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18.11.20

Voz de Comando

A fala do general Pujol – “Não somos instituição de governo, não temos partido. Nosso partido é o Brasil” – teve uma baita repercussão dentro da caserna. Primeiramente porque comandante do Exército é conhecido por sua discrição. Segundo porque até os recrutas rasos entenderam que a declaração, certamente discutida pelo Alto Comando da Força, se referia à tresloucada declaração de Jair Bolsonaro de que poderia usar a “pólvora” nas relações “diplomáticas” com os Estados Unidos.

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12.11.20

A “chanceler” Tereza Cristina

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, deverá ter um papel importante para reduzir a temperatura das relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos. Hoje, Tereza é a principal interlocutora entre o governo brasileiro e o embaixador norte-americano no país, Todd Chapman. O bom diálogo entre ambos foi fundamental para que, no início deste ano, os Estados Unidos suspendessem o embargo à importação de carne bovina in natura do Brasil. Na última terça-feira, não custa lembrar, Jair Bolsonaro disse que “quando a “saliva acaba, entra a pólvora”, em referência a investidas dos Estados Unidos sobre a Amazônia. Pouco depois, Chapman publicou nas redes sociais um post enaltecendo os fuzileiros navais norte-americanos.

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11.11.20

Falta uma vacina contra a anticiência de Bolsonaro

A rádio-corredor da Fiocruz informa: cientistas da Fundação e do Instituto Butantan estariam discutindo a viabilidade de uma carta aberta conjunta contra a permanente tentativa de intervenção em trabalhos científicos, notadamente em relação à vacina contra o coronavírus. A ideologização em torno dos testes seria o ponto central do manifesto. Todo cuidado é pouco, sobretudo do lado da Fundação Oswaldo Cruz.

Como se sabe, Bolsonaro é uma espécie de exterminador do futuro, e a instituição está diretamente subordinada ao governo federal. Neste caso, a decisão sobre a carta aberta é ainda mais complexa porque ela seria divulgada em um momento de disputa pela presidência da Fiocruz, uma mesa na qual Bolsonaro tem carta para jogar. No caso da Fundação, uma eventual tentativa de intervenção do presidente criaria um ambiente de incômodo coletivo: a atual presidente da entidade, Nisia Trindade, é uma espécie de consenso na Fiocruz. Ainda há dúvidas se o manifesto ficaria circunscrito a cientistas da Fiocruz e do Butantan ou seria aberto a profissionais de outras instituições.

O fato é que a ideia do protesto ganha cada vez mais tonicidade a cada declaração do próprio presidente Bolsonaro contra a ciência. Ontem, em referência à suspensão dos testes com a vacina chinesa no Instituto Butantan, ele postou no seu perfil no Facebook: “Mais uma que Jair Bolsonaro ganha”. Os estudos foram suspensos após a morte de um voluntário que recebeu doses da vacina – posteriormente, soube-se que por suicídio. Mas, para Bolsonaro, pouco importa. Horas depois, o “Capitão Morte” voltou a atacar ao falar da Covid-19 dizendo que “o Brasil precisa deixar de ser um país de maricas”.

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11.11.20

Conversas

Segundo confidenciou uma fonte palaciana, Jair Bolsonaro e o ministro Gilmar Mendes têm conversado com uma recorrência nunca vista. O clima entre ambos é de pura lua de mel.

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O presidente Jair Bolsonaro pretende fazer “panfletagem” dupla no próximo domingo, dia da eleição. Já comentou com assessores que pretende se dividir entre São Paulo e Rio de Janeiro para dar um último apoio aos candidatos Celso Russomanno e Marcelo Crivella.

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10.11.20

Aproximações sucessivas

No Judiciário, cresce o tititi de que o presidente da Associação Nacional de Desembargadores, Marcelo Buhatem, do TJ-RJ, vem tentando se cacifar junto a Jair Bolsonaro para uma futura vaga em algum tribunal superior. Nos últimos dois meses, Buhatem tem se aproximado gradativamente do presidente da República. Em tempo: pessoas próximas ao clã Bolsonaro insistem na tese de que ele precisa fazer um afago ao Judiciário do Rio, onde correm as investigações contra Flavio Bolsonaro.

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09.11.20

Diplomacia de espinhos

Jair Bolsonaro cogitou não enviar nem mesmo o embaixador brasileiro em La Paz à posse do novo presidente da Bolívia, Luiz Arce, realizada ontem. Segundo o RR auscultou no Palácio do Planalto, Bolsonaro foi dissuadido apenas na tarde da última sexta-feira pelos ministros Braga Neto e Luiz Eduardo Ramos.

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06.11.20

Silêncio dos inocentes

O ministro Onyx Lorenzoni é mais um a tomar uma enquadrada do Bolsonaro “paz e amor” – ver até onde ele dura. Tomou dois pitos de Jair Bolsonaro – segundo a fonte do RR, um deles em altíssimo e bom som – por falar demais sobre o Renda Brasil. A distribuição do Bolsa Família passa por Lorenzoni, mas, como se sabe, o ministro manda pouco.

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05.11.20

Cine-Bolsonaro

Edir Macedo tem um projeto de fé para 2022: produzir a cinebiografia de Jair Bolsonaro.

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04.11.20

Arena Covid

Enquanto os países europeus cogitam uma nova paralisação dos campeonatos com o repique dos casos de Covid-19, o governo Bolsonaro pressiona a CBF a retomar a realização de jogos de futebol com público. “Pressiona” talvez não seja bem o termo. O que Jair Bolsonaro pede, o presidente da entidade, Rogério Caboclo, atende.

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