mesma fonte, um dos artífices do movimento seria o ex-ministro Blairo Maggi. A saída de Galvan da presidência é visto por muitos internamente como um gesto necessário para tirar o STF da soleira da Associação. Procurada pelo RR, a Aprosoja não se pronunciou.

Não é de hoje que o alinhamento de Antonio Galvan com Bolsonaro vem sendo questionado dentro da Aprosoja – ver RR de 6 de julho. Desta vez, no entanto, a questão é mais delicada. Ele foi alvo de uma operação de busca e apreensão por determinação do Supremo. Galvan é investigado por supostamente incitar a realização de atos violentos contra as instituições. Foi em uma casa de Brasília usada pela Associação que o cantor Sergio Reis convocou o agronegócio para manifestações no dia 7 de setembro contra o Senado e o Supremo.

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