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planos
21.06.17
ED. 5644

Biosev e seus dois caminhos

Oferta de ações em Bolsa ou uma emissão internacional de bonds? Até o fim de julho, a Biosev, braço sucroalcooleiro da Louis Dreyfus, decidirá o caminho que vai tomar. É longa a estrada que leva à redução do passivo.

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06.06.17
ED. 5634

Bênção ministerial

A Louis Dreyfus, a japonesa Zen-Noh Grain e a Amaggi, da família do ministro Blairo Maggi, costuram um megaconsórcio para disputar concessões ferroviárias. O trio já tem negócios conjuntos no Brasil na originação de grãos e no setor portuário. A Louis Dreyfus e a Zen-Noh entram com a grana. A Amaggi, prioritariamente com o sobrenome. Consultadas, as três empresas não comentaram o assunto.

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21.03.17
ED. 5582

Tapa-buraco

Cargill, Bunge, Louis Dreyfus e Maggi discutem a criação de um consórcio para disputar a concessão da BR-163, prevista para o segundo semestre. As tradings já não suportam mais perder um caminhão de dinheiro a cada safra devido às péssimas condições da rodovia. Só no ano passado, o prejuízo foi de R$ 350 milhões.

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20.03.17
ED. 5581

Açúcar na Bolsa

A Biosev, braço sucroalcooleiro da Louis Dreyfus, prepara uma oferta de ações. Espera captar cerca de R$ 1,5 bilhão.

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20.12.16
ED. 5520

Com açúcar e afeto

A Louis Dreyfus prepara uma oferta pública de ações da Biosev para o raiar de 2017.

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08.11.16
ED. 5491

“PPP agrícola”

 O ministro Blairo Maggi está decidido a criar um novo modelo para o seguro rural, com a participação da iniciativa privada. Maggi está convocando os dirigentes de grandes tradings que atuam no país, como Cargill, Bunge e Louis Dreyfus, para discutir uma proposta.

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alga-rr-6
06.09.16
ED. 5449

Terminal da Algar

 A Algar Agro, braço agrícola do grupo Algar, decidiu ser uma das sócias do Tegram, terminal de grãos controlado pela CGC, Louis Dreyfus, Amaggi e Nova Agri. A negociação ainda é mantida a sete chaves, mas sua participação deverá ser de 20%, semelhante à de cada integrante do quarteto. Consultada, a Tegram nega a operação. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não se pronunciaram: Algar Agro.

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09.06.16
ED. 5386

Ferrovia do grão

 O Planalto está particularmente empenhado em deslanchar a construção da chamada Ferrogrão. Tratase de um raro projeto de infraestrutura ferroviária que atrai o interesse de grandes grupos, notadamente tradings agrícolas, como Louis Dreyfus e Cargill .

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15.03.16
ED. 5327

Trem da soja

 Um pool de tradings chinesas poderá se unir à Cargill e Louis Dreyfus para viabilizar a construção da “Ferrogrão”, ligação ferroviária entre o Centro-Oeste e portos da Região Norte, orçada em R$ 11 bi.

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26.02.16
ED. 5315

Louis Dreyfus

 A Louis Dreyfus deverá fazer um aporte de R$ 300 milhões na Biosev. Com uma dívida de curto prazo de R$ 3 bilhões, a sucroalcooleira precisa de glicose na veia. Procurada pelo RR, a Louis Dreyfus não comentou o assunto.

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15.02.16
ED. 5306

Cargill e Louis Dreyfus navegam na mesma direção

  Cargill e Louis Dreyfus costuram uma associação na área de logística portuária no Brasil. O objetivo é montar uma grande operação conjunta de escoamento de grãos. A negociação envolveria a criação de uma joint venture englobando todas as participações da dupla em terminais portuários no Brasil. Com o capital dividido meio a meio, a nova empresa nasceria com presença nos portos de Santos (SP), Paranaguá (PR), Santarém (PA) e Porto Velho (RO), além de futuras parcerias nos próximos leilões do setor. A negociação avançou depois da recente aquisição de um terminal no porto santista, por um consórcio entre as duas empresas. Consultada, a Cargill nega a operação. Já a Louis Dreyfus não quis comentar o assunto.  Segundo o RR apurou, a primeira investida da joint venture seria o leilão de construção e operação da linha ferroviária entre Sinop (MT) e Miritituba, na cidade de Itaituba, no Pará, um projeto de R$ 12 bilhões. A Cargill e a Louis Dreyfus Commodities estariam tentando atrair o Grupo Amaggi para o consórcio. Se forem bem sucedidas na tratativa com a companhia do senador Blairo Maggi, entre as grandes tradings agrícolas deverão ter apenas a Bunge como uma grande concorrente no leilão. A intenção do governo é realizar a licitação da ferrovia no fim deste ano ou no início de 2017. O empreendimento está em análise no Tribunal de Contas da União (TCU) e ainda vai passar por uma série de audiências públicas da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Cargill, Louis Dreyfus, Amaggi e Bunge foram responsáveis conjuntamente pelos estudos de viabilidade econômica, ambiental e técnica do empreendimento, que vão servir de base para a concessão do trecho ferroviário.  Caso seja consumada, a sociedade com a Louis Dreyfus preencherá uma lacuna importante nos planos da Cargill para o Brasil. Já há algum tempo os norte-americanos flertam com a ideia de buscar sócios não apenas para seus empreendimentos na área portuária, mas também para outros negócios no país. A cautela da companhia se deve aos recentes prejuízos acumulados no Brasil, notadamente no mercado sucroalcooleiro e na área de citricultura.

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12.01.16
ED. 5285

Aos pedaços

 Após transferir 5% da Biosev para o IFC, a Louis Dreyfus estaria negociando com fundos de investimento europeus a venda de mais uma fatia do grupo sucroalcooleiro. Os franceses negam a operação.

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 Cargill, Louis Dreyfus , Bunge e Amaggi buscam mais um sócio para a construção da ferrovia entre Sinop (MT) e Miritituba (PA), orçada em R$ 11,5 bilhões.

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22.09.15
ED. 5211

Louis Dreyfus tritura suas usinas no Brasil

O clima na Louis Dreyfus Commodities (LDC) é de vai ou racha. Os franceses estão embalando um pacote de medidas no que deverá ser a última tentativa de debelar os seguidos prejuízos da Biosev, sua operação sucroalcooleira no Brasil. Nas próximas semanas, a companhia deverá desativar duas usinas de açúcar e álcool nas cidades de Pedra de Fogo (PB) e Arez (RN), encerrando de vez as atividades no Nordeste. Também estaria em pauta o fechamento de mais duas das cinco unidades ainda em funcionamento em São Paulo – no ano passado, os franceses paralisaram a produção nas cidades de Jardinópolis e São Carlos. Formalmente, a Biosev nega o fechamento das refinarias. Há muito que a LDC já gostaria de estar longe desses canaviais. Nos últimos três anos, o grupo fez duas tentativas de vender seus ativos de açúcar e álcool no Brasil, mas as propostas apresentadas não chegaram nem perto do valor pedido. Os franceses já investiram R$ 2 bilhões na operação, mas só colhem prejuízos: mais de R$ 3 bilhões nos últimos seis anos. A maior praga no balanço é a dívida de curto prazo de R$ 3 bilhões, para um patrimônio líquido inferior a R$ 500 milhões. E assim a LDC segue na rotina de triturar cana e esmagar o social: a cada usina fechada, lá se vão 300 ou 400 postos de trabalho.

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07.07.15
ED. 5157

Cutrale e Votorantim se espremem na CitrusBR

As relações entre dois dos mais importantes sobrenomes empresariais do país andam mais amargas do que um limão verde recém- tirado do pé. De um lado, José Luis Cutrale, maior exportador de suco de laranja do mundo; do outro, os Ermírio de Moraes, tendo como coadjuvantes a família Fischer, sua sócia na Citrosuco, e a Louis Dreyfus Commodities (LDC). O motivo para o azedume é a desoneração tributária do suco de laranja no varejo ou, mais precisamente, a forma como a Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR) vem conduzindo o assunto junto ao governo. Cutrale está irritado com o que considera uma postura extremamente passiva e conformista da Citrosuco e da LDC – ao lado da Cutrale, os únicos associados da CitrusBR. O empresário defende que a CitrusBR adote uma atitude mais agressiva na defesa da desoneração, seja na interlocução direta com o governo, seja nas manifestações públicas de seus dirigentes. Cutrale está intransigente e sua posição coloca em risco a própria integridade da instituição. O empresário não faz ameaças formais, mas vai além da guerra fria. Deixa antever que uma entidade com tão poucos associados não suportará o dissenso. Oficialmente, a Citrus- BR nega as divergências e garante que o projeto de desoneração tem o apoio irrestrito das três associadas. Segundo a entidade, “devido ao ajuste fiscal em andamento, é preciso ter cautela e serenidade diante do pleito em questão”. Faz um certo sentido. No momento em que a Fazenda quebra a cabeça para conter a queda de arrecadação, não é simples reivindicar isenção de PIS e Cofins nas vendas de laranjada no varejo. Mas, cada cabeça uma sentença. Talvez o que Citrosuco e Louis Dreyfus entendam como cautela e serenidade José Luis Cutrale enxergue como ausência de ousadia, firmeza e até mesmo de representatividade junto ao governo.

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24.06.15
ED. 5148

Louis Dreyfus

As feridas nas finanças da Louis Dreyfus Commodities terão cada vez menos algodão para ajudar na cicatrização. O grupo francês estuda desativar uma de suas três unidades destinadas a  produção da fibra no Brasil. Formalmente, a Louis Dreyfus nega a medida.

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07.05.15
ED. 5115

Louis Dreyfus com um pé fora dos canaviais

A Louis Dreyfus cansou de plantar investimentos e só colher bagaço. O grupo francês colocou a  venda o controle da Biosev, seu braço sucroalcooleiro no Brasil. O pacote reúne 12 usinas, com capacidade para moer cerca de 36 milhões de toneladas de cana-de-açúcar por safra. Um forte candidato a  operação é a Brookfield Asset Management, que também negocia a compra dos ativos da indiana Shree Renuka no Brasil. A gestora de recursos canadense já sinalizou ter cerca de US$ 800 milhões para a aquisição de empresas em dificuldades financeiras na área de bioenergia. A Biosev se encaixa neste figurino. Nas últimas duas safras, acumulou perdas de R$ 2 milhões. Proporcionalmente, a dívida da empresa disparou nos últimos 12 meses. Hoje, o caixa de R$ 200 milhões cobre apenas um décimo do passivo de curto prazo. Há pouco mais de um ano, essa relação estava em 85%. Desde 2009, quando comprou a antiga Santelisa Vale, a Louis Dreyfus nunca soube o que é ganhar dinheiro com açúcar e álcool no Brasil. Os franceses investiram mais de R$ 2 bilhões na Biosev e, em troca, amargam sucessivas safras de prejuízo. Nesse período, as perdas da companhia somaram mais de R$ 3 bilhões. Curiosamente, apesar de todos os pesares, talvez este seja mesmo o melhor momento, aliás, o menos pior para a venda da empresa, graças a uma combinação de fatores exógenos e endógenos. Recentemente, o governo aumentou o índice de mistura de etanol a gasolina de 25% para 27%, o que permitirá ao setor aumentar suas vendas em aproximadamente um bilhão de litros ao ano. No front interno, a boa nova veio pela voz da Fitch. No mês passado, a agência decidiu manter a nota de crédito e remover a observação negativa do rating da Biosev. Há meses, a empresa convivia com o fantasma do rebaixamento da classificação de risco.

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31.01.14
ED. 4829

Chineses invadem as terras da Bayer no Brasil

 Há uma nuvem de gafanhotos chineses sobrevoando as lavouras da Bayer no Brasil. Os asiáticos têm se revelado uma praga para os planos de expansão do grupo no mercado brasileiro de defensivos agrícolas. A Chongqing Huapont Pharm atravessou o caminho da Bayer e está perto de fechar a compra da Biagro, fabricante de inoculantes líquidos para uso em lavouras. Os alemães vinham mantendo negociações com a empresa desde meados do ano passado. No entanto, a Chongqing teria entrado em cena com uma oferta arrasa-quarteirão. Caso a operação se confirme, será a segunda vez em um curto espaço de tempo que a Bayer perderá um ativo no Brasil para um concorrente asiático. No início deste ano, as também chinesas Langfeng e Tide Group, acompanhadas da italiana Agroventure, fecharam a aquisição da Prentiss, fabricante de defensivos sediada no Paraná. O enredo foi similar: os alemães correram, correram, mas, nos últimos metros, acabaram superados. A iminente perda da Biagro para a Chongqing Huapont vai doer fundo na Bayer. Neste caso, o que está em jogo não é apenas a operação em si, mas o que ela representa na disputa por cada hectare do mercado brasileiro de defensivos agrícolas – setor que movimenta mais de US$ 10 bilhões e cresce, na média, 14% por ano. A investida sobre a Biagro é apenas a ponta do iceberg de um projeto maior. A Chongqing promete deslanchar uma agressiva estratégia de aquisições no Brasil. Embora dominado por grandes players internacionais, como Basf, Dupont Syngenta e a própria Bayer, o setor é povoado de fabricantes de médio porte com razoável presença regional. Ressalte-se que os chineses já têm sua raiz fincada no Brasil. São sócios da Nutrichem e da CCAB Agro, neste caso em parceria com a francesa Louis Dreyfus e com um consórcio de produtores agrícolas do Centro-Oeste, de Minas Gerais e da Bahia.

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