Buscar
Governo
O risco de colapso financeiro dos Correios se espraia pelo Postalis, fundo de pensão da estatal. A crise da empresa ameaça a execução do plano de equacionamento da entidade, criado para cobrir um rombo de R$ 15 bilhões. No fim de 2024, os Correios firmaram um acordo comprometendo-se a pagar metade desse valor pelo prazo de 30 anos. No entanto, há relatos internos de atrasos no repasse dos recursos. No Postalis, o receio é que a mantenedora suspenda os pagamentos, ainda que temporariamente, em meio ao plano de reestruturação anunciado pelo governo. A retomada da capacidade dos Correios de honrar seus compromissos depende do empréstimo de R$ 20 bilhões, com garantias do Tesouro, que será buscado junto a um consórcios de bancos.Em contato com o RR, a empresa afirma que “os repasses previstos no acordo firmado entre os Correios e patrocinada estão sendo realizados conforme o cronograma estabelecido, com permanente interlocução entre a estatal e o instituto de previdência”. Os Correios dizem ainda que “ambas as partes seguem comprometidas com a segurança e a estabilidade dos benefícios dos participantes e assistidos”.
Todos os direitos reservados 1966-2026.