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Camargo Corrêa e Queiroz Galvão tentam empurrar o moribundo Estaleiro Atlântico Sul (EAS) e suas dívidas de mais de R$ 2,5 bilhões para a Hyundai. Vale lembrar que a empresa já teve um sócio sul-coreano, a Samsung, que deixou o negócio em 2012, quando o navio começou a adernar.

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15.09.16
ED. 5455

Ano com sinal vermelho para Grupo Caoa

 Este promete ser um ano sofrido para Carlos Alberto de Oliveira Andrade. Citado nas Operações Zelotes e Acrônimo, o empresário também enfrenta problemas em seus negócios. Representante da Hyundai, o Grupo Caoa caminha para fechar 2016 no vermelho. A se confirmar, seria o primeiro prejuízo em mais de uma década. O Caoa disse que “a informação não procede”. O RR, então, insistiu algumas vezes na pergunta: “O Caoa, portanto, está operando com lucro?” O grupo não respondeu nem que sim nem que não.

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18.05.16
ED. 5371

Hyundai quer distância das sinuosas trilhas do Grupo Caoa

 A permissividade da Hyundai diante dos sucessivos escândalos protagonizados por Carlos Alberto de Oliveira Andrade, o “Caoa”, parece ter chegado ao limite. Para os sul-coreanos, está mais do que na hora de deixar o temerário sócio pelo caminho, romper a parceria com o Grupo Caoa – representante da montadora no país desde 2000 – e assumir integralmente seus negócios no mercado brasileiro. Segundo o RR apurou, o próprio planejamento estratégico da Hyundai Brasil para o próximo ano já contemplaria o fim do acordo com a Caoa. Mesmo porque o tempo em que a companhia asiática era dependente ou, mais do que isso, refém da estrutura industrial e comercial do parceiro ficou para trás. Nos últimos dois anos, a montadora criou uma operação que lhe permite trafegar com as próprias rodas no Brasil. Além da fábrica de Piracicaba (SP), a Hyundai montou uma rede de revenda com mais de 210 concessionárias, capazes não apenas de comercializar os veículos que saem da unidade paulista, mas também os modelos produzidos pela Caoa na planta industrial de Catalão (GO). Procurada pelo RR, a Hyundai informou que “não comenta detalhes estratégicos de seu relacionamento com parceiros comerciais, como é o caso do Grupo Caoa”. Por sua vez, a Caoa não se pronunciou.  A Hyundai quer se livrar do “Risco Caoa” antes que, por vias oblíquas, ela própria acabe sendo tragada pelo turbilhão de denúncias e acusações contra o empresário. Neste momento, estar ao lado de Carlos Alberto de Oliveira Andrade já é, por si só, uma ameaça à reputação de qualquer corporação. “Caoa” leva no bagageiro um sem-número de escândalos recentes. No âmbito da “Operação Acrônimo”, é suspeito de ter repassado R$ 2 milhões a Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, lobista ligado ao governador Fernando Pimentel, para assegurar a aprovação de Portaria favorável ao Grupo Caoa. O empresário também é figurinha carimbada na Zelotes, que, além do esquema de pagamento de propinas a integrantes do Carf, investiga a suposta compra de trechos de Medidas Provisórias de interesse da montadora.  Além da agenda policial, outro ponto estimula a Hyundai a romper a sociedade com a “Hyundai do B”: o próprio desempenho das duas operações. Comparativamente, os sul-coreanos têm sofrido menos com a crise da indústria automobilística do que o parceiro. Nos quatro primeiros meses do ano, as vendas da montadora asiática no Brasil caíram 20% em relação a igual período de 2015. No caso do Grupo Caoa, responsável pela produção de alguns modelos da Hyundai em Catalão, a trombada foi muito maior: a queda chega a 45%.

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02.02.16
ED. 5300

Excesso de peso

 A Hyundai esperava que os US$ 65 milhões investidos na fábrica de elevadores gaúcha se convertessem em 10% de share até 2015. O prazo passou e nada: menos de 5% de participação e 70% de ociosidade na fábrica. Consultada, a Hyundai nega a informação.

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