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Lagardère

24.03.19

Mando de campo

A francesa Lagardère, que esteve perto de assumir a concessão do Maracanã em 2017, já manifestou interesse em participar da nova licitação do estádio. A questão é saber se as divergências com o Flamengo, que inviabilizaram a operação àquela altura, ficaram no passado.

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07.06.18

Mando de campo

A francesa Lagardère, que quase assumiu o Maracanã no ano passado, está entrando em campo para disputar a licitação do Pacaembu. O resultado da “partida” será conhecido na primeira semana de julho, quando a Prefeitura de São Paulo abrirá os envelopes com as propostas

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11.04.17

Lagardère leva novas “emoções” ao Maraca

Pelo visto, o Maracanã vai ganhar um “upgrade”, saltando dos escândalos regionais para os internacionais. Não faltam episódios rumorosos no currículo da Lagardère, que está comprando a concessão do estádio carioca. Em 2009, o então prefeito de Paris, Bertrand Dalenoë, foi investigado por suposto favorecimento à empresa na cessão do estádio Jean-Bouin, em Paris, onde joga a seleção francesa de rugby. À época, o que mais chamou a atenção da Justiça foi o generoso valor do contrato: a Lagardère pagava à prefeitura apenas 72 mil euros por ano, ou um euro por cada metro quadrado do estádio. Mas nada se compara à passagem dos franceses pela África. O contrato de US$ 1 bilhão entre a Lagardère Sports e a confederação de futebol local é alvo de investigações, assim como a relação entre a empresa e o ex-presidente da entidade, o camaronês Issa Hayatou. O cartola, por sinal, é um antigo frequentador das páginas policiais. Na década de 90, foi acusado de receber propina pela venda de direitos de transmissão da Copa do Mundo.

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28.03.17

Risco jurídico do Maraca joga CSM para escanteio

A inglesa CSM desistiu da concessão do Maracanã menos pelos termos e valores da negociação e mais pelo alto risco jurídico. Os britânicos foram aconselhados por seus advogados a pular fora do barco devido à falta de blindagem em relação ao passado. Ressalte-se que o Ministério Público do Rio já pediu à Justiça o cancelamento da concessão, o que automaticamente tornaria nula a transferência do estádio para a CSM. Prestes a fechar o negócio, a francesa Lagardère, que estava na disputa com os ingleses, parece ter mais estômago para o risco.

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24.02.17

BWA é barrada na roleta do Maracanã

Em lados opostos no duelo pela concessão do Maracanã, Flamengo e Lagardère têm travado uma disputa marcada por caneladas. O clube carioca faz um série de exigências para jogar no estádio caso os franceses vençam a concorrência, notadamente em relação à divisão das receita. Além disso, muito a contragosto, a Lagardère teve de jogar para escanteio a BWA, sua sócia nas arenas do Castelão, em Fortaleza, e Independência, em Belo Horizonte. O rubro-negro vetou a indicação da empresa para cuidar da venda de ingressos do Maracanã. A BWA, dos irmãos Bruno e Walter Balsinelli, já foi acusada de participar de uma “Máfia dos Ingressos”, que funcionaria dentro da Federação Paulista de Futebol.

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