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Após corte na remuneração, dirigentes da Oi ensaiam revoada
A Oi corre o risco de enfrentar uma diáspora na sua alta direção. Há informações no mercado de que integrantes da diretoria, a começar pelo próprio CEO, Marcelo Milliet, se movimentam para deixar a empresa. No último dia 19 de julho, a juíza Simone Gastesi Chevrand, da 7ª Vara Empresarial do Rio, suspendeu o pagamento de bonificações para a administração da operadora. Segundo a magistrada, a companhia não está cumprindo integralmente seu plano de recuperação judicial, aprovado em 2024. Ser diretor estatutário de uma empresa que está na sua segunda recuperação judicial, carrega um passivo de mais de R$ 35 bilhões e tem um futuro dos mais incertos já é, por si só, uma profissão de risco. Com o corte na remuneração, literalmente é muito ônus para pouco bônus.
NR: A Oi procurou o RR para esclarecer que não procede a informação de seus altos executivos estejam se desligando da companhia. Segundo a empresa, “não há qualquer processo de desligamento em curso relacionado ao que foi divulgado”.
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