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14.06.18
ED. 5888

O baiano e o capitão

Há indícios de que Nizan Guanaes, o profeta que previu a vitória de Jair Bolsonaro no primeiro turno, fará o marketing de campanha do candidato da extrema direita. De olho no bolso do “Bolso”, Nizan considera o capitão “um Dorflex para as dores do Brasil”.

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11.06.18
ED. 5885

Janaina perde altitude

Cotada, inicialmente, para ser candidata vice na chapa de Jair Bolsonaro ou concorrer ao governo paulista, Janaina Paschoal deverá ter uma missão mais modesta dentro do PSL. O mais provável é que a “musa” da direita no impeachment de Dilma Rousseff dispute uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo.

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08.06.18
ED. 5884

Fogo amigo contra Josué

Mal saiu do chão, o balão de ensaio da candidatura de Josué Gomes da Silva já é soprado para longe pelo seu próprio partido, o PR. O líder da legenda, Valdemar da Costa Neto, tem conversado simultaneamente com Jair Bolsonaro, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes. Na hora certa, deverá pular no zeppelin que estiver voando mais alto.

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06.06.18
ED. 5882

Bolsonaro enche de afagos os extremos da pirâmide eleitoral

A ordem na campanha de Jair Bolsonaro é conquistar os polos do eleitorado – de acordo com as pesquisas onde se concentram as maiores barreiras a sua candidatura. Se, de um lado, Bolsonaro acena às classes mais baixas, com a promessa de uma carta de princípios em defesa do Bolsa Família e dos demais programas sociais, do outro vai intensificar a interlocução com o andar de cima,
leia-se o empresariado. Segundo o RR apurou, a partir da segunda quinzena de junho o candidato do PSL vai anunciar, seguidamente, “programas de governo” específicos para diferentes setores da economia.

A ideia é disparar ao menos um petardo por semana, sempre em apresentações feitas pelo próprio Bolsonaro a empresários do segmento em questão. De acordo com informações filtradas do QG de campanha do Capitão, os dois primeiros setores contemplados deverão ser o agronegócio e a área de construção. Um dos objetivos dos seus estrategistas de é desarmar algumas das críticas mais contumazes desferidas contra o candidato: a de que ele faz uma campanha quase monocórdica, praticamente concentrada na agenda da segurança, e de que não tem profundidade nos assuntos que aborda, notadamente na esfera econômica.

A intenção dos assessores Bolsonaro é realizar uma blitzkriegde forte impacto midiático, casando o anúncio de cada pacote de propostas com uma entrevista à imprensa. As recentes pesquisas têm mostrado o crescimento de Jair Bolsonaro em todos os estratos sociais. Ainda assim, a maior parte de seus eleitores segue concentrada no intervalo de cinco a dez salários mínimos – sua intenção de votos nessa faixa chega a 30%. Por isso, o empenho do seu staff de campanha em avançar nos dois polos do eleitorado. Em relação ao topo, dois nomes têm se notabilizado na construção de pontes entre o candidato do PSL e o empresariado: Meyer Nigri e Frederico D´Ávila.

Não por coincidência, ambos representam os dois primeiros setores que serão abordados por Bolsonaro.Nigri, fundador da Tecnisa, tem ciceroneado o Capitão em encontros com aelite paulistana. Segundo o RR apurou, está previsto para daqui a duas semanas um jantar de adesão de empresáriosà candidatura de Bolsonaro, quando ele deverá anunciar a primeira versão do seu programa econômico, assinado por Paulo Guedes. D´Ávila, por sua vez, tem sido o semeador da candidatura de Bolsonaro junto ao agronegócio e, desde já, é dado como pule de dez para o Ministério da Agricultura em caso de vitória do presidenciável nas eleições. Irmão do cientista político Luiz Fernando D´Ávila, coordenador da campanha de Geraldo Alckmin, Frederico D´Ávila é diretor da Sociedade Rural Brasileira.

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04.06.18
ED. 5880

Bolsonaro ao alvo

A campanha de Jair Bolsonaro está discutindo a realização de um evento esportivo em São Paulo para promover sua candidatura. Parece até piada pronta, mas a ideia que ganha força é a de um torneio de tiro. Mais simbólico e popular junto ao eleitorado de Bolsonaro, impossível.

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01.06.18
ED. 5879

Regulação da mídia

Jair Bolsonaro já iniciou seu projeto de “regulação da mídia”. O pré-candidato tem um índex de jornalistas para os quais não dá entrevista e sequer autoriza o envio da sua agenda de campanha.

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29.05.18
ED. 5877

Tiroteio na base aliada de Bolsonaro

Alguns dos principais grupos de apoio de Jair Bolsonaro travam um duelo entre si. Policiais, militares, bombeiros, líderes evangélicos e maçons abrigados no PSL, a casamata partidária de Bolsonaro, disputam o direito de indicar um número maior de candidaturas ao Legislativo. Só em São Paulo há mais de 30 pré-candidatos ligados às Forças Armadas e à PM e outro tanto vinculado a igrejas evangélicas. Vagas até existem, o problema é como financiar toda essa tropa. Com apenas oito deputados federais, incluindo o próprio Bolsonaro, o PSL terá direito a uma fatia bem fininha do fundo partidário. A missão de aplainar as arestas foi entregue ao deputado Major Olímpio, presidente do PSL-SP. A julgar pelo estilo do Major, é mais fácil ele colocar ainda mais pólvora no paiol.

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25.05.18
ED. 5875

Bolsonaro atropela seu partido

O PSL parece fadado a servir apenas de hospedagem eleitoral para Jair Bolsonaro. Dois meses após a sua filiação, o Capitão ainda não “entrou” no partido. Sua interlocução com os líderes da sigla, incluindo Luciano Bivar, presidente do PSL, é praticamente nula. Tudo que diz respeito a sua campanha passa exclusivamente pelas mãos de seus fi lhos – Flavio, Eduardo e Carlos Bolsonaro – além do economista Paulo Guedes, seu virtual ministro da Fazenda. Será que alguém no PSL esperava algo diferente?

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17.05.18
ED. 5869

Bolsonaro abusará do “marketing mata-leão”

O que, para qualquer outro candidato, seria um terrível antimarketing, no caso de Jair Bolsonaro se torna uma propaganda valiosa. A fama de brigão será explorada ao máximo possível em sua campanha. Pesquisas recém-chegadas ao seu comitê mostram que a reputação de “durão”, “agressivo” e “pit bull” lhe traz mais bônus do que ônus: não tem só ajudado a galvanizar seu eleitorado fiel como a atrair indecisos numa escala maior do que as intenções de voto eventualmente deixadas pelo caminho. A imagem de Bolsonaro será cada vez mais associada ao combate, de forma a valorizar o seu jeito “brawler” de ser.

Vale tudo para reforçar o “marketing do octagon”, inclusive recorrer aos próprios profissionais do ramo: uma das ideias é atrair famosos lutadores de UFC como garotos-propagandas de Bolsonaro. Os primeiros golpes dessa estratégia de campanha foram ensaiados no último sábado. Eram pouco mais de 23 horas, quando o homem de camisa social azul para fora de calça, escoltado por seguranças e assessores, irrompeu por uma das entradas  laterais e ganhou vagarosamente o piso central da Jeunesse Arena, no Rio. Mal conseguiu andar diante da aglomeração que instantaneamente se formou ao seu redor.

Bastaram poucos segundos para que os urros de “Mito!” e “Uh, é Bolsonaro” revoassem pelo ginásio, abafando as vaias que espocavam aqui e ali. Entre as redes do octagon, Lyoto Machida e Vitor Belfort, que fazia a última luta da sua carreira, viraram mero detalhes, dois engaiolados perdidos na paisagem. Naquele momento, Bolsonaro tornava-se a grande estrela do UFC 224.  Acomodado na quinta fileira de trás pra frente entre as cadeiras dispostas na área VIP, Bolsonaro passou boa parte do tempo acenando para o público e disparando autógrafos. Ali, o capitão estava em casa. Pouco mais de 20 minutos depois, deixou o local para se instalar em um setor reservado. O evento, cuidadosamente organizado nos mínimos detalhes, não suportava duas atrações simultâneas. Bolsonaro já havia ganho o cinturão da noite, além de milhares de posts nas redes sociais e preciosas imagens para seus programas de campanha.

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04.05.18
ED. 5860

Bolsonaro não quer saber de Índio

Índio da Costa tem buscado o apoio de Jair Bolsonaro a sua candidatura ao governo do Rio de Janeiro. O Capitão, no entanto, recusa a aproximação. No seu entendimento, tem mais a perder do que a ganhar com a aliança. Qualquer crescimento de Índio de Costa, do PSD, ajudaria a dar fôlego no Rio ao candidato à Presidência apoiado pelo partido – seja ele Geraldo Alckmin, Henrique Meirelles ou mesmo Michel Temer.

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24.04.18
ED. 5853

Nobel de medicina

Paulo Guedes quer voltar à PUC-Rio, não exatamente como professor, mas como sócio. O virtual ministro da Fazenda de Jair Bolsonaro fez uma oferta para se associar à universidade na montagem de uma faculdade de medicina. A primeira proposta foi descartada pela direção da PUC-Rio, mas Guedes prepara nova ofensiva. “Paulinho” e o sócio Júlio Bozano uniram-se ao empresário Elie Horn, dono da Cyrela, em um fundo para a área de saúde. Com cerca de R$ 800 milhões em carteira, o trio tem como objetivo criar uma rede de escolas de medicina e comprar ativos no setor hospitalar. No ano passado, adquiriu o Hospital São Lucas, em Ribeirão Preto (SP).

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O apresentador Ratinho tem ajudado Jair Bolsonaro a construir pontes com a classe artística. Padrinho por padrinho, trata-se de upgrade em relação a Alexandre Frota.

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13.04.18
ED. 5846

Suspense total

A pesquisa Datafolha do fim de semana trará respostas a algumas questões chave da disputa presidencial:

. O coeficiente eleitoral de Lula após a prisão;

. As intenções de voto de Ciro Gomes, Jair Bolsonaro e Marina Silva;

. O percentual dos votos em Joaquim Barbosa;

. A mudança ou não do viés de baixa de Geraldo Alckmin.

. Os dados estatísticos de Henrique Meirelles, Rodrigo Maia e Michel Temer não são relevantes.

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10.04.18
ED. 5843

O pito do capitão Bolsonaro

O reduzido público na manifestação a favor da prisão de Lula, na última quinta-feira, em Brasília, ainda repercute na campanha de Jair Bolsonaro. O capitão põe a culpa pelo baixo quórum – cerca de 1,5 mil pessoas – na conta do PSL, que não teria conseguido mobilizar filiados e os milhares de seguidores de Bolsonaro.

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28.03.18
ED. 5835

Sólidas pontes

O construtor Meyer Joseph Nigri, dono da Tecnisa, tem erguido sólidas pontes entre o candidato Jair Bolsonaro e a comunidade judaica.

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23.03.18
ED. 5832

Uma cruzada anti-Ciro Gomes

Ciro Gomes foi variável decisiva na reaproximação entre Jair Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia. Ambos estavam rompidos desde o ano passado, quando o capitão decidiu deixar o Partido Social Cristão (PSC), o que lhe rendeu, à época, duras críticas do líder religioso. O pragmatismo fechou a cicatriz. Além da chance real de um representante da extrema direta no segundo turno, o potencial de crescimento da candidatura do pedetista contribuiu para amalgamar a coalizão político-religiosa. O “risco Ciro” foi amplamente discutido nas conversas entre Bolsonaro e Malafaia, intermediadas pelo senador Magno Malta. O pedetista pode até não vir a ser o “ungido” por Lula, caso, como tudo indica, o ex-presidente fique alijado da corrida eleitoral. Mas é visto por Bolsonaro e pela bancada
da fé que o cerca, a começar pelo próprio Malta, como o nome do campo da esquerda a ser combatido desde já. Nas conversas entre o candidato e Malafaia, chamou a atenção a ausência do nome de Lula como o outro “anticristo”. Tribuna não faltará a Jair Bolsonaro. Malafaia emprestará ao capitão seu poder de influência e alcance nas redes sociais: são dois milhões de seguidores no Facebook, 1,3 milhão no Twitter e 350 mil em seu canal no YouTube. Há ainda os 112 templos da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Por enquanto. Amanhã, Malafaia inaugura uma nova filial no Rio de Janeiro.

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22.03.18
ED. 5831

Sem graça

O discretíssimo octogenário Julio Bozano, lenda viva da banca nacional, não acha nenhuma graça na agitação do sócio Paulo Guedes com a campanha de Jair Bolsonaro.

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16.03.18
ED. 5827

La meme chose

A julgar pelo programa de campanha – uma agenda liberal com ênfase em uma ampla privatização – o Partido Novo, de João Amoedo e Gustavo Franco, segue o Partido Social Liberal, de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes.

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15.03.18
ED. 5826

#Parabénscapitão

A campanha de Jair Bolsonaro quer fazer da próxima quarta-feira, dia 21, quando o candidato completará 63 anos, uma sonora demonstração da sua força junto ao eleitorado. A meta é alcançar um milhão de posts, curtidas e compartilhamentos nas redes sociais alusivos ao aniversário do capitão.

Jair Bolsonaro está burilando com carinho sua estratégia para as eleições ao governo do Rio, seu reduto. Trabalha com dois cenários. O primeiro, uma chapa puro-sangue, , com o lançamento da candidatura de seu filho, Flavio Bolsonaro. A alternativa é o apoio a um candidato de outro partido, sacrificando o rebento em nome de uma aliança nacional. O nome, neste caso, seria o de Índio da Costa, do PSD.

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14.03.18
ED. 5825

Temer não consegue tirar a segurança de Bolsonaro

Não parece ser nada simples desalojar o capitão Jair Bolsonaro da sua narrativa cativa: a defesa do direito à segurança. Segundo pesquisa qualitativa realizada pelos bolsonaristas, quanto mais se fala no tema, maior a aderência do assunto à candidatura de Bolsonaro. Simples assim. É como se a violência fosse a essência da nossa era, e esse espírito do tempo tivesse sido capturado pelo mais tosco dos candidatos. Um analista de pesquisa de opinião que assessora Bolsonaro considera que Michel Temer foi, no mínimo, precipitado quando disse que a “intervenção militar foi um golpe de mestre”.

À luz das primeiras impressões e mesmo da resiliência dos indicadores eleitorais, ao trazer a insegurança urbana para o centro da galáxia das políticas públicas, Temer acabou fortalecendo a “ideia-força” que diferencia o discurso do capitão. Não seria, portanto, uma questão da medida de emergência no Rio de Janeiro dar certo ou não. Se tiver algum êxito, fizeram o que Bolsonaro dizia. Se for um fracasso, ele teria feito diferente. Como se diz na linguagem do Google, pertencem ao capitão todas as palavras de busca vinculadas à intervenção: insegurança, militares, proteção, presídios etc. Bolsonaro surfa na intervenção de Michel Temer como se ela fosse sua.

Por essa ótica, a maior qualificação do debate sobre segurança não significaria um “take over” no discurso de Bolsonaro. Ao contrário, seu eleitorado entenderia apenas como confirmação de que está onde tudo começou, no lugar certo com a pessoa certa. Vale um registro simbólico: a última pesquisa de opinião CNT/MDA, segundo o analista consultado, identifica, na queda de Lula, a migração, ainda que rasa, de petistas na direção do seu antípoda. O voto da raiva é o voto em Bolsonaro. As próximas pesquisas vão dizer se ele aprisionou de vez o discurso do combate à violência. Aparenta ser mais fácil ganhar do capitão devido à sua fragilidade partidária, parco tempo de propaganda eleitoral, reduzidos recursos de campanha e nanismo intelectual. Entrar no seu campo de batalha é um risco não recomendável para nenhum dos adversários.

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08.02.18
ED. 5804

Agora é sério

O economista Paulo Guedes agora se reúne semanalmente com o candidato Jair Bolsonaro. Parece que o negócio é sério mesmo.

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06.02.18
ED. 5802

Os sertões

O empresário pernambucano Luciano Bivar, que “arrendou” o Partido Social Liberal (PSL) para Jair Bolsonaro, está organizando um tour do capitão pelo Nordeste para depois do Carnaval. Serão mais de 20  cidades no roteiro.

Por falar em Carnaval, a presença de Jair Bolsonaro na folia já está garantida. A máscara com o rosto do candidato é uma das mais vendidas no país.

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29.01.18
ED. 5796

O empresário do capitão

Luciano Hang, dono da varejista Havan, está com um pé no PSL. Espécime raro de empresário ligado a Jair Bolsonaro, Hang já foi citado pelo capitão como um possível candidato a vice em sua chapa. O partido, no entanto, prefere que ele dispute o governo de Santa Catarina.

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22.01.18
ED. 5791

A vez dos fortes

Um suelto de caráter antropológico de Eduardo de Alencar, intitulado “Onde os fracos não têm vez”, está fazendo o maior sucesso tanto nas hostes petistas quanto tucanas. O paper, que foi produzido a partir da vivência e pesquisas do autor na favela da Rocinha desmonta as possibilidades de Jair Bolsonaro ganhar as eleições com o voto dos mais pobres. É interessante até porque Bolsonaro se apoderou da bandeira da segurança, que toca fundo justamente os menos favorecidos.

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10.01.18
ED. 5783

O capitão e o delegado

O nome de José Mariano Beltrame, que carrega o goodwill da melhora da segurança pública no Rio durante o governo Cabral, tem sido bastante repetido na equipe do candidato Jair Bolsonaro.

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08.01.18
ED. 5781

Lula ensaia o papel de “Donald Trump dos pobres”

Lula já cantou a pedra por onde vai perseguir o crescimento da economia caso possa se candidatar e seja eleito presidente: “É a renda familiar, estúpido”. E será principalmente a renda da chamada “classe C ampliada”, uma categoria inventada pela própria gestão Lula, que combina as faixas de renda inferior com a classe média baixa. A recuperação do salário mínimo e a isenção de imposto de renda até cinco salários mínimos são medidas já anunciadas que correm nesta direção. No seu jeito galhofeiro, Lula diz que vai ser o “Trump dos pobres”, em alusão ao corte de impostos aprovado pelo presidente norte-americano, que privilegia os ricos e poderosos.

Em seus dois mandatos, o crescimento econômico foi soprado pelo aumento do poder de compra das famílias, bafejado pelo Bolsa Família, aumento do mínimo e crédito consignado. O ex-presidente não falou ainda, mas a cereja do bolo seria a criação da renda mínima, que cumpriria um papel unificador das políticas assistencialistas, além de ser um novo elo da reforma da previdência e definir um conceito inovador para o piso salarial do país. O assunto ainda vem sendo burilado pelos assessores de Lula, que está ansioso para anunciar o projeto nas ruas. O seu temor é que algum aventureiro lhe roube a bandeira e lance a proposta antes.

A renda mínima cabe em um espectro ideológico amplo, que vai de Jair Bolsonaro a Ciro Gomes. Lula tem no farnel a ideia de tributar os dividendos das pessoas jurídicas, que são praticamente isentos e funcionam como uma forma de burla fiscal para a acumulação das pessoas físicas mais ricas. Vai fazer o discurso do ajuste fiscal sem dizer de onde vai tirar. Fica para depois das eleições. Até lá segue na conversa que aprendeu muito bem com D. Marisa, que sabia economizar quando o orçamento da casa estava apertado.

O tirambaço de Lula está na área fiscal. Vai prometer uma redução da carga tributária total até o fim do seu governo, que se iniciaria com a isenção de impostos para os mais pobres. Acha que se for um bom animador e a economia crescer 6%, dá para baixar o estoque de tributos entre 3% a 5%. Lula quer afinar o discurso econômico para que, na hipótese do impedimento, ele possa servir de base programática para o entendimento com outros partidos e, quiçá, com um candidato a presidente de fora do PT. Apesar da pinta de zangado, é o programa mais liberal e comportado de Lula. Só vai ser ruim para a Rede Globo. Mas essa vendeta já está prometida não é de hoje.

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05.01.18
ED. 5780

Bolsonaro vai ou fica?

Embora Jair Bolsonaro garanta que vai mesmo mudar de casa, a cúpula do PSC, a começar pelo Pastor Everaldo, passou a tratar como factível sua permanência na sigla. A dificuldade de Bolsonaro para se acertar com o Patriota e com outras legendas que lhe ofereceram a candidatura à Presidência da República o forçaria a continuar no partido. Nessa hipótese, o pré-pré-candidato Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES, teria de buscar outra sigla para concorrer ao Palácio do Planalto.

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20.12.17
ED. 5770

Sondagem revela que Lula tem o maior número de empresários fiéis; Bolsonaro passa em branco

Lula, por mais paradoxal que possa parecer, é o candidato vinculado ao maior número de nomes do empresariado. Por sua vez, Jair Bolsonaro está no extremo oposto: não consta sua ligação com os donos das grandes corporações privadas. Estas são algumas das constatações da sondagem realizada pelo Relatório Reservado junto a uma parcela da sua base de assinantes – no total, 128 pessoas, predominantemente empresários, executivos, analistas de mercado e advogados, entre outros. A verificação ocorreu entre 12 e 15 de dezembro. O RR indagou: “Quais são os empresários mais identificados com os seguintes pré-candidatos à Presidência da República?”

O levantamento indicou que há uma razoável confusão na vinculação entre empresário e presidenciável, dado o elevado grau de dispersão, a associação dos mesmos nomes a diferentes postulantes ou mesmo a ausências de indicações – na média entre todos os candidatos, 37% dos assinantes não souberam responder. O RR citará apenas as três primeiras colocações, quando houver. Ressalte-se ainda que os votos conferidos a empresários réus ou condenados na Lava Jato não foram contabilizados, devido a sua natureza eminentemente de ataque à imagem do candidato. Lula foi quem teve o maior número de empresários mencionados, 23. Segundo os consultados, Josué Gomes da Silva é o mais associado ao petista, com 7%. Certamente, a ligação entre o ex-presidente e o pai de Josué, José de Alencar, seu vice por oito anos, impulsionou as respostas.

A seguir, Jorge Gerdau, Katia Abreu, Luiza Helena Trajano e Walfrido Mares Guia, ministro do governo Lula, empatados com 4%. No terceiro lugar, com 2%, aparecem David Feffer e Armando Monteiro, ex-presidente da CNI. O oposto de Lula é Bolsonaro. Talvez o resultado que mais chama a atenção na sondagem, nenhum dos entrevistados conseguiu citar um empresário próximo ao candidato representante da extrema direita. Assim como a inexistência de identificação com um pensamento econômico, esta é outra lacuna de Bolsonaro. Ciro Gomes não chega a ter uma falta de aderência tão radical, mas também ficou clara a dificuldade dos assinantes do RR em apontar empresários ligados ao pré-candidato do PDT. Só dois nomes foram citados, por 5% e 3%, respectivamente, dos consultados: o de Carlos Jereissati, dono do Iguatemi, e o do presidente da CSN, Benjamin Steinbruch.

Certamente, a lembrança do empresário cearense foi motivada pela relação histórica de Ciro com Tasso Jereissati, irmão de Carlos. Já Benjamin até recentemente era patrão de Ciro. Segundo os entrevistados, os empresários mais identificados com Geraldo Alckmin são Roberto Setubal e Jorge Gerdau, empatados com 6%. Com 3% dos votos, vieram Abílio Diniz, Rubens Ometto e Beto Sicupira. Juntos, no terceiro lugar, com 1%, Nizan Guanaes, o presidente da Anavea, Antonio Megale, e o presidente da Fecomercio-SP, Abram Szajman. No caso de Marina Silva, deu o óbvio. Para 11%, Neca Setubal, herdeira do Itaú e fiel aliada, é a empresária com o maior grau de aderência a Marina. Em seguida, Guilherme Leal, da Natura, e Artur Grynbaum, do Boticário.

Candidato a vice na chapa de Marina em 2010, Leal foi lembrado por 7%. Grynbaum, recebeu 5% das indicações. Os entrevistados apontaram um total de seis nomes associados a Marina. Por fim, o mais “novo” candidato na praça: Michel Temer. Para 14% dos entrevistados, o presidente da Fiesp e correligionário Paulo Skaf é o empresário que apresenta a maior coesão com Temer. Quase que por atração gravitacional, o vice da Fiesp, Benjamin Steinbruch, ressurge em outra extremidade, chamado de “temerista” por 7% dos consultados. Jorge Gerdau, uma espécie de “PMDB do empresariado”, foi novamente citado, empatado com o ministro Blairo Maggi, ambos com 5%. Temer foi associado diretamente a 10 empresários. À exceção de Marina, Ciro e, obviamente, Bolsonaro, todos os demais candidatos foram vinculados a dirigentes condenados ou investigados na Lava Jato.

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15.12.17
ED. 5767

Quem dá mais pela candidatura de Henrique Meirelles?

Mesmo antes de decidir se será pré-candidato à presidência e por qual partido disputaria as eleições, Henrique Meirelles vem sendo cortejado por todos os principais concorrentes de direita e centro-direita. Em várias das vezes a sedução é para que Meirelles assuma os dois cargos ao mesmo tempo: vice-presidência e Ministério da Fazenda. O ex-banqueiro é multiuso. O presidente Michel Temer, com o ar de distanciamento brechtiano, tratou da sua hipotética candidatura sondando en passant seu ministro. Repetiriam a dobradinha, que tanto tem encantado o empresariado.

Meirelles continuaria com seu papel de âncora fiscal e inflacionária. Mas subiria um degrau: seria o vice-presidente. Tudo depende da aprovação da reforma da Previdência, é claro. O candidato Jair Bolsonaro, que está apalavrado com o economista Paulo Guedes para o Ministério da Fazenda, tem em Meirelles o seu ideal de vice-presidente. Com ele, atrairia eleitores do centro-direita que duvidam do preparo do candidato e seus quadros, assim como do seu comprometimento com um programa liberal. Meirelles opera como se fosse uma hidra, com seus tentáculos espalhados pelo mercado financeiro internacional, e empresta cosmopolitismo a candidatos suburbanos. Ele já tem sua base aliada no Congresso. E se preciso for tem interlocução até com a outra extrema, o PT.

Bolsonaro o usaria como garantia da sua agenda liberal. Meirelles assumiria a posição de uma espécie de chairman do Ministério da Fazenda. O governador Geraldo Alckmin, candidatíssimo à Presidência, por sua vez, faz suas conjecturas sobre Meirelles vir a comandar o Novo Plano Real, proposta símbolo da sua campanha- ver RR edição de 6 de dezembro. Não haveria restrições para que ele acumulasse a vice-presidência caso fosse essa a exigência. Mas, como se disse, por enquanto são só conjecturas. Finalmente, o deputado Rodrigo Maia, cuja candidatura é a mais encruada, vê em Henrique Meirelles alguém que agregue uma dimensão maior a sua pretensão política.

Por enquanto, Maia é candidato dele mesmo e da sua trupe no Congresso. Se o ministro da Fazenda topasse ser vice, a sua postulação ganharia peso político e a mensagem de um ideário nítido. Para tudo e para todos, é preciso que Meirelles abdique da sua intenção presidencial. O deadline é dia 6 de abril. O ministro só assume a candidatura se a economia estiver voando em céu de brigadeiro. Caso contrário, estará na prateleira à disposição para ofertas. Quem dá mais? Quem dá mais?

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Gilberto Kassab tem fé que consegue unir Henrique Meirelles e Silas Malafaia. O ministro tem circulado com desenvoltura entre os evangélicos e Malafaia está “órfão” desde a saída de Jair Bolsonaro do PSC.

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29.11.17
ED. 5755

Paulo Guedes monta Ministério à sua imagem e semelhança

O economista Paulo Guedes faz forfait quando afirma que ainda não respondeu ao convite para se tornar ministro da Fazenda em um eventual governo de Jair Bolsonaro. Guedes não só aceitou como já começou a montar sua equipe. Um dos escalados é o econometrista João Luiz Mascolo, que trabalhou com Guedes no Ibmec. Mascolo é sócio da SM Managed Futures, professor do Insper e ex-marido de Maria Silvia Bastos Marques.

Ele e o eventual futuro chefe formam a dupla mais radical de extrema direita entre os economistas do país. Bolsonaro estará bem acompanhado. Em um debate com a professora Maria da Conceição Tavares, na Anbid, nos idos da década de 80, o então jovem economista Paulo Guedes afirmou que, se fosse preciso colocar fogo nas favelas para obter o ajuste econômico, não hesitaria. Os favelados desceriam e a estabilidade os alocaria no mercado de trabalho. Ninguém morreria, é claro. Ou ficaria transtornado pela perda de detalhes tão insignificantes da sua vida. O mercado funciona. Por pouco, Conceição não mordeu sua jugular.

Paulo Guedes é assim mesmo; combina brilhantismo com disparates. É como se fosse um “Glauber Rocha de extrema direita entre os economistas”, com visões barrocas e alucinadas. Seu maior desejo sempre foi o de ter uma passagem pela vida pública. Quem o conhece sabe que ele trocaria os milhões de reais ganhos no mercado financeiro por essa experiência de manda-chuva da Fazenda. Passo a passo, o possível governo Bolsonaro vai se tornando uma antiobra assustadora.

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09.11.17
ED. 5742

Road show

Jair Bolsonaro vai se apresentar ao mundo da política e dos negócios internacionais. Seu staff está costurando uma agenda de entrevistas à mídia estrangeira.

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03.11.17
ED. 5738

Diretrizes de Bolsonaro

Jair Bolsonaro tem sido aconselhado por aliados a apresentar um esboço das suas diretrizes para a economia. Como? Diretrizes? Economia?

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23.10.17
ED. 5730

Bolsonaro vale quanto pesa

O Patriotas melhorou sua “oferta” para ter Jair Bolsonaro em suas fileiras. Ele terá a prerrogativa de escolher os candidatos do partido aos governos do Rio e de São Paulo – dois estados sob influência política do clã Bolsonaro. Vale tudo para ter o “capitão”. Além do seu maior ativo -quase 20% das intenções de voto para a Presidência nas pesquisas mais recentes –, estima-se que Bolsonaro arraste com ele cerca de 20 deputados federais. Ou seja: tempo de TV e cotas do fundo de partidário.

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17.10.17
ED. 5726

Em nome do pai

Jair Bolsonaro não tem pressa. Vai esperar até o início de 2018 para definir a missão eleitoral de seus filhos, Flávio e Carlos. Um pode sair candidato ao Senado; o outro, ao governo do Rio. Isso se o patriarca Jair não sacrificar um dos rebentos no estado em troca de apoio de partidos de maior fôlego a sua candidatura à Presidência da República.

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09.10.17
ED. 5721

Arrastão

Jair Bolsonaro, de saída do PSC, sequer definiu seu novo partido. Ainda, assim, tem trabalhado dentro do Congresso para montar uma coalizão de pequenas e médias siglas em torno da sua candidatura à Presidência. As conversas passam pelo PRP, PROS e o PEN – o mais cotado para encabeçar a chapa. Quanto mais partidos, mais tempo na TV.

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05.10.17
ED. 5719

O círio do capitão

Grupos de direita se organizam nas redes sociais para acompanhar Jair Bolsonaro em suas viagens pelo Brasil. Um teste da capacidade de mobilização dos “Bolsomaníacos” está previsto para hoje, em Belém, onde o pré-candidato desembarca para participar do Círio de Nazaré.

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Em tempo: nas mídias sociais, os seguidores se dão ao cuidado de pedir que os paraenses não usem cartazes com dizeres na linha “Bolsonaro presidente” para evitar problemas com a Justiça Eleitoral. Coisa de profissional.

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03.10.17
ED. 5717

Votos e ex-votos

O Círio de Nazaré terá uma procissão de presidenciáveis. Jair Bolsonaro e João Doria já confirmaram presença – o
prefeito de São Paulo terá como anfitriã a cantora Fafá de Belém. Ciro Gomes também deverá participar do evento religioso.

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29.09.17
ED. 5715

Bolsonaro no SBT

Depois de João Doria, agora é Jair Bolsonaro que costura sua participação no programa de Silvio Santos. O apresentador Ratinho tem ajudado na intermediação.

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27.09.17
ED. 5713

Silas Malafaia – 2018

O pastor Silas Malafaia foi sondado pelo PSC para concorrer à Presidência. Seria um nome à altura de Jair Bolsonaro, que acaba de deixar a sigla.

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29.08.17
ED. 5693

Bolsonaro e economia

Jair Bolsonaro tem sido aconselhado por seu staff a arriscar algumas propostas para a economia. O discurso rarefeito sobre o assunto é um empecilho nas tentativas de aproximação com o empresariado.

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24.08.17
ED. 5690

Candidato de fé

Jair Bolsonaro, que está deixando o Partido Socialista Cristão, já é página virada. Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, anda encantado com os valores de João Doria.

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23.08.17
ED. 5689

Alckmin celebra noivado com o PTB

Em conversa com o presidente do PTB-SP, o deputado Campos Machado, Geraldo Alckmin recebeu a garantia de que o partido apoiará sua candidatura à Presidência da República. O curioso é que a aliança valeria para o Brasil, mas não para a eleição ao governo de São Paulo. O PTB tem pretensões de lançar um candidato próprio. Nem que seja para cobrar caro pela saída da disputa.


Por falar em PTB, enquanto Jair Bolsonaro está de mudança para o PEN, o filho Flavio Bolsonaro, também do PSC, conversa com o partido de Roberto Jefferson. Para trocar de sigla, quer a garantia de que será candidato ao governo do Rio. A princípio, o PTB está comprometido com Eduardo Paes, mas com a Lava Jato tudo pode mudar.

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16.08.17
ED. 5684

“Bolsonarinho”

Meio de brincadeira, meio a sério, Jair Bolsonaro tem falado com assessores em lançar seu próprio boneco em miniatura. As vendas do “Bolsonarinho” ajudariam a financiar sua campanha à Presidência da República. Periga virar coqueluche no Dia das Crianças.

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15.08.17
ED. 5683

Bola alta na ponta

Deve ser o efeito Bernardinho. Ou Bolsonaro… A ex-jogadora da seleção brasileira de vôlei Ana Paula, que mora nos Estados Unidos, tem sido sondada por partidos para voltar ao Brasil e se candidatar ao Congresso em 2018. A ex-atleta, que acaba de estrear um blog no Estadão, é uma das coqueluches das redes sociais, onde costuma fazer a alegria de “coxinhas” e matar “petralhas” de raiva. No ano passado, declarou seu voto em Donald Trump.

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10.08.17
ED. 5680

O cast de Bolsonaro

Jair Bolsonaro quer reunir em um evento os artistas que o apoiam. Sim, eles existem, ainda que não sejam muitos: o cast é liderado pelo cantor Amado Batista e pelo ator Alexandre Frota.

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07.08.17
ED. 5677

Um novo nome para Bolsonaro

Jair Bolsonaro busca um novo nome capaz de abençoar sua candidatura entre o eleitorado evangélico. Sua decisão de abandonar o PSC esfriou a histórica relação com Silas Malafaia.

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01.08.17
ED. 5673

Alguém de peso para apoiar Bolsonaro

Jair Bolsonaro busca um nome de peso da área de segurança para ter ao seu lado na campanha eleitoral. Um nome como o do ex-secretário do governo Cabral, José Mariano Beltrame.

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02.06.17
ED. 5632

O capitão e o “mensaleiro”

O ex-deputado Valdemar Costa Neto vem conduzindo pessoalmente as conversas com Jair Bolsonaro para a entrada do pré-candidato à presidência no partido “Muda Brasil”. Essa relação nascente preocupa os aliados mais próximos de Bolsonaro, que olham para 2018 e já enxergam o “mensaleiro” Costa Neto no palanque do candidato da “moralização”.

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19.05.17
ED. 5622

Guia turístico

Após ciceronear Jair Bolsonaro em jantar com 15 empresários paulistas, o apresentador Otávio Mesquita dedica-se agora a aproximar o candidato de donos de emissoras de TV, a exemplo de Johnny Saad, da Band, e Amilcare Dallevo e Marcelo de Carvalho, da Rede TV.

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24.04.17
ED. 5604

Bolsonaro foge do pastor como o diabo da cruz

A citação ao Pastor Everaldo nas delações da Odebrecht foi o fim da linha para Jair Bolsonaro. O presidenciável deverá acelerar sua saída da PSC, levando consigo uma parte da bancada. A última coisa que Bolsonaro precisa neste momento é que as denúncias contra o correligionário respinguem na sua candidatura ao Planalto. Já bastam os pingos d ́água do Rio Jordão, onde Bolsonaro foi batizado pelo próprio Pastor Everaldo em maio de 2016, quando ambos eram amigos de fé e irmãos camaradas.

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20.03.17
ED. 5581

Bolsonaro cola ainda mais sua candidatura no eleitorado de farda

Jair Bolsonaro irá menos aonde o povo está do que aonde a soldadesca se reúne. A decisão não é oriunda de uma estratégia rasa: como Bolsonaro tem o contingente das forças nacionais de segurança como sua base de sustentação eleitoral, nada mais natural do que fortalecer sua candidatura junto a esse segmento. O raciocínio é um pouco mais sofisticado.

Bolsonaro identifica dois pontos críticos para galvanização do eleitorado de massa: a vacância de autoridade e a brutal crise de credibilidade. Quanto mais o parlamentar se aproxima do seu grupo de apoio mais a sociedade tende a identificá-lo como detentor da franquia. A lógica do capitão-candidato é intensificar sua programação de viagens por diversos estados para participar de encontros, eventos e ações organizadas por policiais militares e civis, bombeiros e guardas municipais.

A prioridade, é claro, serão as Forças Armadas, consideradas hoje o estamento mais confiável pela sociedade. No último dia 13, durante a audiência entre representantes da Polícia Civil do Rio, em greve desde 20 de janeiro, e a Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Flavio Bolsonaro, um dos filhos de Jair Bolsonaro, portou-se como se fosse um dos líderes da greve da Polícia Civil. Em vários momentos, chegou a defender a continuidade da paralisação. No momento oportuno, Bolsonaro espera que esse engajamento resulte em manifestações de apoio e crescimento nas pesquisas eleitorais. Suas bandeiras são o desenvolvimento, a moralização e o resgate da autoridade, através da presença democrática do representante das forças de segurança como comandante em chefe da Nação.

Em 2016, Bolsonaro esteve presente ou foi mencionado em diversos dos movimentos e protestos da área de segurança, tais como o da PM e bombeiros de Pernambuco; bombeiros, policiais civis e militares na área de desembarque do Aeroporto do Galeão, onde foi estendida uma faixa com os dizeres “Welcome to hell”; e PM de Minas Gerais. Neste ano, pontificou na greve da PM no Espírito Santo e no protesto de mulheres de policiais militares, que atingiu 27 dos 39 batalhões do Rio de Janeiro. Em conversa com o RR, Flavio Bolsonaro negou que o pai fará uma campanha de uma nota só, voltada prioritariamente ao eleitor de farda.

No clã, o entendimento é que hoje a candidatura de Bolsonaro tem representatividade e eco nos mais diversos segmentos da sociedade. Se as redes sociais são o palanque do século XXI, talvez essa observação não esteja de todo errada. Com 3.927.748 seguidores até a noite de ontem, o capitão Bolsonaro está a apenas 400 mil pessoas de se tornar o político brasileiro com a maior comunidade no Facebook, superando Aécio Neves. Para se ter uma ideia do seu poder de alcance nas mídias sociais, uma publicação postada pelo deputado federal no último dia 12 de fevereiro saudando a passagem do Exército pela cidade de Vitória teve quase dois milhões de visualizações.

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24.02.17
ED. 5568

Bolso trip

Logo após o Carnaval, Jair Bolsonaro pretende iniciar uma agenda de viagens pelo Brasil.

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