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02.10.17
ED. 5716

Cabify no acostamento

O Cabify, versão espanhola do Uber, está perdendo combustível no Brasil. Faltam aportes da matriz e, sobretudo, passageiros: o aplicativo soma 3% do mercado. O projeto em tramitação na Câmara que amarra a atuação dos aplicativos de transporte pode ser a gota d ́água. No escritório da empresa, a percepção é que, se a proposta passar, o Cabify pega o primeiro táxi de volta para a Espanha.

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06.04.17
ED. 5594

Cabify joga alto, mas fica a pé

A espanhola Cabify, uma das maiores concorrentes internacionais do Uber, usou as armas que tinha à mão. Poucas horas antes do Congresso votar o projeto de lei que regulamenta o uso de aplicativos de transporte, anunciou investimentos de R$ 625 milhões no Brasil – sem dar muitos detalhes de como o dinheiro será usado. Se o objetivo do timing era persuadir ou, até mesmo, constranger os parlamentares, o tiro saiu pela culatra. À noite, os deputados excluíram do projeto a emenda que transformava o serviço de transporte individual como atividade privada. Ou seja: Cabify, Uber e congêneres terão de bater de prefeitura em prefeitura em busca de concessões. Vai custar mais caro.

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19.10.16
ED. 5478

Uber já é mais rentável no Brasil do que nos EUA

  O Uber anda em alta velocidade no Brasil, apesar dos percalços na Justiça e da interminável briga com prefeituras e taxistas. A operação brasileira já rendeu aos cofres da companhia R$ 100 milhões no primeiro semestre do ano. Deverá chegar a R$ 300 milhões até dezembro em função do aumento de 500% no número de corridas no Rio de Janeiro em agosto por causa da Olimpíada, além do acréscimo que ocorre normalmente nos últimos dois meses do ano. O faturamento será equivalente a 5% da receita mundial do Uber. Procurada, a empresa não confirmou os números relativos à sua receita no país.  O resultado colocará o Brasil na décima posição no ranking da companhia entre os 70 países atendidos. São mais de quatro milhão de clientes ativos e cerca de 50 mil motoristas associados, contra 10 mil no ano passado – números confirmados pela própria Uber. O número é equivalente à metade da frota de táxis nas doze cidades em que o Uber está presente no país. Pelo ritmo de crescimento apurado, em 2018 o grupo chegará ao mesmo tamanho dos concorrentes. Para chegar a esses resultados, o investimento, do próprio caixa, foi de R$ 150 milhões para montagem principalmente do aparato tecnológico.  Segundo a fonte do RR, que fez um estudo sobre o Uber no mercado brasileiro para um banco de investimentos norte-americano, o breakeven se dará neste ano, com um Ebtida de 10% sobre o faturamento de R$ 400 milhões. A performance é muito melhor do que a apurada nos Estados Unidos, base mundial da empresa e responsável por metade da receita. O negócio deu um baita prejuízo de US$ 1,2 bilhão no primeiro semestre. O Uber começou a operar no mercado norte-americano em 2009 e no Brasil iniciou sua operação em 2013. A projeção é de a receita chegue a R$ 1 bilhão em três anos, com um Ebtida de 20% desse total. A ampliação do faturamento se dará com a multiplicação por três do número de cidades atendidas, todas com mais de 500 mil habitantes.

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13.05.16
ED. 5368

Carona

 O grupo chinês HNA vai do céu ao asfalto. Sócio da Azul , estaria se negociando sua associação à operação brasileira do Uber. Consultado, o Uber nega a operação. A conferir.   Por falar em Uber, o aplicativo deverá ganhar um concorrente de peso. A chinesa Didi Kuaidi, com valor de mercado de US$ 25 bilhões, vai desembarcar no país para oferecer o seu sistema de caronas pagas.

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11.03.16
ED. 5325

Delivery

 Depois dos taxistas, o aplicativo Uber pretende invadir outras praias, trazendo para o Brasil sua operação de entregas expressas.

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12.01.16
ED. 5285

Carona

 Os tesoureiros de campanha “descobriram” o Uber. A empresa tem sido procurada por partidos em busca de doações para as eleições deste ano. Em troca, recebe juras de um tratamento mais amistoso das administrações municipais. Como se sabe, as prefeituras têm sido uma pedra no caminho do Uber no Brasil.

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28.12.15
ED. 5276

Banco de carona

 Apesar de toda a polêmica que cerca o aplicativo, o fundo de private equity inglês Actis deverá pegar uma carona no Uber e se associar à operação brasileira. A maior parte dos recursos será destinada a investimentos em tecnologia. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Uber e Actis.

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