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07.08.17
ED. 5677

Cultura e Fnac: um livro em busca de um epílogo

A Cultura comprou a Fnac no Brasil ou foi a Fnac que comprou a Cultura? Os credores da rede de livrarias paulista acreditam que é apenas uma questão de tempo para que a segunda hipótese venha à tona. Entre as editoras e os bancos, circula a informação de que o grupo francês teria acertado com a família Herz uma opção de aquisição futura
da companhia. Consultadas pelo RR, as duas empresas não quiseram falar sobre o assunto. Uma futura transferência ao avesso justificaria o inusitado pagamento de R$ 130 milhões que o “vendedor”, a Fnac, fez ao “comprador”, a Cultura. Oficialmente, os recursos serão usados pela rede paulista para saldar parte dos seus passivos.

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Após o enlace entre a Cultura e a Fnac, a Amazon voltou à carga sobre a Livraria Saraiva.

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18.07.17
ED. 5663

Páginas em branco

A Livraria Cultura não deverá retomar a parceria com a japonesa Rakuten para a venda do Kobo, leitor de livro digital. A empresa suspendeu a comercialização do equipamento em janeiro, sob a alegação de que aguardava uma decisão do STF sobre a tributação dos dispositivos fabricados no exterior. A sentença saiu em março, o Supremo confirmou que os e-readers podem ser importados sem impostos e, ainda assim, a Cultura não renovou seus estoques. Nos últimos meses, é bom lembrar, circulam no mercado informações de que a rede de livrarias da família Herz enfrenta dificuldades financeiras, renegocia dívidas com credores e estaria, inclusive, articulando sua fusão com a Saraiva.

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10.05.17
ED. 5615

As desencontradas páginas da Cultura

Nos últimos dias, tem circulado entre credores da Livraria Cultura a informação de que a empresa estaria prestes a receber um novo sócio em até 90 dias. Consultada, a companhia nega a venda de parte do capital. Pelo contrário: afirma que é consolidadora do setor e analisa aquisições no segmento de tecnologia. Recentemente, não custa lembrar, surgiram especulações no mercado sobre uma fusão com a Saraiva, fato também negado pelo empresário Sergio Herz, dono da Cultura.

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29.03.17
ED. 5588

À espreita

O investidor sul-coreano Mu Hak You, minoritário da empresa por meio do fundo GWI e desafeto da família Saraiva, teria retomado a compra de ações da rede de livrarias. Qualquer semelhança com a possível fusão entre a Saraiva e Cultura não é mera coincidência.

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22.03.17
ED. 5583

Tríplice autoria

A possível fusão entre a Saraiva e a Livraria Cultura não é uma obra escrita somente a quatros mãos. A Amazon surgiria no posfácio, com uma participação no capital da nova empresa. Os norte-americanos passariam a ter acesso e direito de comercialização do acervo e títulos das duas empresas. Procurada, a Cultura nega as tratativas. Amazon e Saraiva não se pronunciaram.

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08.03.17
ED. 5573

Livro caixa 1

Sergio Herz, acionista e presidente da Livraria Cultura, estaria conduzindo pessoalmente negociações com os grandes credores da companhia. Só com as editoras, as dívidas já passariam dos R$ 40 milhões. Procurada, a Cultura nega as tratativas.

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08.03.17
ED. 5573

Livro caixa 2

Por sinal, as especulações sobre a possível fusão entre a Cultura e a Saraiva têm feito muito bem aos acionistas desta última. Em cinco dias, as ações da Saraiva subiram mais de 15%.

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30.01.17
ED. 5549

Pé na soleira

A Amazon, que insiste em ter uma estrutura física no Brasil, monitora de perto os percalços financeiros da Livraria da Cultura.

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13.01.16
ED. 5286

Livraria Cultura é best-seller na Amazon

 A Amazon não desiste de ter uma estrutura de lojas físicas no Brasil. Após duas frustradas investidas para a compra da Saraiva, os norte-americanos elegeram um novo alvo: a Livraria Cultura. Com 19 pontos, a rede controlada pela família Herz fatura R$ 600 milhões por ano. O RR teve a informação de que as duas empresas já estão em conversações. Embora não apresente nem de longe a abrangência territorial da Saraiva e suas 120 lojas, a Cultura é vista como uma empresa bem mais azeitada. Seus números e seu modelo de negócio enchem os olhos dos norte-americanos. A companhia não tem o grau de dispersão da Saraiva, dona também de uma editora, e muito menos seu nível de alavancagem financeira. Além disso, há importantes similitudes nos sistemas operacionais da Amazon e da Cultura. No ano passado, por exemplo, a família Herz investiu R$ 1 milhão em um processo de precificação de produtos semelhante ao adotado pelos norte-americanos. Seria uma premonição?  A compra da Cultura permitiria à Amazon impulsionar a venda de livros físicos no Brasil, segmento no qual a empresa tardou a entrar – muito em função da pressão da própria Saraiva sobre as editoras nacionais. Além disso, possibilitaria aos norteamericanos dominar quase metade do mercado de leitores digitais no país, somando-se o share do Kindle, seu produto, ao do Kobo, comercializado pela Cultura.

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