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07.12.17
ED. 5761

Segunda época

A desistência da Tarpon em vender a Somos Educação deve durar só um verão. A gestora pretende retomar a negociação no primeiro semestre de 2018, na expectativa de que uma recuperação mais firme da economia valorize o ativo. Segundo o RR apurou, a melhor oferta recebida pela Tarpon teria ficado R$ 400 milhões abaixo da sua pedida.

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29.11.17
ED. 5755

Tarpon com um pé fora

A Tarpon estaria em negociações para vender sua participação na Omega Energia, que reúne 11 usinas, entre PCHs e eólicas. A operação é avaliada em mais de R$ 600 milhões.

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09.11.17
ED. 5742

Não é só pelos R$ 2

Há um pequeno grande hiato nas negociações para a venda da Somos Educação à Kroton. Com 74,8% do capital, a Tarpon está pedindo R$ 25 por ação. A Kroton parou nos R$ 23 – o papel está cotado no mercado a R$ 19. O que está em jogo é uma diferença de quase R$ 400 milhões.

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02.10.17
ED. 5716

Rondando as salas de aula

O norte-americano HIG Capital ronda as salas da aula da Somos Educação, leia-se Tarpon Investimentos.

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04.09.17
ED. 5697

O próximo capítulo da BRF

O expurgo de Pedro Faria da presidência da BRF já estava escrito nas estrelas – e no RR (edição de 27 de julho). O que mobiliza a companhia neste momento são as centelhas na relação entre Abilio Diniz e a Tarpon Investimentos.

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27.07.17
ED. 5670

Cristal rachado

A relação entre Abilio Diniz e a Tarpon, que parecia inquebrantável, tem apresentado vários pontos de fissura. De acordo com informações filtradas junto à BRF, Abilio já rechaçou dois nomes indicados pela gestora para a vice-presidência de finanças da empresa – o cargo está vago há cinco meses. Ao mesmo tempo, frita o CEO da companhia, Pedro Faria, sócio da Tarpon. Na BRF, a iminente saída de Faria já é tratada como a gota d ́água que pode entornar de vez a sociedade.

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26.06.17
ED. 5647

Fundo de Cingapura é o novo adversário da Kroton

A Kroton está prestes a ser abalroada por dois bólidos: de um lado, o Cade; do outro, o GIC, que surge como novo consolidador do mercado de educação. O fundo soberano de Cingapura se aproveita do duplo chapéu de acionista tanto da Cruzeiro do Sul Educacional quanto da Somos Educação para costurar a associação entre as duas companhias. Da primeira, os asiáticos têm 40%; da segunda, 18%. As tratativas são conduzidas por Eduardo Samara, que assumiu, em fevereiro, o posto de vice-presidente sênior do GIC no Brasil.

A proposta de fusão conta com o apoio de outros acionistas das duas empresas, sobretudo daqueles que mais pesam na balança, tanto de um lado quanto do outro: pela Cruzeiro do Sul, as famílias Figueiredo e Padovese, fundadoras e ainda acionistas majoritárias; pela Somos, a Tarpon Investimentos, dona de 74,8% da companhia. Todos, assim como a própria GIC, teriam uma participação relevante na nova empresa. As duas redes de ensino vivem circunstâncias distintas. Desde que assumiu o controle da antiga Abril Educação no lugar dos Civita, há pouco mais de dois anos, a Tarpon corta um dobrado para colocar o negócio nos eixos. Em 2015, amargou um prejuízo de mais de R$ 600 milhões.

No ano passado, à custa de muitos cortes, conseguiu reduzir as perdas para R$ 70 milhões. Nesse período, ainda teve de desmantelar um esquema montado por alguns funcionários da Somos para a compra irregular de material no âmbito do Programa Nacional do Livro Didático (PNDL). A Cruzeiro do Sul tem tirado melhores notas no quesito performance financeira.

Nos últimos dois anos, teve um lucro combinado de quase R$ 150 milhões. Ainda assim, falta-lhe escala e capilaridade para concorrer com os grandes grupos do setor – sua atuação está praticamente restrita a São Paulo. Há pelo menos dois anos, as famílias Figueiredo e Padovese alimentam a ideia do IPO do grupo. No entanto, a chegada do GIC, que, em janeiro deste ano, comprou a participação do fundo inglês Actis, colocou no horizonte a possibilidade de fusão com a Somos. A combinação resultaria em um grupo com um Ebitda de mais de R$ 600 milhões e um faturamento de R$ 2,6 bilhões, a números de 2016 – para efeito de referência, algo como um terço da receita somada de Kroton e Estácio.

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18.04.17
ED. 5601

Esparadrapo

A Tarpon pretende se desfazer da Cremer, fabricante de artigos hospitalares. Na própria gestora, o ex-BTG Marcelo Hallack é visto como um forte candidato ao negócio. Filho do ex-presidente da Camargo Corrêa, Vitor Hallack, Marcelo é o principal sócio da Bionexo, empresa de investimentos na área hospitalar.

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31.03.17
ED. 5590

Um pé fora da bolsa

A Somos Educação deverá trancar sua matrícula em bolsa. A Tarpon, controladora da empresa, prepara uma oferta para comprar os 5,4% de ações ordinárias da antiga Abril Educação que ainda estão no mercado. Em tempo: não por acaso, os papéis subiram quase 8% nos últimos dois pregões.

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01.12.16
ED. 5507

Somos Educação

O GIC, fundo soberano de Cingapura, vai beliscar mais um pedaço da Somos Educação. Com 18,5%, o grupo asiático é o segundo maior acionista da empresa. À frente, só a Tarpon (76%), de onde viria o novo naco de ações.

• As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Somos Educação.

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01.06.16
ED. 5380

Curativo

A Tarpon colocou à venda a Cremer, fabricante de artigos hospitalares. A gestora detém 96% da empresa. Procurada pelo RR, a Tarpon não comentou o assunto.

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15.01.16
ED. 5288

Somos Educação tranca sua matrícula na Bolsa

 A Tarpon Investimentos, dona de 75,9% da Somos Educação, prepara o fechamento de capital da companhia. A operação passa pela recompra dos poucos mais de 5,4% em mercado. Tomando-se como base apenas o valor da ação no pregão de ontem (R$ 11,40) – portanto, sem embutir qualquer ágio sobre os títulos – essa fatia está avaliada em R$ 160 milhões. O GIC, fundo soberano de Cingapura, seguirá no capital da antiga Abril Educação, com 18,5%.  Aos olhos da Tarpon, não existe razão para manter em mercado uma empresa com um free float tão baixo e que gradativamente vem perdendo atratividade para os investidores. Além disso, há uma janela de oportunidade, uma vez que todas as ações de empresas da área de educação estão razoavelmente depreciadas. Não deixa de ser também uma medida preventiva para evitar uma cláusula de tag along e uma queda de braço com minoritários no caso de uma eventual venda do controle.  Na paralela, a Tarpon embala um agressivo plano de aquisições para a Somos. A companhia pretende chegar a 30 mil alunos até 2018 – um aumento de 40% em relação à base atual. A meta da Tarpon é dobrar o faturamento da Somos em até três anos, chegando à marca de R$ 3 bilhões.

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 A Tarpon prepara sua primeira grande investida desde que assumiu o controle da antiga Abril Educação, atual Somos. O grupo estaria em negociações para a compra da Universidade Veiga de Almeida, do Rio de Janeiro, que reúne cerca de 15 mil alunos. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Somos e Veiga de Almeida.

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 Após uma trabalhosa reestruturação, a Tarpon busca um comprador para parte de suas ações na Cremer . A gestora de recursos está praticamente sozinha no controle. Por meio da Arapaima Participações, detém 96% da fabricante de artigos hospitalares.

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15.07.15
ED. 5163

Wise Up é reprovada na prova final da Tarpon

A Tarpon Investimentos vai limpar a área na Abril Educação para iniciar um agressivo programa de aquisições de escolas de educação básica no Brasil. Limpar a área, entenda-se, é vender a Wise Up, que se revelou um mastodonte difícil de ser digerido. A rede de idiomas – comprada em fevereiro de 2012 por R$ 877 milhões – é responsável por cerca de 30% da queda do lucro da Abril Educação no período. O resultado de R$ 100 milhões de dois anos atrás se esfarelou e caiu nada menos do que 40% de lá para cá. Não tem crescimento de receita que dê jeito na situação – no mesmo período, a companhia teve um aumento de 45% no faturamento. Nada disso seria possível nos tempos em que os Civita davam as cartas na empresa. A Tarpon se viu na obrigação de comprar o controle inteiro, assumir o risco e fazer a faxina necessária. Até o nome não será mais o mesmo – como antecipou o RR na edição nº 5.115. Nada que lembre a Abril. A nova marca é Somos Educação. A entrada da Tarpon no processo de consolidação do ensino básico terá como cartão de visita a compra de dezenas de unidades em todo o país. A gestora está rastreando os números de, pelo menos, 20 escolas, que, se arrematadas, deverão aumentar em 40% o número de alunos. A rede passará a ter quase vinte mil matriculados. Ainda permanecerá no terceiro lugar do ranking, mas vai encurtar bastante a distância que a separa da Eleva, de Jorge Paulo Lemann, com 28 mil alunos. O líder é o Grupo COC, de Chaim Zaher, com quase 50 mil estudantes. A estratégia de curto prazo passa apenas pelos segmentos de ensino fundamental e médio, mas não está descartado que a Tarpon invista em aquisições de universidades e dispute espaço com grupos do porte da inglesa Pearson e da norteamericana Laureate. Um dos alvos prediletos da Tarpon é a Cruzeiro do Sul, que tem o fundo britânico Actis entre os principais sócios.

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