COP30
Embrapa conhece o solo brasileiro como ninguém
A Embrapa está prestes a dar mais uma de suas valorosas contribuições ao agronegócio no Brasil. A empresa estatal vai levar à COP30 novos mapeamentos de solo que prometem trazer avanços significativos para a produção rural. O sistema congrega dados sobre erodibilidade dos solos, aptidão agrícola das terras e estoque de carbono orgânico. No Ministério da Agricultura, o mapeamento já é visto como um importante subsídio para a formulação de políticas públicas e a destinação de recursos, com base em informações técnicas sobre as melhores regiões para o plantio deste ou daquele produto. O mapa de erodibilidade expõe as áreas mais suscetíveis à perda de solo e à degradação, fornecendo base para decisões sobre uso e conservação. Já o de aptidão agrícola, produzido em parceria com o IBGE e o Ministério da Agricultura, oferece uma leitura precisa do potencial produtivo das terras brasileiras, cruzando geografia, clima e sustentabilidade. Mas é o mapeamento de estoques de carbono que traduz com mais nitidez o alcance desse trabalho. Ele permite mensurar, com precisão inédita, o papel dos solos na captura e no armazenamento de carbono — dado essencial para o desenho de políticas de mitigação e para a consolidação do país como protagonista no mercado global de créditos de carbono.
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