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Governo
A diretoria dos Correios quebra a cabeça para fazer caixa. Uma das ideias sobre a mesa é a criação de um fundo de real estate composto por imóveis de propriedade da estatal, com a posterior venda de cotas a investidores. Seria uma forma de destravar valor dos ativos imobiliários. A empresa tem mais de 2,2 mil imóveis, entre escritórios, lojas e centros de distribuição. Assim como outras decisões estratégicas, o projeto, no entanto, tem de esperar pela nomeação do novo presidente dos Correios, em substituição a Fabiano Silva dos Santos, que deixou o cargo no mês passado. O futuro no1 da estatal chegará em um momento de aguda deterioração financeira da empresa. No primeiro trimestre deste ano, o prejuízo chegou a R$ 1,7 bilhão, 115% a mais do que as perdas registradas entre janeiro e março de 2024. Ao longo do ano passado, para cobrir seu déficit, os Correios torraram quase R$ 3 bilhões em caixa.
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