Redação RR - Relatório Reservado

Artigos: Redação RR

Startup colombiana de NFTs a caminho do Brasil

11/11/2022
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A startup colombiana Minteo prepara seu desembarque no Brasil. Trata-se de uma plataforma para compra e venda de NFTs (Non Fungible Tokens). A entrada no mercado brasileiro é um dos pilares da estratégia de expansão da empresa na América Latina – região responsável por aproximadamente 10% de todas as transações mundiais com esses ativos criptografados. Recentemente, a Minteo recebeu um aporte de uma miríade de investidores internacionais. Ao todo, 12 fundos aportaram capital na startup, com destaque para o OpenSea Ventures, braço da norte-americana OpenSea, gigante global na negociação de NFTs.

#Minteo #NFTs

A Copa já começou no Banco Safra

11/11/2022
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O Safra saiu na frente no marketing de venda do rial – moeda do Catar – para quem vai assistir à Copa ao vivo. O banco está fazendo a fila na internet e disponibilizando a moeda desde já pelo WhatsApp, além do câmbio nos postos de atendimento dos Aeroportos de Guarulhos e do Galeão. O Safra tem uma pegada diferente das demais instituições financeiras. É um banco sisudo, mas com boas marketadas e sacações. Atualmente, está debruçado em como ganhar dinheiro na área ambiental. Quer correr na frente na estruturação e venda de ativos nesse setor.

#futebol #Safra

Um Bolsonaro na Prefeitura do Rio

11/11/2022
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Valdemar da Costa Neto mira em 2026, com escala em 2024. O presidente do PL defende, desde já, que o clã Bolsonaro, devidamente aninhado no seu partido, lance Flavio Bolsonaro como candidato a prefeito do Rio dentro de dois anos. Flavio é tido como um nome competitivo para enfrentar Eduardo Paes, virtual candidato à reeleição e aliado de Lula. Com mandato até 2026, o “01” não teria nada a perder em caso de derrota na disputa pela Prefeitura. Seguiria com o chapéu de senador e a respectiva prerrogativa de foro. Tudo muito bom, tudo muito bem, mas o plano de Valdemar depende de uma variável fundamental: Flavio Bolsonaro escapar ileso até lá das acusações e dos processos que o ameaçam.

#Eduardo Paes #Flavio Bolsonaro #PL #Valdemar da Costa Neto

Paulinho da Força não é tão forte assim

11/11/2022
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A indicação do vice-presidente do Solidariedade, Jefferson Coriteac, para o comitê de transição de Lula, causou atritos na relação entre o partido e a Força Sindical – praticamente um extensão do outro. A central sindical defendia o nome do deputado Paulinho da Força para a equipe. No entanto, segundo o RR apurou, foi o próprio parlamentar que se esquivou da missão, delegando-a para Coriteac. No partido, há quem diga que Paulinho recuou por já saber que não terá o prato principal, ou seja, uma vaga no futuro Ministério de Lula. A ver. 

#Força Sindical #Lula #Paulinho da Força

O ministro da Fazenda sai amanhã?

10/11/2022
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Lula teria mudado de opinião sobre a nomeação do seu ministro da Fazenda somente após a conclusão dos trabalhos do comitê de transição. Há uma enorme probabilidade de indicar o seu novo “Palocci” amanhã. A definição do ministro da Fazenda é considerada uma espécie de âncora das expectativas econômicas. As falas do presidente eleito e do seu coordenador de comunicação, Edinho Araújo, foram consideradas muito ruins mesmo por assessores fãs de carteirinha. Hoje, no fim da tarde, voltaram as especulações de que o ministro deverá ser um banqueiro. E não seria Henrique Meirelles, diga-se de passagem.

#Henrique Meirelles #Lula #Ministério da Fazenda

Comitê de Lula estuda redução da Tarifa Externa do Mercosul

10/11/2022
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Em meio a afagos e propostas de fortalecimento do Mercosul, auxiliares de Lula na área econômica têm defendido a ideia de que, a partir do próximo ano, o Brasil deve liderar uma nova redução da Tarifa Externa Comum (TEC). A princípio, a recomendação pode soar na contramão das promessas de ampliação do bloco econômico feitas por Lula, uma vez que qualquer corte na TEC flexibilizaria a entrada de mercadorias importadas de países de fora do Mercosul. No entanto, a premissa entre os apoiadores da medida é que a redução da taxa seria um passo atrás para dar dois à frente. O entendimento é que a diminuição das barreiras poderá contribuir para a negociação de novos acordos mais benéficos para o Brasil e seus vizinhos, a começar pela União Europeia (UE).  

Não custa lembrar que, em artigo publicado no jornal francês Le Monde, na véspera do segundo turno, Lula manifestou o desejo de rever pontos do tratado entre o Mercosul e a UE. Voltaria ao tema na noite do dia 30, em seu primeiro pronunciamento após o resultado da eleição, quando afirmou que pretende “retomar as relações com os EUA e a União Europeia em novas bases”. Ou seja: toda a moeda de troca, como a eventual redução da TEC, vai ser importante nesse intrincado xadrez multilateral. O pacto entre a EU e o Mercosul foi firmado em 2019, depois de 20 anos de tratativas. No entanto, segue no papel. O acordo ainda não entrou efetivamente em vigor, pois ainda precisa ser corroborado pelo parlamento de todos os países signatários. 

Nas conversas internas conduzidas dentro do comitê de transição de Lula, há um entendimento de que a proposta de redução da TEC não deve impactar em pontos mais sensíveis do acordo hoje em vigor no Mercosul. Itens como automóveis e produtos sucroalcooleiros, que já tem um tratamento tributário diferenciado, ficariam de fora. Em tempo: curiosamente, Paulo Guedes passou boa parte da sua gestão no Ministério da Economia defendendo a redução da TEC. Conseguiu emplacar um corte de 10% em junho deste ano, não sem antes abrir vários pontos de fricção dentro do Mercosul, especialmente com a Argentina. Há, no entanto, uma “diferença que faz toda a diferença”. No fundo, ao contrário de assessores de Lula, de certa forma Guedes sempre enxergou a redução da taxa como um preâmbulo para a implosão do Mercosul por dentro.   

#Lula #Mercosul #União Europeia

Brasil e Bolívia retomam projeto de hidrelétrica binacional

10/11/2022
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Segundo o RR apurou, o futuro governo Lula pretende abrir conversações com o governo do presidente da Bolívia, Luiz Arce, para a retomada de projetos de infraestrutura entre os dos países. O principal empreendimento em questão seria a construção de uma hidrelétrica binacional no Rio Mamoré, em Rondônia. É quase uma volta no tempo: as primeiras conversações em torno do projeto datam de 2007, exatamente no segundo mandato de Lula. Curiosamente, as negociações foram suspensas na gestão de Dilma Rousseff e só seriam retomadas em 2020, já na presidência de Jair Bolsonaro e na gestão do almirante Bento Albuquerque nas Minas e Energia. Mas, nos últimos meses, o assunto foi engavetado.  

O projeto original prevê a instalação de uma hidrelétrica com capacidade de 3 mil MW – para efeito de comparação, um quinto de Itaipu – a um custo estimado em US$ 5 bilhões. Outro empreendimento que também deverá ganhar tração é a construção de uma ponte entre as cidades de Guajará-Mirim (RO) e Guayaramérin. O investimento também chegou a ser discutido durante o governo Bolsonaro, mas ficou pelo caminho. Justiça seja feita, o atual governo foi apenas mais um a não tirar o projeto do papel. Entre idas e vindas, a ideia de instalação de uma ponte entre as duas cidades se arrasta há mais de um século. O projeto foi discutido pela primeira vez no âmbito do Tratado de Petrópolis, em 1903, quando da transferência do território onde hoje é o Acre da Bolívia para o Brasil. 

#Bolívia #Hidrelétrica binacional no Rio Mamoré #Lula

Os olhares do mercado se voltam para a Loft

10/11/2022
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Nos últimos dias, há um tiroteio de informações cruzadas sobre a Loft, uma das maiores plataformas de compra e venda de imóveis do Brasil. Corre no mercado que a empresa estuda realizar uma nova oferta de ações. Entre fundos de venture capital, circulam rumores de que a captação seria necessária para ajustar o fluxo de caixa da companhia.

A colocação seria feita com base em um valuation inferior ao do último aporte recebido pela startup (Série D), em março de 2021, quando foi precificada em R$ 15,9 bilhões. O que se fala no mercado é que o down round seria uma forma de atrair novos investidores, uma vez que os principais fundos acionistas da empresa. Diante das informações, o RR entrou em contato com a Loft. À newsletter, a empresa afirmou que “não existem novidades em relação a novas rodadas de investimento. Qualquer informação propagada em contrário não condiz com a realidade dos fatos. É pura especulação”. Está feito o devido registro.  

A Loft é considerada um dos grandes cases de sucesso entre as startups brasileiras. Já recebeu US$ 788 milhões em aportes em quatro rodadas de capitalização. Nos últimos meses, no entanto, tem dado sinais de retração. Em julho, por exemplo, demitiu 380 funcionários, o equivalente a 12% da força de trabalho.  

#Loft

Argos planeja entrar no setor cimenteiro no Brasil

10/11/2022
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Corre no setor cimenteiro a informação de que a colombiana Argos estuda entrar no Brasil. A companhia estaria garimpando ativos no país. Estariam na mira a Cimento Tupi, da família Koranyi Ribeiro, que se encontra em recuperação judicial, e fábricas da Nassau, pertencentes aos herdeiros do Grupo João Santos. Neste último caso, o enrosco é maior. Recentemente, os irmãos José e Fernando Santos, filhos do fundador João Santos, perderam mais uma ação na Justiça na tentativa de retomar a gestão da companhia. Com faturamento anual da ordem de US$ 4 bilhões, a Argos está presente em vários países da América Central, onde trava um duelo particular com a mexicana Cemex, outro dos grandes grupos latino-americanos do setor.   

#Argos #Cemex #Cimento Tupi

Brasil busca status de país livre da febre aftosa

10/11/2022
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O Ministério da Agricultura vai pedir à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) que o Brasil seja declarado integralmente área livre da febre aftosa. O selo é importante não só para buscar novos mercados, mas também para evitar embargos temporários à carne brasileira – a China é a maior preocupação. Não é uma articulação simples. Nos últimos anos, o imprimatur vem saindo aos pedaços, ou seja, estado por estado brasileiro em razão de campanhas de vacinação regionais. Neste momento, por exemplo, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Tocantins estão procedendo a imunização de seus rebanhos. A partir do fim da vacinação, a OIE conta um prazo de 12 meses sem registro da doença para sói, então, declarar a área livre da aftosa.   

#Ministério da Agricultura #Organização Mundial de Saúde Animal

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