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08.02.21

Vazamento made in Brazil

Segundo o RR apurou junto a uma fonte da Polícia Federal, a corporação constatou que o recente vazamento de dados pessoais de mais de 200 milhões de brasileiros, inclusive falecidos, e de 40 milhões de empresas teve origem no Brasil. Inicialmente, havia suspeitas de que a invasão hacker poderia ter sido feita a partir do exterior. A Serasa, pertencente à irlandesa Experian, tem sido apontada como um possível foco do vazamento – identificado pela empresa de segurança cibernética Psafe. Procurada, a PF diz que “não se manifesta sobre investigações em andamento”. A Serasa, por sua vez, informa que “estamos monitorando a situação de perto e conduzindo investigação sobre as alegações de que alguns desses dados possam estar relacionados à empresa”.

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05.02.21

Interferência

A decisão de Jair Bolsonaro de criar o cargo de diretor adjunto na Polícia Federal criou um ambiente conspiratório dentro da corporação. Os corredores da PF são só cochichos. A medida é vista como uma manobra de Bolsonaro para enfraquecer o diretor-geral da PF, Rolando Alexandre de Souza.

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08.01.21

Segurança reforçada para a carga mais preciosa do Brasil

O RR apurou que, na próxima semana, o Ministério da Justiça vai apresentar um plano de segurança para a vigilância dos estoques e a logística de transporte e distribuição das vacinas contra a Covid-19. A operação deverá feita de forma integrada entre a Polícia Federal e Secretarias Estaduais de Segurança Pública. No caso de carregamentos maiores, nos estados mais populosos, a ideia é adotar esquemas de escolta, em algumas regiões com o uso de drones recém-adquiridos pela Polícia Federal e pela Polícia Rodoviária Federal. Nos próximos meses, poucas cargas serão tão valiosas e cobiçadas quanto às das vacinas contra o coronavírus. Um dos principais fatores de preocupação do Ministério da Justiça é o Rio de Janeiro. O estado figura entre os campeões do roubo de cargas no país, com quadrilhas altamente especializadas. Não são raros os os registros de intercepção de imunizantes durante campanhas de vacinação no Rio. Em 2019, por exemplo, um carregamento de 90 mil doses de vacinas contra a gripe, avaliadas em R$ 1,5 milhão, foi roubado por bandidos. Ressalte-se ainda o fato de que a Fiocruz, onde será produzida boa parte das vacinas, está localizada em uma espécie de “triângulo das bermudas” da criminalidade. A fundação, às margens da Avenida Brasil, é cercada por favelas dominadas por facções criminosas.

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04.01.21

No rastro da fake news

A rádio-corredor da Polícia Federal informa: a PF estaria preparando, para os próximos dias, uma nova ação contra acusados de disseminação de fake news. A operação teria sido autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes antes do recesso do Judiciário.

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11.12.20

Sirene ligada

Entreouvido pelo RR na Polícia Federal: a corporação prepara uma nova ação para os próximos dias no âmbito da Operação Greenfield. O alvo seria o desvio de recursos do FI-FGTS.

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27.11.20

Luís Roberto Barroso vai à caça de “laranjas” e “fantasmas”

O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, pretende colocar as contas eleitorais em pratos limpos, com o apoio da Polícia Federal. Segundo uma fonte do RR próxima a Barroso, já a partir da próxima semana a PF vai começar a convocar para depor líderes partidários e suspeitos de participar de doações irregulares a candidatos e partidos. Entram nesse rol os mais de cinco mil doadores que se declararam desempregados e, ainda assim, contribuíram com cerca de R$ 21 milhões, segundo dados da Justiça Eleitoral. A suspeita é que uma parte expressiva desses CPFs tenha sido usada sem conhecimento do “contribuinte”. Barroso pretende puxar o fio que tornará possível desbaratar esquemas de candidaturas “laranjas” dentro dos próprios partidos e doadores fantasmas em vários estados do país. De acordo com o informante do RR, já existem candidatos suspeitos de receber contribuições irregulares no Rio e em São Paulo.

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27.11.20

Lar, doce lar

Investigado pela Polícia Federal por defender o fechamento do STF, o ativista Marcelo Stachin deverá reabrir nos próximos dias o acampamento que havia montado próximo ao Palácio Alvorada. Stachin teve uma passagem fugaz pela política: ficou em último lugar na disputa pela Prefeitura de Sinop (MT). É cada uma que aparece.

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25.11.20

O cerco se fecha

A rádio-corredor da Polícia Federal informa que a área de crimes cibernéticos da corporação prepara uma operação ainda para esta semana: na mira, hackers que tentaram invadir o sistema do TSE no primeiro turno. Procurada, a PF declarou que “não divulga informações sobre eventuais ações ou operações em planejamento”. Para bom entendedor…

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13.11.20

PF investiga dupla de hackers no ataque ao STJ

O RR apurou com exclusividade que a Polícia Federal identificou não apenas um, mas dois responsáveis pelo ataque hacker ao sistema do Superior Tribunal de Justiça (STJ), na semana passada. De acordo com informações apuradas junto a uma fonte da própria corporação, a invasão foi feita por meio de servidores instalados no exterior. Ao mesmo tempo, a PF investiga a possibilidade de participação no crime de pessoas com acesso autorizado à rede de tecnologia do STJ. No momento em que os dados da Corte foram criptografados e roubados, não havia qualquer mecanismo de monitoramento do sistema acionado. Trata-se de algo raríssimo: centros de processamento de dados são vigiados 24 horas por dia. Procurada, a Polícia Federal disse que “não comenta investigações em andamento”. Por sua vez, o STJ informou que “a PF está apurando os efeitos do ataque hacker à rede do tribunal, inclusive com relação à extensão do acesso aos arquivos, bem como sobre eventual cópia de dados. A investigação do crime segue em inquérito sigiloso.”

Em tempo: o Serviço de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal identificou que os sistemas do Judiciário ficaram mais fragilizados com a prática do home office. O trabalho doméstico, sem as regras e cuidados impostos por cada Tribunal, aumentou o número de acessos de magistrados e funcionários a sites com baixos requisitos de segurança no mesmo momento em que o computador está conectado à rede da Corte.

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06.11.20

Respirador 1

O RR apurou junto a um dos delegados que comandam a Operação Cartão Vermelho: a Polícia Federal já tem provas para indiciar dois dos suspeitos de desvios de recursos públicos na construção do hospital de campanha montado no Estádio Presidente Vargas, em Fortaleza. Entre as irregularidades despontam fraudes na contratação de pessoal e superfaturamento na compra de monitores para UTIs.

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