Mercado
Agibank ainda paga o preço da sua “fila” no INSS
O Agibank também foi atingido pela “fila” do INSS. A proibição imposta ao banco na virada do ano, quando ficou impedido de ofertar crédito consignado a aposentados e pensionistas, deixou sequelas ainda não saradas. A punição é apontada no mercado como a principal razão por trás da forte queda das ações do Agibank em Nova York. Desde o IPO, na primeira quinzena de fevereiro, o papel acumulada depreciação de 32%. Ecos de uma infeliz coincidência de timing. A abertura de capital ocorreu apenas dois meses após o INSS ter proibido a instituição financeira de conceder empréstimos a seus beneficiários. A decisão se deu na esteira de uma auditoria da CGU, que identificou irregularidades e práticas lesivas nas operações. O Agibank já retomou a oferta de consignados depois de assinar um termo de compromisso, mas o impacto reputacional da sanção do INSS, ao que parece, ainda ressoa em Nova York. Somente ontem a ação caiu 6,7%. Foi uma dura exceção à regra em um dia em que todos os papéis de fintechs brasileiras (Stone, PicPay, PagBank, Inter e Nubank) subiram.
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