Buscar
Destaque
O St. Marche atravessou a tormenta: fechou um acordo com os credores para a renegociação de R$ 530 milhões em dívidas e saiu da recuperação extrajudicial. Virada esta página, o L Catterton – acionista majoritário, com 70% – volta-se agora à venda de parte ou mesmo da totalidade das suas ações. Corre à boca miúda que o fundo norte-americano conversa com private equities interessados no negócio – entre eles, uma grande gestora brasileira. Mas talvez o nome do potencial comprador já esteja dentro de casa. No mercado, há rumores de que o BTG pode assumir o controle do St. Marche. O banco de André Esteves detém cerca de R$ 280 milhões em créditos contra a rede de supermercados, por meio de um fundo. A conversão de debt em equity combinada à aquisição das ações em poder do L Catterton daria ao BTG o controle da rede de supermercados paulista. A ver.
Todos os direitos reservados 1966-2026.