O maior rival do Atlético-MG não é o Cruzeiro - Relatório Reservado

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O maior rival do Atlético-MG não é o Cruzeiro

  • 29/01/2026
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O novo CEO da SAF do Atlético-MG, Pedro Daniel, assumiu o cargo com um duro confronto pela frente. Do outro lado do gramado, está um esquadrão de credores. Segundo informações filtradas pelo RR, Daniel iniciou uma peregrinação junto aos bancos com o objetivo de renegociar o passivo da empresa com generosos deságios. Um dos “adversários” a ser toureado é o BTG, a quem a SAF deve cerca de R$ 200 milhões. Não é de hoje que o risco de uma recuperação extrajudicial ou mesmo judicial ronda o Atlético-MG. O endividamento passa dos R$ 2 bilhões. É praticamente quatro vezes a receita – indicador mais usado entre clubes. Trata-se do maior índice de alavancagem do futebol brasileiro. Financistas que já se debruçaram sobre os balanços do Atlético-MG chegam a dizer que, se fosse uma empresa “comum”, os credores já teriam acionado covenants, executado garantias e colocado o negócio na lona. Ou seja: sem uma repactuação, o passivo é impagável e a situação do Galo tende a se tornar insustentável. O cenário atual só não é pior porque a SAF acaba de receber um novo aporte do empresário Rubem Menin, dono da MRV e do Banco Inter e um de seus maiores acionistas.

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