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Agronegócio
Um report tranquilizador do Ministério da Agricultura chegou ao Palácio do Planalto na semana passada. A segunda safra de feijão preto, que se encerra em abril, deverá alcançar 450 mil toneladas. Ainda que represente uma queda em relação à estimativa anterior da Conab (480 mil toneladas), o número foi motivo de alívio na Pasta. Devido à estiagem na Região Sul, especialmente no Rio Grande do Sul, havia o receio de uma queda ainda mais acentuada da colheita, descendo para a casa das 400 mil toneladas. No entendimento da área técnica do Ministério, a produção da segunda safra será suficiente para sustentar a tendência de queda nos preços do feijão preto. No mês de março, o valor ao consumidor caiu aproximadamente 8%. No acumulado de 12 meses, a redução dos preços beira os 40%. O bolso do brasileiro agradece. E o governo Lula, com sua popularidade cada vez mais pobre em ferro e fibras, também.
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