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Ainda que involuntariamente, o Palmeiras tornou-se palco de uma tabelinha entre protagonistas de escândalos financeiros. Nos bastidores do clube, o que se diz é que o patrocínio da Fictor ao Verdão teria sido costurado por João Carlos Mansur, fundador da Reag, liquidada pelo Banco Central. Mansur é um nome influente na política do clube. Ocupa uma cadeira de membro efetivo do Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do Palmeiras e, no passado, teve um papel razoavelmente relevante nas tratativas com a WTorre para a construção do Allianz Parque. Cisca daqui, dribla dali, a Fictor foi parar na camisa do Palestra. Firmado em 2025, o patrocínio renderia ao Palmeiras cerca de R$ 30 milhões por temporada. Renderia. O contrato foi rescindido na última segunda-feira após a Fictor entrar com pedido de recuperação judicial.
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