C&C renega o passado de Aloysio Faria - Relatório Reservado

C&C renega o passado de Aloysio Faria

  • 24/08/2010
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A C&C, de Aloysio Faria, está em obras. A empresa mergulhou em uma profunda reestruturação. As medidas incluem mudanças no tamanho das lojas e no próprio conceito da rede. Os novos pontos de venda terão dimensões menores como forma de melhorar a rentabilidade. A rede de material de construção pretende entrar no segmento de eletrodomésticos, projeto que foi analisado há cerca de dois anos, mas acabou arquivado por conta da crise mundial. A venda de produtos da linha branca será uma extensão das recentes mudanças de portfólio da C&C, que recentemente iniciou a comercialização de utensílios domésticos. A reestruturação é uma resposta ao desempenho da C&C nos últimos dois anos. Nem parece uma empresa de Aloysio Faria. A rede varejista, que por anos liderou o ranking do setor, perdeu fôlego e caiu para o terceiro lugar, ultrapassada pelas francesas Telhanorte/Saint-Gobain e Leroy Merlin. Seu faturamento ficou praticamente estagnado no ano passado. É bem verdade que o setor teve um crescimento modesto, em torno de 4%. No entanto, os concorrentes diretos da C&C, notadamente a Leroy Merlin, tiveram uma performance superior a  média do mercado. Os resultados tiveram impacto direto sobre os planos de expansão. Em 2009, a C&C abriu apenas uma loja.

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