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09.07.18
ED. 5905

Sobremesa

Após o tenso jantar com Geraldo Alckmin na última quarta-feira, líderes do PRB, SD, DEM e PP marcaram nova reunião, para depois de amanhã. Dessa vez, sem nenhum presidenciável por perto. O DEM, no entanto, periga roer a corda do Centrão e apoiar Ciro Gomes.

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06.06.18
ED. 5882

PP cobra a conta atrasada

O presidente do PP, o notório senador Ciro Nogueira, tem cuspido marimbondos contra o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun. Nogueira joga na conta de Marun a demora do Palácio do Planalto em liberar emendas orçamentárias acertadas desde o ano passado, quando Michel Temer moveu fundos e, sobretudo, fundos para barrar os dois pedidos de abertura de processo que enfrentou na Câmara.

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01.06.18
ED. 5879

Pique esconde nas contas eleitorais

Por ora, a plataforma eletrônica criada pelo TSE para a prestação de contas partidárias é, de fato, uma iniciativa virtual. A maioria das siglas – entre as quais PT, MDB, PP e PTB – não lançou suas informações financeiras no SPCA – Sistema de Prestação de Contas Anual. Os partidos têm adotado o procedimento de enviar seus demonstrativos em papel. Artimanha pura! O expediente atrasa o julgamento das contas e aumenta as chances de prescrição dos processos. Em tempo: depois de sucessivos adiamentos, o TSE promete abrir o SPCA para acesso público a partir de hoje.

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05.04.18
ED. 5840

Rasteira

Ciro Nogueira, do PP, tenta puxar o tapete do presidente do Banco do Nordeste,Romildo Rolim. O que significa dar uma rasteira em Eunício de Oliveira.

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26.03.18
ED. 5833

“Do meu jeito”

Eduardo Paes está impondo uma série de condições para se filiar ao PP. A principal delas: ter total autonomia para fechar ou recusar alianças com outros partidos caso possa disputar o governo do Rio.

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23.03.18
ED. 5832

Ratoeira

O apresentador Ratinho tem sido assediado pelo PP e pelo PSD, partido de seu filho, Ratinho Jr., para se candidatar ao Senado. Por ora, não diz nem que sim, nem que não.

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28.02.18
ED. 5815

Os monotrilhos de Eduardo Paes

Enquanto não se decide se embarca no PSDB ou no PP, o ex-prefeito Eduardo Paes pilota os interesses da chinesa BYD no Brasil. Vice presidente da companhia para a América Latina, Paes tem conduzido as negociações para a participação da empresa na licitação do VLT de Salvador, marcada para 19 de março. Segundo o RR apurou, a BYD costura um consórcio com a conterrânea China Communications Construction Company (CCCC). A principal missão de Paes é garantir o contrato para o fornecimento dos monotrilhos da operação.

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30.01.18
ED. 5797

Troca de identidade

A moda pegou. Depois do PMDB, que ressuscitou o velho MDB, agora é o PP que quer mudar seu nome de batismo. Maculado pela Lava Jato, já entrou com o pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para adotar o Progressistas.

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28.12.17
ED. 5775

Código de ética

Até o momento, não há qualquer movimentação na cúpula do PP pela exclusão de Paulo Maluf do partido. Por ora, a sigla permanece solidária ao companheiro presidiário. Diferentemente do que ocorreu no ano passado, quando o próprio presidente do partido, o notório Ciro Nogueira, abriu processo de expulsão contra Maluf. À época o ex-governador havia feito ataques à direção do PP pela barganha de cargos para votar contra o impeachment de Dilma Rousseff. Sem dúvida, muito mais grave do que ser preso…

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10.11.17
ED. 5743

Esse ministério tem dono

Mesmo tendo protagonizado recorrentes episódios de corrupção no Ministério das Cidades, o PP não desiste da Pasta. O partido só espera a desincompatibilização de Bruno Araújo (PSDB) para cravar seus caninos no Ministério.

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07.06.17
ED. 5635

Maggi 2018: Brasília, Cuiabá ou Curitiba?

Blairo Maggi está relutante em ser candidato à presidência da República em 2018, como defende a cúpula do PP, seu partido. Pesquisa recém-chegada às suas mãos mostra que ele terá uma eleição tranquila, em primeiro turno, caso se candidate ao governo do Mato Grosso. No entanto, o risco é que nem o desejo do PP nem a sua própria vontade determinem o futuro político de Maggi. Os ventos de Curitiba sopram que o ministro da Agricultura já teria sido citado nos depoimentos do ex-governador do Mato Grosso, Silval Barbosa, à Lava Jato.

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15.06.16
ED. 5390

Nova política, velho apoio

 O PP vai embarcar em peso na candidatura de João Doria Jr. a prefeito de São Paulo. O próprio Paulo Maluf já avisou que faz questão de se engajar na campanha e subir no palanque. Deve ser a tal “nova política” a que Doria tanto se refere

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29.04.16
ED. 5358

Overbooking

Michel Temer, ao que tudo indica, vendeu o mesmo assento no teatro para dois espectadores diferentes. Além do retorno ao Ministério das Cidades, Gilberto Kassab espalha que terá o direito de nomear o novo presidente da Caixa Econômica. O PP, por sua vez, garante que a cadeira é sua e ninguém tasca: o partido já teria, inclusive, indicado o ex-ministro Gilberto Occhi.

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14.04.16
ED. 5348

Corpo a corpo

 Até domingo, Lula deverá ter pelo menos mais uma conversa olho no olho com Ciro Nogueira, presidente do PP. É bom lembrar que, para todos os efeitos, o partido rompeu com o governo, mas Nogueira não.

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11.04.16
ED. 5345

Funcef

 Indicado pelo PP no “toma lá, dá cá” do impeachment, Sergio Mendonça já assume a presidência da Funcef tendo que decidir pela venda ou não da participação do fundo em seis hotéis. O estudo recomendando o negócio foi deixado sobre a mesa pelo seu antecessor, Carlos Alberto Caser.  Procurada pelo RR, a Funcef não comentou o assunto.

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19.01.16
ED. 5290

Lista Youssef

 Além de mapear o caminho do dinheiro no PP, que levou a Justiça a levantar o desvio de R$ 358 milhões da Petrobras, Alberto Youssef citou em seus últimos depoimentos integrantes do partido que ainda não constam da Lista Janot.

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17.12.15
ED. 5271

Atlantic City

 O deputado Ciro Nogueira, do PP, é incansável. Mesmo com todas as atenções voltadas ao pedido de impeachment, o parlamentar continua catando assinaturas para o seu projeto de lei que propõe a reabertura dos casinos no Brasil.

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24.03.15
ED. 5086

Cetip empurra a Lava Jato para dentro da Bolsa de Nova York

 Se a Lava Jato entra por uma porta, o maior acionista da Cetip sai por outra. A Intercontinental Exchange (ICE) está decidida a deixar o negócio. O motivo é a denúncia do doleiro Alberto Youssef de que a GRV, subsidiária da Cetip, subornou parlamentares do Partido Progressista (PP) para assegurar um contrato com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Desde a semana retrasada, quando as acusações de Youssef vieram a público, o clima entre os norte-americanos e o comando da antiga clearing do mercado de capitais brasileiro é de tensão. Sócia, entre outros negócios, da Bolsa de Nova York, a ICE cobra da Cetip um posicionamento mais firme em relação ao assunto. Os norte-americanos estão irritados com o comportamento passivo da direção da companhia, a começar pelo seu presidente, Gilson Finkelsztain. O próprio fundador e CEO da ICE, Jeffrey Sprecher, chamou o assunto para si. De acordo com uma fonte próxima a  Cetip, Sprecher teve uma dura conversa telefônica com Finkelsztain dois dias após o vazamento do depoimento de Youssef. Segundo o informante do RR, Sprecher exigiu que a Cetip emitisse um comunicado oficial refutando as acusações de Youssef. Até o momento, contudo, não foi feito. Na empresa, diante da inexplicável insubordinação, Finkelsztain já é visto como uma carta fora do baralho. Para todos os efeitos, tanto a ICE quanto Finkelsztain entraram em cena quando o malfeito já estava perpetrado. De acordo com Alberto Youssef, o pagamento de propina a parlamentares do PP começou antes de a GRV ter sido adquirida pela Cetip, em dezembro de 2010, e antes também de os norte- americanos comprarem 12% do capital, em julho de 2011. Finkelsztain, por sua vez, somente assumiria a presidência da Cetip em 2013. Ainda assim, os norte- americanos estão bastante apreensivos com a possibilidade de o escândalo respingar em sua própria operação nos Estados Unidos. Não é para menos. Na condição de uma das maiores acionistas da Bolsa de Nova York, tudo o que a ICE menos quer e menos pode é ter seu nome envolvido em um escândalo dessa dimensão – o que justifica a sua disposição de deixar o negócio. Mesmo porque, além dos eventuais danos a  imagem da Cetip, o episódio pode ter um impacto considerável sobre o próprio desempenho da companhia. Ressalte-se que o contrato para o registro de gravames (restrições) a financiamentos de veículos no sistema do Denatran é hoje o maior dos negócios da empresa. Responde por 40% do faturamento da companhia.

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