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O anúncio da parceria entre a Casas Bahia e o Mercado Livre colocou o Magazine Luiza na berlinda – vide a queda de 6% do papel em único pregão, na última quinta-feira. O mercado tem questionado o acordo similar firmado entre a rede de Luiza Helena Trajano e a chinesa AliExpress no ano passado. Aos olhos dos minoritários, o negócio tornou-se uma zona um tanto quanto cinzenta. Nas palavras do gestor de um fundo acionista do Magazine Luiza, os investidores se ressentem da escassez de informações acerca dos resultados da aliança, que envolve a venda cruzada de produtos nas duas plataformas de e-commerce. Há poucos dados disponíveis sobre fluxo de pedidos, participação do cross-border, volume de faturamento e até mesmo sobre o portfólio ofertado de parte a parte. No mercado, existe uma percepção de assimetria. A leitura é que o Magazine Luiza abriu sua vitrine e assumiu parte do ônus logístico do parceiro, sem comprovar o retorno. Já o AliExpress teria capturado tráfego e base local. O RR encaminhou uma série de perguntas ao Magazine Luiza, mas não obteve retorno.
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