Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

planos
10.11.17
ED. 5743

Entrelinhas

A ação da Saraiva caiu 16% em dois meses. Talvez seja só um soluço do mercado; talvez um sinal de que as conversas com a Amazon esfriaram.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.10.17
ED. 5718

Livro aberto

Desentendimentos entre a própria família Saraiva estariam travando uma nova investida da Amazon sobre a rede de livrarias brasileira. A Saraiva é um livro aberto de páginas em branco.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

Após o enlace entre a Cultura e a Fnac, a Amazon voltou à carga sobre a Livraria Saraiva.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.03.17
ED. 5583

Tríplice autoria

A possível fusão entre a Saraiva e a Livraria Cultura não é uma obra escrita somente a quatros mãos. A Amazon surgiria no posfácio, com uma participação no capital da nova empresa. Os norte-americanos passariam a ter acesso e direito de comercialização do acervo e títulos das duas empresas. Procurada, a Cultura nega as tratativas. Amazon e Saraiva não se pronunciaram.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

22.02.17
ED. 5566

Amazon clica na Netshoes

Realizar o tão prometido IPO ou ceder ao assédio de um gigante mundial do e-commerce? Este é o doce dilema dos sócios da Netshoes. A Amazon está cercando a empresa por todos os lados. Não é mera força de expressão. Os norte americanos estariam mantendo conversas paralelas com os principais acionistas do site de vestuário e artigos esportivos: aqui, Marcio Kumruian, fundador e CEO da empresa; lá fora, o Temasek, fundo soberano de Cingapura, e as gestoras Tiger Global e Iconiq Capital. A aquisição da Netshoes daria à Amazon uma fatia significativa das vendas online de vestuário esportivo no Brasil – seu faturamento gira em torno de R$ 2,5 bilhões por ano. Os norte americanos herdariam também operações na Argentina e no México. Consultada, a Netshoes nega a venda.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.01.17
ED. 5549

Pé na soleira

A Amazon, que insiste em ter uma estrutura física no Brasil, monitora de perto os percalços financeiros da Livraria da Cultura.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

05.10.16
ED. 5469

De olho nos livros

 A Amazon acompanha com muito interesse as disputas entre os acionistas da Saraiva.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

30.08.16
ED. 5444

Saraiva escreve páginas e páginas de desavenças societárias

 Independentemente do mérito, o contencioso com o minoritário Mu Hak You, dono da gestora GWI e detentor de 44% das PNs da Saraiva , tornou-se uma conveniente cortina de fumaça para os controladores da companhia. Este nevoeiro tem ajudado a eclipsar as desavenças na própria família que dá nome à maior rede de livrarias do país. Segundo informações filtradas junto à companhia, a terceira geração de acionistas, liderada pelo presidente Jorge Saraiva Neto, defende uma reformulação estratégica e, sobretudo, a entrada de um novo investidor no capital. Entre outras consequências, a medida é vista como fundamental para impulsionar a operação de e-commerce e permitir que a Saraiva faça frente a novos concorrentes, notadamente a Amazon. A proposta, no entanto, esbarra na “velha guarda”, personificada pelo próprio pai de Saraiva Neto, Jorge Eduardo Saraiva, chairman da companhia. Além da resistência à venda de parte do capital, os atritos se estenderiam ainda ao modelo de negócio. De perfil mais conservador, este grupo da família segue apostando na rede de lojas físicas – não obstante as seguidas quedas de receita da operação. No primeiro trimestre, as vendas caíram quase 4%, ao passo que o faturamento no comércio eletrônico subiu 11%. Ainda assim, os planos de abertura de quatro unidades ao longo deste ano estão mantidos.  Os atritos familiares se intensificaram com a venda da Editora Saraiva, no ano passado. Jorge Eduardo teria praticamente imposto a negociação da empresa à então Abril Educação, por R$ 725 milhões. Segundo o RR apurou, à época, Jorge Saraiva Neto tentou, até o último instante, brecar a venda. O empresário defendia o spinoff das livrarias e do braço editorial e a venda separada de participações, sem que a família necessariamente abrisse mão do controle. Foi voto vencido, como vem sendo, até o momento, em relação ao desembarque de um novo sócio na operação de varejo. Segundo a fonte do RR, diante de tamanho desgaste, o jovem empresário, de apenas 32 anos, já teria cogitado até entregar o cargo.  No dia a dia, os atritos têm atrapalhado a execução de medidas estratégicas na Saraiva. Que o diga o ex- Pão de Açúcar Enéas Pestana. O consultor entrou e deixou a companhia sem que parte expressiva das mudanças que propôs fosse implementada. Só agora, um ano depois, a Saraiva começou a reduzir o tamanho de algumas lojas, inclusive com a devolução de espaços em grandes shopping centers do país. • As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Saraiva.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

09.05.16
ED. 5364

Saraiva x Amazon

 A guerra entre Saraiva e Amazon vai esquentar. A rede de livrarias pretende entrar na Justiça acusando o gigante do comércio eletrônico de praticar dumping no Brasil com a venda de livros a preços até 50% inferiores à média do mercado. A Saraiva ameaça também interromper a comercialização de títulos de 18 editoras que são parceiras constantes de promoções realizadas pela Amazon. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Saraiva e Amazon.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

13.01.16
ED. 5286

Livraria Cultura é best-seller na Amazon

 A Amazon não desiste de ter uma estrutura de lojas físicas no Brasil. Após duas frustradas investidas para a compra da Saraiva, os norte-americanos elegeram um novo alvo: a Livraria Cultura. Com 19 pontos, a rede controlada pela família Herz fatura R$ 600 milhões por ano. O RR teve a informação de que as duas empresas já estão em conversações. Embora não apresente nem de longe a abrangência territorial da Saraiva e suas 120 lojas, a Cultura é vista como uma empresa bem mais azeitada. Seus números e seu modelo de negócio enchem os olhos dos norte-americanos. A companhia não tem o grau de dispersão da Saraiva, dona também de uma editora, e muito menos seu nível de alavancagem financeira. Além disso, há importantes similitudes nos sistemas operacionais da Amazon e da Cultura. No ano passado, por exemplo, a família Herz investiu R$ 1 milhão em um processo de precificação de produtos semelhante ao adotado pelos norte-americanos. Seria uma premonição?  A compra da Cultura permitiria à Amazon impulsionar a venda de livros físicos no Brasil, segmento no qual a empresa tardou a entrar – muito em função da pressão da própria Saraiva sobre as editoras nacionais. Além disso, possibilitaria aos norteamericanos dominar quase metade do mercado de leitores digitais no país, somando-se o share do Kindle, seu produto, ao do Kobo, comercializado pela Cultura.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.