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12.04.21

“Agrocrime” organizado

A Polícia Federal está no encalço de uma quadrilha especializada em roubo de sementes em fazendas do Centro-Oeste. Os assaltos ocorrem quase sempre na madrugada, com o uso de máquinas agrícolas pesadas e armamento de grosso calibre.

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07.04.21

PF é “alvejada” por um pai zeloso

As mudanças na Polícia Federal não deverão se limitar à troca de Rolando Alexandre de Souza por Paulo Maiurino no comando da corporação. Segundo o RR apurou, o novo ministro da Justiça, Anderson Torres, já teria recebido do Palácio do Planalto a missão de ceifar os superintendentes da PF no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, respectivamente Tácio Muzzi Carvalho e Carneiro e Marcio Nunes de Oliveira. Não por coincidência, a geografia do troca-troca envolve áreas de interesse nevrálgico da família Bolsonaro. No Rio, é notória a preocupação do presidente Jair Bolsonaro em conter as investigações contra Flavio Bolsonaro pelo suposto esquema de rachadinha em seu antigo gabinete na Alerj. No Distrito Federal, por sua vez, a substituição seria uma manobra com o objetivo de abafar o inquérito recém-aberto pela PF contra Jair Renan Bolsonaro. O “04” é investigado por possível tráfico de influência e lavagem de dinheiro. Ainda neste mês, a PF deverá enviar um relatório para o Ministério Público com detalhes sobre as suas primeiras diligências.

Em tempo: no caso do Distrito Federal, há uma bola dividida com a qual o ministro Anderson Torres terá de lidar. Ex-secretário de Segurança Pública do DF, Torres é bastante próximo ao atual superintendente local da Polícia Federal, Marcio Oliveira. E daí? – diria o seu chefe.

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05.04.21

Insatisfação na PF

Anderson Torres assumiu o comando da Polícia Federal em um momento sensível. Segundo a rádio-corredor da PF, delegados e agentes estariam discutindo a realização de uma operação tartaruga em aeroportos e postos de fronteira. Seria um protesto contra o congelamento dos salários da categoria por conta da aprovação da PEC Emergencial.

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08.02.21

Vazamento made in Brazil

Segundo o RR apurou junto a uma fonte da Polícia Federal, a corporação constatou que o recente vazamento de dados pessoais de mais de 200 milhões de brasileiros, inclusive falecidos, e de 40 milhões de empresas teve origem no Brasil. Inicialmente, havia suspeitas de que a invasão hacker poderia ter sido feita a partir do exterior. A Serasa, pertencente à irlandesa Experian, tem sido apontada como um possível foco do vazamento – identificado pela empresa de segurança cibernética Psafe. Procurada, a PF diz que “não se manifesta sobre investigações em andamento”. A Serasa, por sua vez, informa que “estamos monitorando a situação de perto e conduzindo investigação sobre as alegações de que alguns desses dados possam estar relacionados à empresa”.

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05.02.21

Interferência

A decisão de Jair Bolsonaro de criar o cargo de diretor adjunto na Polícia Federal criou um ambiente conspiratório dentro da corporação. Os corredores da PF são só cochichos. A medida é vista como uma manobra de Bolsonaro para enfraquecer o diretor-geral da PF, Rolando Alexandre de Souza.

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08.01.21

Segurança reforçada para a carga mais preciosa do Brasil

O RR apurou que, na próxima semana, o Ministério da Justiça vai apresentar um plano de segurança para a vigilância dos estoques e a logística de transporte e distribuição das vacinas contra a Covid-19. A operação deverá feita de forma integrada entre a Polícia Federal e Secretarias Estaduais de Segurança Pública. No caso de carregamentos maiores, nos estados mais populosos, a ideia é adotar esquemas de escolta, em algumas regiões com o uso de drones recém-adquiridos pela Polícia Federal e pela Polícia Rodoviária Federal. Nos próximos meses, poucas cargas serão tão valiosas e cobiçadas quanto às das vacinas contra o coronavírus. Um dos principais fatores de preocupação do Ministério da Justiça é o Rio de Janeiro. O estado figura entre os campeões do roubo de cargas no país, com quadrilhas altamente especializadas. Não são raros os os registros de intercepção de imunizantes durante campanhas de vacinação no Rio. Em 2019, por exemplo, um carregamento de 90 mil doses de vacinas contra a gripe, avaliadas em R$ 1,5 milhão, foi roubado por bandidos. Ressalte-se ainda o fato de que a Fiocruz, onde será produzida boa parte das vacinas, está localizada em uma espécie de “triângulo das bermudas” da criminalidade. A fundação, às margens da Avenida Brasil, é cercada por favelas dominadas por facções criminosas.

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04.01.21

No rastro da fake news

A rádio-corredor da Polícia Federal informa: a PF estaria preparando, para os próximos dias, uma nova ação contra acusados de disseminação de fake news. A operação teria sido autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes antes do recesso do Judiciário.

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11.12.20

Sirene ligada

Entreouvido pelo RR na Polícia Federal: a corporação prepara uma nova ação para os próximos dias no âmbito da Operação Greenfield. O alvo seria o desvio de recursos do FI-FGTS.

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27.11.20

Luís Roberto Barroso vai à caça de “laranjas” e “fantasmas”

O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, pretende colocar as contas eleitorais em pratos limpos, com o apoio da Polícia Federal. Segundo uma fonte do RR próxima a Barroso, já a partir da próxima semana a PF vai começar a convocar para depor líderes partidários e suspeitos de participar de doações irregulares a candidatos e partidos. Entram nesse rol os mais de cinco mil doadores que se declararam desempregados e, ainda assim, contribuíram com cerca de R$ 21 milhões, segundo dados da Justiça Eleitoral. A suspeita é que uma parte expressiva desses CPFs tenha sido usada sem conhecimento do “contribuinte”. Barroso pretende puxar o fio que tornará possível desbaratar esquemas de candidaturas “laranjas” dentro dos próprios partidos e doadores fantasmas em vários estados do país. De acordo com o informante do RR, já existem candidatos suspeitos de receber contribuições irregulares no Rio e em São Paulo.

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27.11.20

Lar, doce lar

Investigado pela Polícia Federal por defender o fechamento do STF, o ativista Marcelo Stachin deverá reabrir nos próximos dias o acampamento que havia montado próximo ao Palácio Alvorada. Stachin teve uma passagem fugaz pela política: ficou em último lugar na disputa pela Prefeitura de Sinop (MT). É cada uma que aparece.

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