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A Sabesp tem conversado com grandes fundos de private equity em torno de um possível consórcio para disputar a privatização da Copasa. Circula no mercado que um dos interessados seria o Kinea, leia-se o Banco Itaú. Ressalte-se que a gestora já tem participações relevantes no setor – na Rio+ Saneamento, da Águas do Brasil, e na Ourinhos Saneamento e Ouro Preto, ambas controladas pela GS Inima. Na paralela, a Sabesp cogita ainda uma engenharia financeira doméstica: participar da desestatização da Copasa em associação com a própria Equatorial, sua acionista de referência. De toda a forma, a ex-estatal paulista avança na direção de Minas Gerais com passos cautelosos. A direção da Sabesp enxerga alguns riscos no processo de privatização da Copasa. Entre eles, o cronograma considerado apertado para a modelagem da operação e a própria complexidade regulatória do estado de Minas Gerais. Há ainda incertezas em relação à estrutura tarifária, às obrigações de investimento para universalização do saneamento e ao passivo potencial da companhia.
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