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Segurança
A cada passo que dá no Brasil, a mexicana Águila Ammunition tem deixado para trás um rastilho de pólvora. A operação da empresa no país traz uma perigosa combinação entre denúncias de dumping e risco para as próprias forças de segurança, notadamente a Polícia Militar de São Paulo. No setor ecoam estampidos de que a fabricante mexicana está vendendo munição no Brasil a preços aviltados, como forma de ganhar mercado artificialmente. Bem mais preocupante dos que os ferimentos às práticas concorrenciais são os casos de incidentes com projéteis da Águila. Segundo informações filtradas pelo RR, há relatos de falhas de deflagração dos cartuchos em cinco armas Glock durante treinamentos de policiais militares de São Paulo. Os problemas se deram com artefatos modelo .40 S&W. Em um site especializado do setor e nas redes sociais há descrições sobre os incidentes ocorridos na PM-SP. O caso chama ainda mais atenção pelo volume de munição da Águila disponível para uso pela corporação. Em setembro do ano passado, a Polícia Militar de São Paulo fechou junto à empresa mexicana a compra de 2,5 milhões de projeteis de quatro calibres diferentes.
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