Tag: Reag
Mercado
Fictor, Reag e uma tabelinha cheia de impedimentos no Palmeiras
4/02/2026Ainda que involuntariamente, o Palmeiras tornou-se palco de uma tabelinha entre protagonistas de…
Empresa
Revee desponta como uma peça a menos no quebra-cabeças da Reag
3/11/2025Corre no mercado que a Revee, gestora de investimentos imobiliários e de arenas esportivas ligada ao Grupo Reag, está à venda. Entre outros ativos, a empresa detém a concessão do Canindé, estádio da Portuguesa de Desportos – o contrato prevê o aporte de R$ 1 bilhão para transformá-lo em uma arena multiuso com 30 mil lugares. A negociação da Revee seria mais uma etapa na decantação do ecossistema de empresas da Reag após a Operação Carbono Oculto, que investiga ramificações do crime organizado. O movimento mais agudo desse processo foi a transferência da gestora Reag Investimentos, dona de uma carteira de R$ 300 bilhões, para um grupo de executivos. Em tempo: o mercado parece já ter farejado algo em relação à Revee. No último dia 23, a ação da companhia subiu 90% em único pregão. Consultada pelo RR sobre a atípica oscilação, a Reag disse que “As variações observadas nos preços das ações refletem exclusivamente flutuações normais de mercado”.
Mercado
A melancólica retirada da Reag da B3
25/09/2025A decisão dos novos controladores da Reag de cancelar o registro de companhia aberta é mais uma camada de cimento na lápide sobre o conglomerado financeiro idealizado por João Carlos Mansur. E, mais do que isso, sobre a forma como ele foi construído. A Reag chegou à B3 em janeiro deste ano na esteira do take over da GetNinjas, após o contencioso que ejetou o então acionista de referência da empresa, Eduardo L’Hotellier. A partir da tomada do controle, Mansur aproveitou-se do registro da companhia para fazer um IPO reverso e levar a Reag para a Bolsa. Os tempos de capital aberto não duraram sequer oito meses. No mercado, a saída da B3 é interpretada como uma confissão dos novos acionistas de que a Reag passará a ser um negócio bem menor quando comparada à gestora com R$ 300 bilhões em ativos pré-Operação Carbono Oculto. Neste momento, por sinal, o maior desafio do grupo de executivos que assumiu o controle da firma é reter os grandes investidores institucionais após a grave crise deflagrada pela acusação de servir para lavagem de dinheiro do PCC.
Empresa
As exigência da Planner para a compra da empresa de fidúcia da Reag
12/09/2025A negociação conduzida pela Planner para a aquisição da Companhia Brasileira de Serviços Financeiros (Ciabrasf), braço de fidúcia da Reag, é cheia de amarras e senões. A operação está condicionada à garantia de um acordo de exclusividade para a administração fiduciária dos fundos da própria Reag, cujo controle já foi vendido a um grupo de executivos. Mas não todos os fundos. A Planner está passando uma peneira para separar o joio do trigo, leia-se as carteiras “limpas” daquelas maculadas pela Operação Carbono Oculto, da Receita e da Polícia Federal. Como consequência, o valor final da Ciabrasf estaria condicionado ao volume de ativos que a gestora conseguirá reter ao longo dos próximos 12 meses. Em contato com o RR, a Planner confirmou ter assinado um protocolo de intenções para a aquisição da Ciabrasf. Consultada especificamente sobre as exigências apresentadas para o fechamento do negócio, a gestora não se manifestou. Limitou-se a dizer que a “conclusão da potencial operação está sujeita à verificação de condições precedentes usuais, incluindo, entre outras, due diligence jurídica, de compliance e contábil-fiscal satisfatória, aprovações regulatórias aplicáveis, bem como à negociação e assinatura dos documentos definitivos”.
Mercado
Novos donos da Reag buscam um híbrido de investidor e cleaner
9/09/2025O acordo de management buyout da Reag Investimentos seria apenas um rito de transição. O grupo de executivos da gestora que fechou a compra do controle, no último fim de semana, já estariam em busca de um sócio externo para a operação. No limite, há, inclusive, a possibilidade de venda de uma participação majoritária. A disposição de trazer um “forasteiro” para o negócio tem diferentes motivações. A chegada de um novo investidor funcionaria como um cobertor financeiro. Por ora, ainda não está claro quais serão os impactos de médio prazo da Operação Carbono Oculto sobre a saúde financeira da Reag, notadamente no que diz respeito à perda de clientes. Ao mesmo tempo, a entrada de um novo acionista teria um valor simbólico. Ajudaria no processo de higienização da imagem da empresa de investimentos. Neste momento, é praticamente inevitável que o mercado olhe com desconfiança para uma “nova” gestão conduzida pelos antigos executivos da empresa, todos ligados ao ex-controlador, João Carlos Mansur. Se houve falhas no compliance da Reag, mais especificamente no processo de diligência da origem dos recursos de alguns de seus investidores, elas se deram sob a administração dos mesmos dirigentes que agora estão assumindo o controle. Consultada pelo RR, a Reag não se manifestou.
Mercado
Reag prospecta ativos na área de seguros
14/11/2024A Reag, de João Carlos Mansur, está vasculhando o mercado de seguros em busca de aquisições. Trata-se do novo tentáculo da holding de investimentos, que, nos últimos meses, comprou firmas de private equity, instituições da área de crédito, gestoras de fortuna, além de outros pingentes adicionado ao seu colar na área financeira.
Mercado
Vale a pena ver de novo? Reag prepara take over da Viver
23/04/2024A Reag Investimentos tem comprado seguidamente ações da incorporadora imobiliária Viver. Além das operações em bolsa, o RR apurou que a gestora de João Carlos Mansur negocia diretamente a aquisição de papéis junto a minoritários, notadamente fundos de investimento. A julgar pelo track records, a Reag está preparando o bote para o take over da companhia.
Trata-se de um script parecido ao GetNinjas: a Reag escalou a compra do papel em Bolsa, se articulou com outros investidores, assumiu o controle e ainda tirou da jogada o fundador da empresa e então maior acionista, Eduardo L’Hotellier. E, desta vez, ainda há uma vantagem adicional: uma aquisição hostil da Viver sairia bem “baratinho”.
A empresa está avaliada na Bolsa por apenas R$ 83 milhões, para efeito de comparação um terço do market cap da GetNinjas. Em contato com o RR, a Reag informou que “através de um de seus fundos, possui 14,33% de ações da Viver e conforme anunciado, tem intenção de participar da administração da empresa”.