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06.01.22

Inquérito das fake news avança

Há apenas três meses no cargo, o superintendente da Polícia Federal no Distrito Federal, Victor Cesar Carvalho dos Santos, já está na mira do clã Bolsonaro. As investigações sobre a disseminação de fake news, que atingem Eduardo Bolsonaro, avançaram nas últimas semanas. Segundo o RR apurou, o ministro Alexandre de Moraes deve, inclusive, autorizar uma nova operação policial nos próximos dias.

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27.12.21

Efeito colateral

Com o aperto da Polícia Federal e da Marinha, centenas de garimpeiros que atuavam clandestinamente ao longo do Rio Madeira têm invadido a Terra Indígena (TI) Yanomami, em Roraima.

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22.12.21

Interesses provincianos

O posicionamento de Lula, repudiando a operação da Polícia Federal contra Ciro Gomes, foi celebrado pelos petistas do Ceará. A expectativa é que o gesto lubrifique as negociações para a aliança PT-PDT no estado. O principal interessado é o governador Camilo Santana (PT), que espera ter o apoio dos irmãos Ciro e Cid Gomes para concorrer ao Senado em 2022.

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15.12.21

Jair Bolsonaro aponta sua metralhadora na direção do Coaf

Segundo informações filtradas do Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro quer a cabeça do presidente do Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras), Ricardo Liáo. A exemplo das intervenções de Bolsonaro na Polícia Federal, o que está por trás é o protecionismo a sua prole. A degola de Liáo seria uma resposta ao vazamento de informações financeiras do senador Flavio Bolsonaro, atribuído por aliados do presidente a servidores da Coaf. Formalmente, o órgão já produziu seis Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) com dados de movimentações do “01”. O mais recente foi encaminhado em agosto ao MP-RJ. Procurados, a Presidência da República e o Coaf não se manifestaram. Assessores mais próximos de Jair Bolsonaro tentam esfriar as brasas e demovê-lo da ideia de defenestrar Ricardo Liáo do comando do Coaf, hoje pendurado no Banco Central. Ainda que indiretamente, a medida poderia ser interpretada como uma afronta ao STF, em especial a Alexandre de Moraes. O ministro do Supremo já anunciou que vai analisar uma possível tentativa de interferência de Bolsonaro no Coaf. Talvez tenha chegado a hora do Conselho, assim como o BC, tornar-se independente e imune a ingerências políticas.

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14.12.21

Ministério da Justiça faz seu próprio “ajuste fiscal”

Cada Ministério dá seu jeito para compensar o orçamento apertado. A Secretaria Nacional de Política sobre Drogas (Senad), vinculada à Pasta da Justiça, está em tratativas com a Polícia Federal e a Justiça com o objetivo de acelerar o leilão de bens apreendidos de facções criminosas. As joias da coroa vêm da mega quadrilha desbaratada recentemente em Rondônia, no âmbito da Operação Carga Prensada. São 155 veículos de luxo – como BMW e Land Rover -, além de lanchas e de um avião. Os recursos serão revertidos para a própria corporação, com a compra de veículos, equipamentos etc. Procurado o Ministério confirma que “está articulando com a Polícia Federal detalhes da operação Carga Prensada e vai colocar à disposição do Poder Judiciário a estrutura da Senad para a realização do leilão desses bens”. Os recursos, segundo a Pasta, serão destinados ao Fundo Nacional Anti-drogas (Funad), que financia ações de prevenção e de combate ao tráfico.

Por falar em dinheiro do crime: após a venda de uma série de imóveis de Dario Messer no Rio de Janeiro, a Justiça prepara o leilão de propriedades do doleiro no exterior, notadamente no Paraguai e em Nova York. A avaliação dos bens a serem leiloados gira em torno dos US$ 40 milhões. Trata-se de mais um capítulo do acordo firmado entre Messer e a Justiça brasileira, com o objetivo ressarcir os cofres públicos em R$ 1 bilhão.

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Nos gabinetes Polícia Federal corre a informação de que agentes da corporação estariam preparando uma operação tartaruga nos aeroportos neste fim de ano. Seria um protesto contra os cortes de orçamento da PF. Ressalte-se que o primeiro sinal de advertência
já foi disparado: há duas semanas, a Associação Nacional de Delegados Federais soltou uma nota criticando a falta de investimentos na corporação.

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02.12.21

“Minha Polícia Federal”

O superintendente da Polícia Federal no Rio, Tácio Muzzi, desponta como a próxima vítima de Jair Bolsonaro na corporação. O presidente já teria pedido a cabeça de Muzzi ao ministro da Justiça, Anderson Torres. É na jurisdição do delegado que correm as investigações contra Flavio Bolsonaro pelo suposto esquema das “rachadinhas”.

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01.12.21

Contrabando de grãos entra no radar da Marinha

A Marinha vai auxiliar a Polícia Federal no combate ao contrabando de milho e soja pelo Rio Uruguai. Há indícios da atuação do crime organizado na atividade. A entrada ilegal de grãos no Brasil disparou em 2021, devido à alta dos preços dos produtos agrícolas no mercado interno. Os cereais vêm principalmente da Argentina e são descarregados em atracadouros piratas, em áreas de mais difícil acesso do Rio Uruguai. Consultada pelo RR, a Marinha informou que “atua de forma integrada com órgãos e agências governamentais, dentro de suas competências, para garantir a nossa soberania nos mares e rios sob jurisdição do Brasil”.

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05.11.21

Onipresença

A Polícia Federal investiga a atuação de facções criminosas, a exemplo do PCC, no território dos Yanomami, em Roraima, na fronteira com a Venezuela. A área estaria sendo usada, sobretudo, para o tráfico de drogas. As denúncias teriam partido da própria Funai.

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04.11.21

Quem resiste a Bolsonaro na PF?

O diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Maiurino, balança no cargo. Segundo uma fonte do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro estaria pressionando o ministro da Justiça, Anderson Torres, pela demissão de Maiurino. A se confirmar, será mais um caso de intervenção direta do presidente da República sobre a corporação. A interferência estaria ligada ao avanço de investigações contra o próprio clã Bolsonaro na gestão Maiurino, iniciada em abril deste ano. Ressalte-se que, há pouco mais de um mês, o delegado Hugo de Barros Correia foi afastado da chefia da PF no Distrito Federal. A troca foi sintomática. A superintendência do DF é um ponto de tensão redobrada para Bolsonaro e sua prole. Trata-se da responsável pelas investigações sobre a suposta participação do “02” Carlos Bolsonaro e do “03” Eduardo Bolsonaro na organização de atos antidemocráticos e também sobre a acusação de tráfico de influência contra o “04” Jair Renan. Procurados pelo RR, a Presidência da República e o Ministério da Justiça não quiseram se pronunciar.

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06/11/21 9:30h

alberto jabur

disse:

Esse é um verdadeiro presente ao Sérgio Moro. Bolsonaro volta a interferir na PF desesperadamente, dando mais credibilidade ao motivo "oficial" da saída de Moro.