Governo
Correios busca recursos para tapar buracos em seu plano de saúde
Uma das prioridades da nova gestão dos Correios é regularizar os repasses para o Postal Saúde, plano de medicina de grupo dos funcionários da estatal. A preocupação com o tema extrapola a diretoria da empresa e alcança o próprio Palácio do Planalto. Trata-se de um assunto com alto risco de combustão política para o governo Lula. Nos corredores da empresa, já se fala em manifestações e até mesmo na possibilidade de paralisações. Os atrasos nas contribuições dos Correios se arrastam há mais de um ano, afetando os mais de 200 mil beneficiados. Há inúmeros relatos de hospitais e profissionais de saúde da rede credenciada do Postal Saúde que têm se recusado a atender os servidores e aposentados da estatal por falta de pagamento. Como todas as demais pendências decorrentes da dramática situação financeira dos Correios, a normalização dos repasses ao plano de saúde depende do empréstimo de R$ 20 bilhões que está sendo negociado junto a um pool de bancos.
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