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03.07.17
ED. 5652

Um raro sinal de otimismo com a economia

Credit Suisse pretende ampliar sua operação de investment banking no Brasil, na expectativa de reabertura da temporada de IPOs nos próximos meses.

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27.01.17
ED. 5548

Aluga-se

Mais um sinal da crise no mercado imobiliário: um quarto dos imóveis da carteira do CSHG II, fundo de real estate do Credit Suisse no Brasil, está vago.

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 A Forno de Minas, do empresário Helder Couto Mendonça, estaria fechando a contratação do Credit Suisse. Dessa fornada, deverá sair a venda de parte do capital da companhia. Aliás, esse pão de queijo já foi e voltou no balcão: na década passada, Mendonça vendeu a empresa para a fabricante de alimentos norte-americana General Mills, recomprando-a alguns anos depois. Desta vez, pretende ficar no negócio como majoritário. • Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Forno de Minas.

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14.06.16
ED. 5389

Oxigenação

 A Hapvida, maior empresa de medicina de grupo do Nordeste, busca um só- cio. Já teria contratado o Credit Suisse para garimpar candidatos a comprar uma participação na empresa, dona de uma carteira de três milhões de clientes. Em 2015, aliás, o próprio banco trabalhou na modelagem do IPO da Hapvida, mas a operação ficou pelo caminho por conta das condições adversas do mercado. Procurada pelo RR, a Hapvida não comentou o assunto.

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22.02.16
ED. 5311

Jogando a toalha

 Um dos maiores credores da Imcopa, o Credit Suisse praticamente jogou a toalha. Diante do fracasso das tentativas de recuperação da trading agrícola, o banco deverá fazer a baixa contábil dos seus créditos contra a empresa, um espeto da ordem de R$ 100 milhões. No total, a dívida da Imcopa com bancos e fornecedores passa de R$ 1 bilhão. O próprio Credit Suisse tentou buscar um sócio para a empresa, sem sucesso. Procurada pelo RR, a Credit Suisse não comentou o assunto.

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17.02.16
ED. 5308

TPG faz um plano de saúde na Hapvida

  O Texas Pacific Group (TPG), que administra US$ 80 bilhões em recursos, vem mantendo negociações para a compra de uma participação na cearense Hapvida. Trata-se da maior empresa de medicina de grupo do Norte e Nordeste, com mais de três milhões de vidas e faturamento de R$ 3 bilhões. Segundo o RR apurou, o médico Candido Pinheiro Lima, fundador da companhia, seguirá como acionista majoritário. Já há algum tempo a porta da Hapvida está entreaberta para a chegada de novos sócios. No ano passado, a empresa chegou a contratar o BTG e o Credit Suisse para conduzir seu IPO, mas a operação não resistiu às condições adversas do mercado.  No fim do ano passado, o TPG fez uma dupla oferta pelo controle dos hospitais Santa Joana e Memorial São José, em Recife, mas foi superado, respectivamente, pelo empresário Edson Bueno e pela Rede D´Or. Sem o aperitivo, os norte-americanos decidiram partir para o prato principal. Como prato principal entenda-se a oportunidade de ter uma participação relevante na maior operação integrada do setor no Norte e Nordeste. Além da gestão de planos de saú- de, a Hapvida congrega duas dezenas de hospitais, 70 clínicas e uma rede com mais de 100 laboratórios. Procuradas pelo RR, as seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto:  TGP e Hapvida.

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05.02.16
ED. 5303

Debandada

 O Credit Suisse ainda não fechou a torneira de saída de executivos. Uma fonte da instituição confidenciou que o desligamento de Marcelo Kayath, das áreas de renda fixa e variável, foi só a partida. O próximo da lista deverá ser o presidente José Olympio Pereira. Consultado, o Credit nega a saída de Olympio, mas confirma a de Kayath.

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  Há uma “erva daninha” na SLC Agrícola, dona de uma das maiores carteiras de propriedades rurais do país. É assim que o fundo inglês Valiance Asset Management tem sido visto pelo empresário Eduardo Longemann, acionista majoritário, e pelos bancos de investimento que coabitam o capital da companhia, entre eles Credit Suisse e Deutsche Bank. Detentor de 20% da SLC Landco , veículo responsável pelas principais aquisições do grupo, o private equity resolveu driblar o acordo que selou quando entrou no negócio, há três anos. Na ocasião, ficou previsto que o Valiance desembolsaria US$ 238 milhões até 2014 para ficar com 49% da SLC Landco. Até agora, investiu US$ 53 milhões, o que é confirmado pela SLC Agrícola. Segundo fontes próximas à SLC, Eduardo Longemann e os demais acionistas estariam dispostos a comprar a participação da Valiance, informação não confirmada pela empresa. O que está em jogo são os próximos passos de um dos maiores grupos agrícolas do país, com faturamento próximo de R$ 2 bilhões. O objetivo dos acionistas é evitar que o impasse engesse futuros investimentos do grupo. Ressalte-se que o momento é propício para novas investidas na compra de terras. No ano passado, o preço do hectare caiu mais de 20%.

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20.01.16
ED. 5291

Dinheiro na mão

 A Eletronorte está acertando com o Credit Suisse um empréstimo de pouco mais de R$ 100 milhões para financiar a construção da linha de transmissão entre Porto Velho e Jauru, em Rondônia.

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15.12.15
ED. 5269

Credit Suisse prepara o terreno para chineses

  O Credit Suisse, um dos principais credores da Imcopa, vestiu o figurino de adviser e saiu em busca de um comprador para a cooperativa agrícola. Entre os candidatos, está a chinesa Cofco, uma das maiores tradings de grãos da Ásia. A Imcopa, no entanto, é uma lavoura cercada de riscos. A companhia paranaense carrega uma dívida de R$ 1 bilhão. Além disso, está no meio de um rumoroso litígio. Seus credores tentam provar na Justiça que a cervejaria Petrópolis comprou, na calada da noite, uma participação na cooperativa e, por esta razão, é responsável por uma parcela do passivo – ver RR edição de 8 de outubro. O Credit Suisse não retornou nem comentou o assunto.

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 A suíça Emmi, um dos grandes fabricantes de laticínios da Europa, escalou o Credit Suisse para prospectar ativos no Brasil. O banco já bateu à porta da paulista Shefa e da catarinense Tirol. A primeira nega a venda do controle; a segunda não comenta o assunto, assim como a própria Emmi.

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 São cada vez maiores as chances de que o Credit Suisse assuma a gestão dos ativos do Banco Santos. O Centrus, um dos principais credores da antiga casa bancária de Edemar Cid Ferreira, já sinalizou ser favorável à proposta apresentada pelos suíços em julho. A posição do fundo de pensão do BC , inclusive, causou estremecimento nas relações com outros dois credores do Banco Santos, o Real Grandeza e o Postalis, ambos contrários à proposta do Credit Suisse. Desde a liquidação, os três fundos de pensão sempre votaram juntos. Pelo jeito, o pacto informal acabou

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08.10.15
ED. 5223

Walter Faria enfrenta novas acusações de sonegação fiscal

 Na mira da Lava Jato, acusado de receber recursos desviados da Petrobras e, posteriormente, repassá-los ao PT, o cervejeiro Walter Faria está no epicentro de mais um escândalo. As suspeitas sobre a participação do Grupo Petrópolis em um esquema de sonegação fiscal no Mato Grosso espalham-se por outras regiões. Os Ministérios Públicos de São Paulo e do Paraná se uniram ao seu congênere mato-grossense nas investigações contra a fabricante de bebidas. Há fortes indícios de que a empresa teria replicado o mesmo expediente nos dois estados. O esquema se basearia na devolução simulada de matéria-prima para a produção de cerveja, notadamente soja. A Petrópolis se beneficiaria de créditos fiscais referentes ao retorno do insumo ao fornecedor. No entanto, segundo as investigações, há evidências de que boa parte da matéria-prima declarada não retornava efetivamente ao seu fabricante, embora fossem emitidas notas fiscais relativas à devolução. Os procuradores dos três estados estão debruçados sobre calhamaços de guias de recolhimento supostamente frias.  O Ministério Público do Mato Grosso confirma o caso. Segundo o MP, há “um procedimento investigatório em tramitação na 14ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital, que antecede o inquérito, para apurar o suposto esquema envolvendo o Grupo Petrópolis”. O total sonegado pode chegar a R$ 140 milhões. Ainda de acordo com o MP, esse é o valor do processo administrativo que aguarda julgamento pela Secretaria de Fazenda do Mato Grosso. O RR também entrou em contato com o Ministério Público de São Paulo e do Paraná. Ambos não se pronunciaram, com a alegação de que apenas o MPMT, origem do processo, fala sobre o caso.  Segundo o RR apurou, no caso do Paraná e, sobretudo, de São Paulo, as cifras sob investigação seriam bem maiores, em razão dos volumes de mercadorias movimentados nos dois estados. As denúncias envolvem também a cooperativa paranaense Imcopa, uma espécie de irmã xifópaga da Petrópolis. Em 2009, ambas anunciaram uma associação para a produção e distribuição de soja. Os credores da Imcopa, entre os quais Credit Suisse e ING, tentam provar que Walter Faria é o verdadeiro dono da empresa e, portanto, responsável pelas dívidas de mais de R$ 1 bilhão da cooperativa agrícola.

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10.07.15
ED. 5160

Substituição

Candidata a  compra de ativos da Petrobras, notadamente na área de exploração e produção, a Total está em busca de um novo adviser. O anterior, o Credit Suisse, rompeu o acordo por divergências em relação ao modelo de remuneração.

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