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06.05.22

Coalizão no campo

Há um movimento na bancada ruralista para aproximar Jair Bolsonaro do ex-ministro Blairo Maggi, um dos líderes do agronegócio no Centro-Oeste. Um dos principais responsáveis pelo meio de campo é o deputado Neri Geller (PP-MT).

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05.05.22

Marcha pelo Mito

O staff de campanha de Jair Bolsonaro quer transformar a Marcha para Jesus, que ocorrerá em junho em diversas capitais do país, em um documentário de apoio à reeleição do presidente.

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O episódio Daniel Silveira trouxe novos contornos para o núcleo de articulação política de Jair Bolsonaro. Há um entendimento de que a costura de alianças eleitorais deve dar prioridade aos cargos de deputado federal e senador e não necessariamente à disputa pelos governos estaduais. A percepção é de que aumentar o domínio territorial no Congresso será mais importante em um eventual segundo mandato do que ter aliados nos executivos estaduais. Os dois principais defensores dessa visão são o ministro Ciro Nogueira, uma espécie de “presidente da República do Centrão”, e Flavio Bolsonaro. O próprio “03” tem se encarregado de fechar um arco de candidaturas bolsonaristas ao Congresso no Rio de Janeiro.

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04.05.22

Dois militares em alta no Palácio do Planalto

Há uma estrela ascendente entre os militares do Palácio do Planalto: o tenente coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, assessor da Presidência da República. Filho do general Lorena Cid, coordenador do escritório da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) em Miami, Barbosa Cid tem se notabilizado como um interlocutor assíduo entre Bolsonaro e oficiais do Exército de média patente.

Em conversas palacianas, Jair Bolsonaro vem rasgando elogios ao vice-almirante da Marinha Hugo Cavalcante Nogueira, presidente da Casa da Moeda. Recentemente, a estatal anunciou seu primeiro lucro em cinco anos – ganho de R$ 30,2 milhões em 2021. Bolsonaro anda tão encantado com a gestão de Nogueira que, segundo a fonte do RR, estancou manobras do Centrão, mais precisamente do PTB, para assumir a Casa da Moeda.

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04.05.22

Nem sempre o STF morde

Segundo informações filtradas do STF, o ministro Dias Toffoli deverá postergar mais uma vez o prazo para que o governo federal repasse a estados e municípios cerca de R$ 3,5 bilhões para financiar o acesso de escolas públicas à internet. Dessa vez, o presidente Jair Bolsonaro não tem porque se queixar do Supremo. A Corte está dando a maior colher de chá: o prazo de liberação dos recursos já foi adiado três vezes.

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A ida de Jair Bolsonaro à Paraíba, prevista para amanhã, abrirá uma temporada de inaugurações de projetos no Rio São Francisco. Segundo o RR apurou, estão previstas as entregas pelo menos de outras três obras em estados do Nordeste até meados de junho. Não por acaso, na semana passada Lula evocou a paternidade da transposição do “Velho Chico”, dizendo que os governos do PT executaram 88% do projeto.

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03.05.22

Globo tem musculatura para as piores batalhas

Para quem diz que a Globo é uma empresa em decadência financeira e em corner operacional e estratégico, recomenda-se olhar com lupa os seus números, a começar pelo estoque de lucros dos últimos 12 anos – trata-se de um recorte de tempo aleatório. Em pouco mais de uma década, a Globo Comunicação e Participações S.A auferiu ganhos totais da ordem de R$ 22 bilhões, ou seja, média de R$ 1,8 bilhão por ano. O lucro líquido da empresa neste período foi praticamente o dobro de toda a receita líquida do SBT e mais do que o triplo do faturamento da Record no mesmo intervalo.

Na comparação com a Band, o lucro da Globo correspondeu a sete vezes a arrecadação média da concorrente entre 2016 e 2021 – não foram encontrados dados da emissora da família Saad entre 2010 e 2015. Ressalve-se que estes números configuram valores aproximados, obtidos em pesquisa extraoficial e não deflacionados. A Globo é a sexta marca mais valiosa do Brasil. Também é o grupo de mídia que mais investe no país. A corporação formou um caixa de R$ 15 bilhões – valor quase três vezes maior do que a dívida -, e o Ebit- da deve alcançar R$ 559 milhões no primeiro trimestre deste ano.

Esse esforço explicita a solidez e os planos da empresa para realizar vultosos investimentos. A Globo tomou a decisão de fazer caixa não é de hoje. Em 2019, sofreu com o cataclisma no mercado de publicidade, com uma contribuição especial da animosidade ideológica do presidente Jair Bolsonaro, que subtraiu o que foi possível de verbas de anúncios tradicionalmente destinados à Globo. Ainda assim, a emissora realizou um lucro líquido de R$ 752 milhões. Em 2020, a pandemia pegou a empresa de chofre. Com as decorrências negativas no mercado publicitário e contando com a “ajuda” obcecada de um capitão ressentido, o lucro caiu para R$ 167,8 milhões. Esse resultado poderia ser menor, mas a Globo preferiu postergar despesas dentro de um planejamento de investimentos e de expectativa de ampliação de faturamento.

Os números de 2021 vieram dando a sensação de que as Cassandras que odeiam o grupo – e algumas acreditam ter lá suas razões históricas – estavam com a razão: o prejuízo chegou a R$ 173 milhões. Ou seja: a Globo debutou em 12 anos o seu primeiro resultado negativo, performance em grande parte decorrente das despesas postergadas para 2021. A leitura diagonal, vazia de informações, parece confirmar o cenário tristonho. Mas o que está fumegando na estratégia de reestruturação da empresa – além do caixa elevado para realização dos investimentos elevados e a confirmação de que o faturamento subiria de forma a pagar com folga os compromissos passados – é a reformulação da companhia de ponta a ponta, com uma aposta fortíssima no streaming.

Segundo dados oficiais, apenas no mês de fevereiro, a base de assinantes da Globoplay teve um salto de 20% em comparação ao mesmo período no ano passado. Mas nem tudo são rosas. A Copa do Mundo exigirá gastos tremendos e há uma dispersão de publicidade já contratada devido à mudança do cronograma de realização da competição de junho para novembro, no Catar. Mas a Globo, ao contrário dos dois últimos anos, parece nadar de braçada. Já realizou um lucro de R$ 1,3 bilhão no primeiro trimestre.

Toda essa operação – conduzida, sobretudo, por João Roberto Marinho, sem desfazer do papel estratégico de seus irmãos, José Roberto e Roberto Irineu – está sendo tocada com uma prioridade cada vez maior ao conteúdo. Vai ser difícil Bolsonaro seguir tentando dobrar a companhia, assim como Lula influenciá-la com a sua cantilena ideológica. A Globo perdeu audiência, é bem verdade. Mas sua munição é enorme: segundo o Ibope, um em cada três aparelhos televisivos no país fica ligado o tempo inteiro na emissora. É uma farsa a ideia disseminada aos quatro ventos de que a companhia não está preparada para empreitadas de alto calibre, ainda que o poder de fogo de inimigos históricos e de novos concorrentes não possa ser menosprezado.

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Segundo o RR apurou, uma minuta da MP autorizando a venda de vacinas contra a Covid em clínicas privadas já está nas mãos do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Falta só o imprimatur do presidente Jair Bolsonaro.

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02.05.22

Vaga certa?

Em meio à guerra fria entre Jair Bolsonaro e o Supremo, esquenta a disputa pela próxima vaga no STJ. Nos gabinetes da Corte, já se dá como certo que o nome do desembargador Messod Azulay Neto, presidente do TRF-2, estará na lista tríplice que será enviada ao presidente Bolsonaro.

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02.05.22

Para que mexer nisso agora?

Líderes evangélicos estão pressionando Jair Bolsonaro a retomar uma polêmica promessa de início de mandato que ficou pelo caminho: a transferência da embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém.

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