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Ontem, enquanto Lula desfiava mais uma de suas tantas bravatas — “se depender de mim, a gente fecha as bets” —, o setor de apostas dava mais uma demonstração do seu poderio. Reunidos no BiS SiGMA South America, em São Paulo, investidores e executivos de algumas das principais plataformas internacionais – vindos de Malta, Reino Unido, Albânia, Turquia, entre outros – discutiram os próximos passos para conquistar ainda mais terreno no mercado brasileiro. Segundo o RR apurou, as grandes casas de apostas pretendem acelerar investimentos em tecnologia a marketing para consolidar market share. Na prática buscam se antecipar a eventuais apertos regulatórios enquanto o ambiente ainda permite uma razoável flexibilidade. Na prática, significa dizer que vem por aí mais uma forte temporada de contratos com clubes de futebol, compra de farto espaço em mídia e campanhas de aquisição de usuários em larga escala. Ou seja: é a realidade correndo em paralelo à velha e surrada aposta de Lula de jogar para a galera.
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