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Há um zunzunzum no mercado de que a SC Lowy também vai zerar sua posição na Oi, em torno de 3% do capital. Seguiria, assim, os passos da Pimco, que, na semana passada, se desfez da sua participação de 19,8% na empresa de telecomunicações. O nome dos compradores não foi divulgado, mas especula-se que os papéis tenham ficado com fundos dedicados a special situations e distressed assets. SC Lowy e Pimco detinham bonds da companhia e se tornaram acionistas após a conversão da dívida em equity. Ocorre que o risco Oi está cada vez mais alto. No último dia 5 de novembro, o juiz Igor Fonseca Rodrigues, do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro determinou a desconsideração de personalidade jurídica do grupo de acionistas de referência da empresa, formado exatamente pela Pimco e pela SC Lowy, além da Ashmore. Ao mesmo tempo, decretou a destituição dos diretores da operadora que haviam sido indicados pelo trio. Pior: a decisão trouxe a reboque a ameaça de execução de bens dos sócios para o pagamento de dívidas trabalhistas da Oi.
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