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17.02.17
ED. 5563

Um celular na mão e uma propina na cabeça

A delação premiada de Fernando Cavendish oferece uma videoteca que merecia ser disponibilizada ao público. Os próprios procuradores estão impressionados com a recorrência com que o empreiteiro costumava gravar filmetes de seus encontros com Sérgio Cabral, a exemplo do já notório registro de um jantar entre casais em Paris. Nessas ocasiões, corruptor e subornado costumavam falar as maiores barbaridades quase em tom de galhofa.

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07.12.16
ED. 5511

O fósforo e a pólvora

O Planalto busca desesperadamente uma fórmula de levar Sérgio Moro a reduzir a marcha na delação premiada de Marcelo Odebrecht. Segundo fonte do RR, o argumento, em linhas gerais, é o da boa e velha ética da responsabilidade. Em palavras simples: se Moro deixar a delação correr livre e solta no atual ambiente institucional, vai tocar fogo no país. O problema é como se fala e quem fala. Há o risco da má interpretação do pedido. Moro é afeito da ética da convicção e pode transformar a iniciativa do governo em uma bomba na direção reversa.

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 Leo Pinheiro, da OAS , é nitroglicerina em dose dupla: além da Lava Jato, negocia um acordo de delação no âmbito da Operação Greenfield, que investiga desvios nos fundos de pensão.

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26.10.16
ED. 5483

Bons de bola

 A eventual delação de Eduardo Cunha causa apreensão também entre os cartolas da CBF. Cunha tem uma história de tabelinhas com a entidade. Foi ele, inclusive, quem indicou o deputado Marcelo Aro (PHS-MG) para a diretoria de ética e transparência da CBF.

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 Sergio Cabral, o governador licenciado Luiz Fernando Pezão e os Picciani têm se esforçado para antever o potencial destrutivo da delação premiada do empreiteiro Fernando Cavendish, ex-Delta. O mais calmo dos três, como sempre, é “Serginho”.

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18.10.16
ED. 5477

Delação destilada

 Gim Argello reabriu as negociações para uma delação premiada. Por duas vezes, os procuradores da Lava Jato brecaram o acordo por entender que o ex-senador contava da missa apenas a metade em seus depoimentos. Agora que foi condenado a 19 anos de prisão, Argello vai soltar a voz.

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 Além de mencionar o suposto envolvimento do senador Valdir Raupp em um esquema de corrupção na BR Distribuidora, a delação de Nestor Cerveró também descortina sinuosas relações do peemedebista com a Eletronorte .

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 Só se fala na incriminação de políticos e dirigentes de estatais quando o assunto é a esperada delação premiada de Marcelo Odebrecht. Mas não devem faltar estilhaços para seu desafeto e ex-sócio, Bernardo Gradin.

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 Geddel Vieira Lima anda tenso. O ministro da Secretaria de Governo também seria um contumaz interlocutor do grampeador-mor da República, o ex-presidente da Transpetro, Sergio Machado.

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17.03.16
ED. 5329

“Delação premiada” da EY

 Contratada pela Petrobras no âmbito da nova política de governança da estatal, a EY tem sabatinado funcionários da companhia com o objetivo de antecipar eventuais casos de gestão temerária e desvios de conduta. Segundo o RR apurou, uma das missões da consultoria é produzir relatórios que são regularmente encaminhados ao Ministério Público. Quem já viu um desses documentos garante que se trata de uma “delação premiada” tão inócua e improdutiva quanto pretensiosa. Procurada, a EY não se pronunciou, alegando confidencialidade de contrato. A Petrobras também não quis se manifestar.

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29.02.16
ED. 5316

Interrogação

 José Carlos Bumlai não se prontificou ainda a fazer uma delação premiada. Mas sua família tem consultado um advogado com notória experiência no assunto.

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20.01.16
ED. 5291

“Google Maps” do Lava-Jato

 No QG da Lava Jato, a delação premiada do empresário João Antônio Bernardi Filho já é chamada de “Google Maps”. Seus depoimentos têm sido decisivos para mapear os passos do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, aqui e lá fora.

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10.09.15
ED. 5203

Nova delação

Nos bastidores da Lava Jato já se dá como certo que o lobista Fernando Antônio Hourneaux vai engrossar o bloco da delação premiada.

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Ontem, circulava pelos corredores da Câmara – a casa do cada vez mais encalacrado Eduardo Cunha – a informação de que Ricardo Pessoa teria feito novas denúncias contra o governador de Alagoas, Renan Calheiros Filho. Em delações anteriores, Pessoa afirmou que a doação de R$ 1 milhão da UTC para a campanha do filho de Renan Calheiros era pagamento de propina.

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Deve sair nos próximos dias, em uma grande revista nacional: o ex-diretor da área internacional da Petrobras Jorge Zelada vai aderir à delação premiada.

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Em seu mais recente depoimento, o delator premiado Ricardo Pessoa, da UTC, teria feito novas revelações sobre desvios de recursos no Sistema Eletrobras.

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