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Infraestrutura
Em meio à COP30, logo ali, “pertinho” de Belém, as empresas de navegação que operam no rio Amazonas cobram do ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a dragagem urgente da via fluvial. Segundo dados encaminhados à Pasta, o nível da lâmina d’água em alguns trechos já está abaixo dos 14 metros, contra 17,7 metros há dois anos. O assoreamento tem obrigado as companhias a reduzir o volume de carga ou mesmo interromper a circulação em determinadas rotas. Há registros de encalhes de embarcações. Entre os trechos críticos estão Manaus-Itacoatiara, Coari-Codajás e São Paulo de Olivença-Benjamin Constant. Nas conversas com emissários das empresas de logística, Costa Filho tem acenado com a liberação de verbas adicionais para o DNIT acelerar obras de desobstrução do Amazonas e afluentes. Há cerca de dois anos, o Ministério liberou R$ 280 milhões para a dragagem de rios da região. O dinheiro não deu nem para a saída.
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