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03.10.17
ED. 5717

Monopólio da BM&F Bovespa é atropelado pela CGU

A BM&F Bovespa sofreu um duro revés. A nova regulamentação do Registro Nacional de Gravames (Renagrav), aprovada na semana passada, significará a quebra do monopólio da Bolsa em um segmento que movimenta cerca de R$ 700 milhões por ano. A medida abre caminho para a entrada de outros concorrentes no mercado de registros de contratos de financiamento de veículos. Segundo o RR apurou, o objetivo do Departamento Nacional de Trânsito é credenciar pelo menos uma dezena de empresas em um ano, incluindo grupos estrangeiros. De nada adiantou o pesado lobby em Brasília pilotado por Gilson Finkelsztain, presidente da B3, a holding criada a partir da fusão da BM&F Bovespa com a Cetip. Na contramão havia um fenemê de três letras: CGU. A Controladoria Geral da União constatou restrições à competitividade, com a existência de um “monopólio privado na operação do Sistema Nacional de Gravames (SNG)” – onde as operações de crédito auto-motivo são registradas. O tiro da CGU teve alvo certo: a dobradinha BM&F Bovespa/Cetip tem 70% do market share nacional. O segmento representa uma fatia nada desprezível de 15% da receita total da B3, da ordem de R$ 4 bi/ano.

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30.03.17
ED. 5589

“Prêmio fusão”

BM&F Bovespa e Cetip prometem reduzir suas tarifas em até 30% na esteira da economia de R$ 100 milhões/ano que terão após sua fusão. O afago tem endereço certo: os grandes bancos, que resistiram à associação sob a alegação de que o negócio criaria um monopólio. O que não deixa de ser verdade…

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17.02.17
ED. 5563

BM&F e Cetip jogam seu naipe de ases

Por mais paradoxal que possa soar, ao pedir ao Cade a prorrogação do prazo por mais 60 dias, BM&F Bovespa e Cetip lançaram uma cartada na tentativa de antecipar o julgamento da fusão entre ambas. Explica-se. O dead line está previsto para o próximo dia 23 de fevereiro, mas as duas empresas identificaram a disposição do próprio Cade de estender a análise do processo por mais 90 dias – conforme antecipou o RR na edição de 27 de janeiro. Se isso acontecer, o veredito só sairá no fim de maio. Daí a manobra da dupla. Se o pedido de adiamento feito pelas companhias for aceito pelo Cade, o calendário muda automaticamente e o julgamento ocorre até o fim de abril quem sabe até mesmo antes da antes da assembleia geral de acionistas da BM&F Bovespa, prevista para o dia 28 do mês? Não custa tentar…

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08.02.17
ED. 5556

Bolsa-Mercosul

A BM&F Bovespa prepara um novo aporte de capital na Bolsa de Santiago. Sua participação societária deverá subir de 10,4% para algo perto de 15%.

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 A BM&F Bovespa suspendeu negociações para entrar no capital de instituições congêneres na Colômbia e Argentina. A Bolsa brasileira está revendo seus planos de internacionalização no esforço para pagar os R$ 9 bilhões em dinheiro pela compra da Cetip. Nessa linha, já vendeu a participação de 4% que detinha no CME Group, dono da Bolsa Mercantil de Chicago . • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Bovespa.

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27.06.16
ED. 5398

“Bolsa-Bolsa”

 Pedro Parente decidiu que acumulará o comando da Petrobras com a presidência do Conselho da BM&F Bovespa. Parente disse que faz questão de acompanhar o processo de aquisição da Cetip. Ele considera que a consolidação será sua grande contribuição ao mercado de capitais.  Há quem enxergue outro motivo para a disposição de Parente de fincar um pé em cada empresa: os rendimentos. Se ficasse só na Petrobras, Parente estaria pagando para trabalhar. Para se ter uma ideia, seu salário na Bunge com bonificações era mais do que o dobro pago pela estatal. Mesmo juntando o que ganha na BM&F, ainda sai no prejuízo. Em tempo: Parente recebe R$ 106 mil mensais da Petrobras.         

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15.01.16
ED. 5288

Escorreu

 Entrou água na venda da Cetip para a BM&F Bovespa. A oferta apresentada pela bolsa brasileira não agradou aos sócios norte-americanos da empresa, notadamente a ICE Overseas , segundo maior acionista individual, com 12% do capital.

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 David Neeleman já admite intramuros que será preciso negociar com o governo de Portugal a acordada injeção de 800 milhões de euros na TAP. A liquidez secou em todas as fontes: no BNDES o dinheiro está curto, o IPO da Azul na BM&F Bovespa melou e a alternativa de emissão de ADRs em Nova York está pinando antes de decolar. A saída está em intrincadíssimas engenharias financeiras.

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21.07.15
ED. 5167

BM&F Bovespa

O alto-comando da BM&F Bovespa e os maiores acionistas da empresa articulam um aumento de capital. Os recursos têm endereço certo: reforçar o caixa para a compra de participações em outras bolsas latino- americanas.

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01.06.15
ED. 5132

Bolsinhas

A BM&F Bovespa, que comprou recentemente 8% da Bolsa de Santiago, está prestes a fechar a aquisição de 5% do capital da Bolsa de Valores da Colômbia.

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